1  E viu-se um grande sinal no céu: uma mulher vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e uma coroa de doze estrelas sobre a sua cabeça.

2  E estava grávida, e com dores de parto, e gritava com ânsias de dar à luz.

 

PARTE 1 - A mulher

 

*** Contexto Geral ***: A primeira metade do livro de Apocalipse lida com os eventos desde a ressurreição de Cristo até o tempo da Sua Segunda Vinda. Nos últimos 73 estudos, cobrimos os primeiros 11 capítulos do livro. Vimos que a Bíblia apresenta a a História do mundo em diferentes ângulos. O foco está no ponto de vista espiritual da História. Estamos agora para iniciar a segunda metade de Apocalipse. Os capítulos 12 a 22 irão nos mostrar o que estava contido no pequeno livro mencionado em Apocalipse 10 (veja estudos #66 a #69 para mais detalhes). O conteúdo do livrinho se concentra no que vai acontecer durante o fim dos tempos. Apocalipse 11:18 nos dá o resumo do que está por vir na segunda metade do livro do Apocalipse: “E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra." Como o Dr. Stefanovic destacou em seu comentário, existem 5 tópicos principais em Apocalipse 11:18 que introduzem o que será discutido em Apocalipse 12 a 22:5:

1) As nações se enfureceram; 2) veio a sua ira; 3) o tempo dos mortos serem julgados; 4) tempo de dar a recompensa aos servos de Deus; 5) tempo para destruir aqueles que destroem a terra. Apocalipse capítulos 12 a 14 lidam com o primeiro tópico “as nações se enfureceram”. Esta ira é refletida na forma como Satanás e seus agentes trabalham para se opor povo de Deus.

*** O primeiro sinal: uma mulher ***: Tanto a primeira quanto a segunda metade do livro de Apocalipse começam incluindo uma palavra que é crucial para a interpretação do livro. Em Apocalipse 12:1, vemos a palavra grega sēmeion, que é o substantivo relacionado com o verbo sémainó (usado em Apocalipse 1:1). O substantivo sēmeion significa um sinal ou uma marca. É um símbolo. Vimos a forma verbal da palavra pela primeira vez em Apocalipse 1:1: “Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu servo”. A palavra escolhida para traduzir o verbo sémainó foi 'notificou'. Esta palavra é uma pista muito importante sobre a forma como devemos entender todas as imagens contidas na mensagem. As informações estão sendo transmitidas em uma linguagem simbólica. O termo aqui se refere aos eventos extraordinários que estão descritos no capítulo 12.

João começa o capítulo 12 afirmando que ele estava vendo uma cena incomum e de grande impacto: uma mulher excepcional. Muitos cristãos podem pensar que esta mulher é Maria, a mãe de Jesus. Mas como veremos neste estudo, a mulher é o símbolo de um outro elemento, da mesma maneira como o dragão é um símbolo para Satanás (Apocalipse 12:3). Como já discutimos várias vezes durante nossos estudos até agora, em analogias da Bíblia, o termo mulher é usado como um símbolo para a igreja do Antigo ou Novo Testamento (Jeremias 6:2; Isaías 51:16; Isaías 54:5-6; Ezequiel 16:8-14; Oséias 2:14-23; Amós 5:2; Jeremias 3:20; Oséias 1:2; Oséias 2:2-13; Ezequiel 16:15-19; Ezequiel 16:32; 2 Coríntios 11: 2; Efésios 5:25-32; Apocalipse 12:1-6; Apocalipse 19:7-8). Quando a Bíblia fala sobre uma mulher fiel, faz referência à igreja fiel. Da mesma forma, quando fala numa mulher infiel, é uma referência a uma igreja infiel. Isaías 26:17 compara o antigo Israel a uma mulher grávida: “Como a mulher grávida, quando está próxima a sua hora, tem dores de parto, e dá gritos nas suas dores, assim fomos nós diante de ti, ó Senhor!” Miquéias 4:10 também compara o Israel antigo com uma mulher na hora do parto: “Sofre dores, e trabalha, para dar à luz, ó filha de Sião, como a que está de parto, porque agora sairás da cidade, e morarás no campo, e virás até babilônia; ali, porém, serás livrada; ali te remirá o SENHOR da mão de teus inimigos.” (Veja também Isaías 66:7-9; Jeremias 4:31).

Não podemos ignorar o fato de que esse texto sobre a mulher de Apocalipse 12 vem logo após o texto sobre as duas testemunhas. Como vimos nos estudos #72 a #77, as duas testemunhas são um símbolo da Bíblia e da Igreja. Desta forma, a mulher de Apocalipse 12 também está ligada às duas testemunhas, porque as duas testemunhas são a mulher fiel espalhando ativamente o Evangelho. Assim como as duas testemunhas, a mulher de Apocalipse 12 passa por um período de dificuldades que durou 1.260 dias (Apocalipse 11:3; Apocalipse 12:6). Esta é outra indicação de que a mulher de Apocalipse 12 não pode ser uma pessoa real, como Maria, porque a Bíblia nunca menciona tal período na vida de Maria. Além disso, Apocalipse 12:17 diz que, algum tempo depois, o dragão passou a lutar com o remanescente da mulher. Esse verso enfatiza mais ainda a natureza simbólica do termo 'mulher'. Os dois sinais no céu vistos em Apocalipse 12 seguem um padrão: João vê um símbolo, ele descreve o símbolo e a situação em que o símbolo é encontrado:

 

 
Apocalipse 12:1-2
Apocalipse 12:3-4
Um sinal no céu (o símbolo)
Uma mulher
Um dragão vermelho
Descrição
vestida do sol, tendo a lua debaixo dos seus pés, e sobre sua cabeça uma coroa de doze estrelas
que tinha sete cabeças e dez chifres e sete coroas sobre as suas cabeças
Situação
grávida, prestes a dar à luz, passando pelas dores do parto
sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu e lançou-as sobre a terra

 

Os cristãos do século 1 estavam familiarizados com a descrição simbólica do povo de Deus como a noiva de Cristo. Esse conceito está presente tanto no Antigo quanto no Novo Testamento: “Porque o teu Criador é o teu marido; o Senhor dos Exércitos é o seu nome; e o Santo de Israel é o teu Redentor; que é chamado o Deus de toda a terra." (Isaías 54:5); “Mas a Jerusalém que é de cima é livre; a qual é mãe de todos nós." (Gálatas 4:26). A Igreja é, ao mesmo tempo, a mãe do Messias e Sua noiva. Apocalipse 12 se refere mais especificamente a Israel. Jesus nasceu como um judeu, na tribo de Judá. Jesus veio à Terra como um ser humano, a fim de salvar seu próprio povo e de lhes restaurar ao Pai.

*** O que ela estava vestindo ***: Existem três elementos a respeito da roupa da mulher: o que estava sobre seu corpo, debaixo dos seus pés e sobre sua cabeça. Note que temos aqui a descrição do que ela está vestindo da cabeça aos pés. Ela tem uma roupa completa. Os símbolos usados para descrever sua roupa (o sol, a lua e as estrelas), muitas vezes aparecem juntos na Bíblia. Um exemplo disso é o sonho de José a respeito de seus pais e irmãos (Gênesis 37:9). Outro exemplo é o quarto dia da criação (Gênesis 1:16). A roupa da mulher de Apocalipse 12 reflete aquEle a quem ela considera ser a fonte da verdade e de salvação: Jesus Cristo.

Vestida com o sol: A roupa que a mulher estava usando nos lembra a descrição de Jesus no monte da transfiguração, onde Elias e Moisés apareceram próximo a Ele: “E transfigurou-se diante deles; e o seu rosto resplandeceu como o sol, e as suas vestes se tornaram brancas como a luz“. (Mateus 17:2). Sua descrição também nos faz lembrar da noiva de Salomão, que era pura como o sol e tão bonita como a lua (Cantares 6:10). Jesus é quem fornece vestes puras e de justiça para aqueles que vencerem (Apocalipse 3:5, veja também Zacarias 3:4-5). A mulher de Apocalipse 12 é a Igreja fiel de Israel.

Lua debaixo dos seus pés: A lua não tem luz própria, mas reflete a luz do sol. A mulher de Apocalipse 12, ou igreja fiel, está de pé, firme sobre a lua. A Bíblia nos diz o seguinte a respeito das escrituras: “A tua palavra é lâmpada para os meus pés, e luz para o meu caminho.” (Salmo 119:105). Aqui temos o segundo aspecto das duas testemunhas que vimos em Apocalipse 11:1-14. A mulher de Apocalipse 12 possui os mesmos atributos das duas testemunhas. 2 Coríntios 4:6 diz: “Porque Deus, que comandou a luz para brilhar fora da escuridão, brilhou em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo" (Veja também Apocalipse 1:16).

Coroa de 12 estrelas sobre a cabeça: como vimos nos estudos anteriores, o número 12 representa a igreja em qualquer ponto no tempo. Em nosso estudo #47, vimos que o número 12 é um número que aparece tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, e ele está sempre ligado ao povo de Deus. A Bíblia menciona 12 patriarcas de Sete até Noé, 12 patriarcas de Cem até Jacó, 12 tribos de Israel, 12 espias enviados à Terra prometida, 12 juízes (de Otoniel até Samuel), 12 discípulos, 12 portões na Nova Jerusalém que tem o nome das 12 tribos, e 12 fundações que têm os nomes dos 12 apóstolos. Efésios 2:20 também menciona que a igreja de Deus é edificada sobre o fundamento dos 12 apóstolos e dos profetas, com Cristo sendo a pedra fundamental. A mulher de Apocalipse 12 tem sobre sua cabeça uma coroa de 12 estrelas. A palavra grega para coroa usada aqui é stephanos. A coroa stephanos é a coroa da vitória usada nos tempos gregos para celebrar os atletas vencedores. A coroa stephanos é diferente da coroa real. A coroa real é chamada diadema em Apocalipse (Apocalipse 12:3; Apocalipse 13:1; Apocalipse 19:12).

*** Sua situação ***: A mulher estava grávida, prestes a dar à luz, já labutando com as dores do parto (Apocalipse 12:2). Olhando pelo ângulo de que estamos falando do povo escolhido de Deus, aqui representado pela mulher, podemos ver claramente que ela é o cumprimento da promessa que Deus deu a Adão e Eva no Jardim do Éden. Deus disse para a serpente: “Porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua descendência e a sua descendência; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.” (Gênesis 3:15). A princípio, esse verso parece ser difícil de entender. Então vamos olhar mais de perto e ver o que ele realmente ele está dizendo: “E [Deus porá] inimizade entre [a serpente] e a mulher, entre a semente [da serpente] e a semente [da mulher]; [o filho da mulher] ferirá a cabeça [da serpente], e [a serpente ferirá] o calcanhar [do filho da mulher].” Esta foi a primeira promessa de um Salvador dada à humanidade. Daquele ponto em diante, o povo de Deus começou a esperar por um menino que iria esmagar o pecado de uma forma mortal. O Messias viria de entre o povo de Deus (Atos 13:23). Apocalipse 22:16 é o versículo chave para entender a gravidez da mulher, e Quem é seu filho: “Eu, Jesus, enviei o meu anjo, para vos testificar estas coisas nas igrejas. Eu sou a raiz e a geração de Davi, a resplandecente estrela da manhã.” Jesus é descendente de seu povo, a Igreja. Ele é o leão da tribo de Judá (Apocalipse 5: 5). Ao mesmo tempo, Ele é a raiz da Igreja. A Igreja existe por causa de Cristo.

*** Visão Geral ***: Apocalipse 12 marca a parte do livro de Apocalipse que trata especificamente dos eventos finais. Ela começa por dar ao leitor um breve histórico de quem são os personagens principais: o povo de Deus, o inimigo de Deus, e Jesus Cristo. A narrativa flui a partir da perspectiva do povo de Deus, simbolizada por uma mulher grávida. Esta mulher era diferente de qualquer outra. Ela estava vestida com mantos de justiça, mantendo-se firme na Palavra de Deus. Ela possuía a coroa de vitória, prometida ao povo fiel de Deus. Mais uma vez, a Bíblia e o povo de Deus estão conectados. Vimos pela primeira vez um vislumbre dessa ligação em Apocalipse 1:3, que diz que recebemos uma bênção especial quando lemos, ouvimos e mantemos as palavras da profecia desse livro. O Messias veio ao mundo através da Igreja de Israel. Jesus é Emanuel, que significa Deus conosco (Mateus 1:23). Jesus se fez homem para nos salvar do pecado. Todos os três personagens de Apocalipse 12 são retratados em João 1:1-18. Jesus é a Luz, a Palavra que se fez carne, que o mundo rejeitou. Ele resplandeceu nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra Ele. Seu servo (João Batista, que representa a missão que a Igreja deve carregar) foi chamado para pregar sobre esta Luz para o mundo, como testemunha diante da humanidade. “Mas, a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus”. (João 1:12).

1  And there appeared a great sign in heaven; a woman clothed with the sun, and the moon under her feet, and upon her head a crown of twelve stars:

2  And she being with child cried, travailing in birth, and pained to be delivered.

 

PART 1 - The woman

 

*** Background ***: The first half of the book of Revelation deals with the events from Christ’s resurrection to the time of the His Second Coming. Over the past 73 lessons, we have been covering the first 11 chapters of the book. The Bible presents the history of the world from different angles. It focuses on the spiritual point of view of History. We are now going to start the second half of Revelation. Chapters 12 to 22 will show us what was contained in the little scroll of Revelation 10 (see studies #66 to #69 for details). The contents of the little scroll zoom in on what will happen during the end times. Revelation 11:18 gives us the summary of what is to come in the second half of the book of Revelation: “And the nations were angry, and your wrath is come, and the time of the dead, that they should be judged, and that you should give reward unto your servants the prophets, and to the saints, and them that fear your name, small and great; and should destroy them who destroy the earth." As Dr. Stefanovic pointed out in his commentary, there are 5 main topics in Revelation 11:18 that introduce what will be discussed in Revelation 12 to 22:5:

1) The nations were angry; 2) your wrath is come; 3) the time of the dead to be judged; 4) the time to give the reward to God’s servants; 5) the time to destroy those who destroy the earth. Revelation chapters 12 to 14 deal with the first topic “the nations were angry”. This anger is reflected in how Satan and his agents work to oppose God’s people.

*** The first sign: a woman ***: Both the first and second halves of Revelation start out by including a word that is key for the interpretation of the book. In Revelation 12:1, we see the Greek word sēmeion, which is the noun related to the verb sémainó (used in Revelation 1:1). The noun sēmeion means a sign or a mark. It is a symbol. We first saw the verb form of this word in Revelation 1:1: “The Revelation of Jesus Christ, which God gave unto him, to show unto his servants things which must shortly come to pass; and he sent and signified it by his angel unto his servant John”. The translated word used is signified. This word is a very important clue as to how we should understand all the imagery that is contained within the message. The information is being passed along in a symbolic language. The term here refers to extraordinary events being described in chapter 12.

John starts chapter 12 by stating that he was seeing an unusual and impactful scene: an exceptional woman. Many Christians may think that this woman is Mary, the mother of Jesus, but as we will see in this study, the woman is the symbol for something else, in the same manner as the dragon is a symbol for Satan (Revelation 12:3). As we’ve discussed several times throughout our studies so far, in Bible analogies, the term woman is used as a symbol for the Old or New Testament church (Jeremiah 6:2; Isaiah 51:16; Isaiah 54:5-6; Ezekiel 16:8-14; Hosea 2:14-23; Amos 5:2; Jeremiah 3:20; Hosea 1:2; Hosea 2:2-13; Ezekiel 16:15-19; Ezekiel 16:32; 2 Corinthians 11:2; Ephesians 5:25-32; Revelation 12:1-6; Revelation 19:7-8). When the Bible talks about a faithful woman, it is a reference to the faithful church. Similarly, an unfaithful woman is a reference to an unfaithful church. Isaiah 26:17 compares the ancient Israel to a pregnant woman: “Like a woman with child, that draws near the time of her delivery, is in pain, and cries out in her pangs; so have we been in your sight, O LORD.” Micah 4:10 also compares ancient Israel with a travailing woman: “Be in pain, and labor to bring forth, O daughter of Zion, like a woman in travail: for now shall you go forth out of the city, and you shall dwell in the field, and you shall go even to Babylon; there shall you be delivered; there the LORD shall redeem you from the hand of your enemies.” (See also Isaiah 66:7-9; Jeremiah 4:31).

We can’t ignore the fact that this text about the woman of Revelation 12 comes soon after the text about the two witnesses. As we’ve seen in studies #72 to #77, the two witnesses are a symbol for the Bible and the Church. In this way, the woman of Revelation 12 is also linked to the two witnesses, because the two witnesses are the faithful woman actively spreading the Gospel. Just like the two witnesses, the woman of Revelation 12 goes through a period of hardship lasting 1260 days (Revelation 11:3; Revelation 12:6). This is another indication that the woman of Revelation 12 cannot be a real person, such as Mary, because the Bible never mentioned such a period in Mary’s life. Moreover, Revelation 12:17 says that some time later, the dragon went on to fight with the remnant of the woman. This emphasizes the symbolic nature of the term ‘woman’. The two signs in Heaven seen in Revelation 12 follow a pattern: John sees a symbol; he describes the symbol and the situation in which the symbol is found:

 
Revelation 12:1-2
Revelation 12:3-4
A sign in Heaven (the symbol)
A woman
A red dragon
Description
Clothed with the sun, and the moon under her feet, and upon her head a crown of twelve stars
Having seven heads and ten horns, and seven crowns upon his heads
Situation
Pregnant, about to give birth, going through labor pains
His tail drew the third part of the stars of Heaven and did cast them to the earth

 

The 1st century Christians were familiar with the symbolic description of God’s people as the bride of Christ. This concept is also present in the Old and the New Testaments: “For your Maker is your husband; the LORD of hosts is his name; and your Redeemer the Holy One of Israel; The God of the whole earth shall he be called." (Isaiah 54:5); “But Jerusalem which is above is free, which is the mother of us all." (Galatians 4:26). The Church is, at the same time the mother of the Messiah and His bride. Specifically, Revelation 12 refers to Israel. Jesus was born as a jew, from the tribe of Judah. Jesus came to Earth as a human being, in order to save His own people and restore them to the Father.

*** What she was wearing ***: There are three elements about the woman's outfit: what was on her body, under her feet, and on her head. Note that we have the description of what she is wearing from head to toe. She has a complete outfit. The symbols used to describe her outfit (sun, moon, and stars) often appear together in the Bible. One example is Joseph’s dream about his parents and his brothers (Genesis 37:9). Another example is the fourth day of creation (Genesis 1:16). The woman's outfit reflects who she thinks is the source of Truth and Salvation: Jesus Christ.

Clothed with the sun: The garments the woman was wearing reminds us of the description of Jesus at the mount of the transfiguration, where Elijah and Moses appeared next to Him: “And was transfigured before them: and his face did shine as the sun, and his clothing was white as the light.” (Matthew 17:2). Her description also reminds us of Salomon’s bride, who was pure as the sun and as beautiful as the moon (Song of Solomon 6:10). Jesus is the one who provides pure and righteous robes for those who overcome (Revelation 3:5, see also Zechariah 3:4-5). The woman of Revelation 12 is the faithful Israel Church.

Moon under her feet: The moon does not have its own light, but it does reflect the light of the sun. The woman of Revelation 12, or faithful church, is standing firmly on the moon. The Bible tells us this about the scripture: “Your word is a lamp unto my feet, and a light unto my path.” (Psalm 119:105). Here we have the second aspect of the two witnesses that we saw in Revelation 11:1-14. The woman of Revelation 12 carries the same attributes as the two witnesses did. 2 Corinthians 4:6 says: “For God, who commanded the light to shine out of darkness, has shined in our hearts, to give the light of the knowledge of the glory of God in the face of Jesus Christ." (See also Revelation 1:16).

Crown of 12 stars on her head: as we’ve seen in previous studies, the number 12 represents the church at any given point in time. In our study #47, we saw that the number 12 is a number that appears both in the Old and New Testaments, and it is always linked to the people of God. The Bible mentions 12 patriarchs from Seth to Noah, then 12 patriarchs from Shem to Jacob, 12 tribes of Israel, 12 spies sent to find the promised land, 12 judges (from Othniel to Samuel), 12 disciples, 12 gates in the New Jerusalem that are named after the 12 tribes, and its 12 foundations which have the names of the 12 apostles. Ephesians 2:20 also mentions that the church is built on the foundation of the 12 apostles and the prophets, with Christ as the cornerstone. The woman of Revelation 12 has on her head a crown of 12 stars. The Greek word for crown used here is stephanos. The stephanos crown is the crown of victory used in Greek times to celebrate athlete winners. The stephanos crown is different than the royal crown. The royal crown is called diadem in Revelation (Revelation 12:3; Revelation 13:1; Revelation 19:12).

*** Her situation ***: The woman was pregnant, about to give birth, already travailing with birthing pains (Revelation 12:2). Looking from the perspective that we are talking about God’s chosen people, represented here by the woman, we can clearly see that she is the fulfillment of the promise God gave Adam and Eve at the Garden of Eden.God turned to the serpent and said: “And I will put enmity between you and the woman, and between your seed and her seed; he shall bruise your head, and you shall bruise his heel.” (Genesis 3:15). This verse may seem a little complicated to understand at first, but let’s look closely to what it is saying: “And [God] will put enmity between [the serpent] and the woman, and between [the serpent’s] seed and her seed; [her male child] shall bruise [the serpent’s] head, and [the serpent] shall bruise [the child’s] heel.” This was the first promise of a Savior given to humanity. From that point on, God’s people began to wait for a male child that would smash sin in a deadly way. Out of God’s people, the Messiah would come (Acts 13:23). Revelation 22:16 is the key verse to understand the woman’s pregnancy, and who her child is: “I Jesus have sent my angel to testify unto you these things in the churches. I am the root and the offspring of David, and the bright and morning star.” Jesus is the offspring of His people, the Church. He is the Lion of the tribe of Judah (Revelation 5:5). At the same time, He is the root of the Church. The Church exists because of Christ.

*** Overview ***: Revelation 12 marks the portion of the book of Revelation the deals specifically with end-times events. It starts by giving the reader a brief background of who the main characters are: God’s people, God’s enemy, and Jesus Christ. The narrative flows from the perspective of God’s people, symbolized by a pregnant woman. This woman was unlike any other. She was dressed in righteous robes and stood firmly on the Word of God. She had the victory crown promised to God’s faithful people. Once again, the Bible and God's people are linked together. We first saw a hint of that link in Revelation 1:3: we will receive a special blessing when we read, hear and keep the words of the prophecy of this book. Out of the Israel Church, came the Messiah. Jesus is Emmanuel which means God with us (Matthew 1:23). Jesus became a man to save us from Sin. All three characters of Revelation 12 are portrayed in John chapter 1:1-18. Jesus is the Light, the Word who became flesh, whom the world rejected. He shines in the darkness, and the darkness did not overcome the Light. His servant (John the Baptist, representing the Church’s mission) was called to preach about this light to the world as a witness to mankind. “[Jesus] came unto His own, and His own received Him not. But as many as received Him, to them gave He power to become the children of God, even to them that believed on His name”. (John 1:12).

13 E naquela mesma hora houve um grande terremoto, e caiu a décima parte da cidade, e no terremoto foram mortos sete mil homens; e os demais ficaram muito atemorizados, e deram glória ao Deus do céu.

14 É passado o segundo ai; eis que o terceiro ai cedo virá.

 

Parte 6

 

*** Um Grande Terremoto ***: Em Apocalipse 11:13, vemos um terremoto capaz de destruir a décima parte da cidade, matando 7.000 homens. Existem dois outros tremores de terra mencionados no livro de Apocalipse que parecem estar relacionados com o de Apocalipse 11:13: um durante o sexto selo (Apocalipse 6:12) e um em Apocalipse 16:18. Com base na linguagem do texto, o terremoto mencionado em Apocalipse 6:12 parece se referir a um terremoto real (veja o estudo de #43 para uma explicação detalhada). O terremoto mencionado em Apocalipse 16:18 é diferente de qualquer outro terremoto visto antes. A reação das pessoas descrita em Apocalipse 11:13 (dando glória a Deus) é exatamente o oposto ao que vemos em Apocalipse 6: 15-16 e Apocalipse 16: 21, onde se escondem e blasfemam contra Deus.

 

Apocalipse 11:13
Apocalipse 6:12-17
Apocalipse 16:18-21
Um grande terremoto
Um grande terremoto
Um grande terremoto
A décima parte da cidade caiu
Todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares
A grande cidade foi dividida em três partes, e as cidades das nações caíram
7000 homens foram mortos
Quem será capaz de resistir no dia da sua ira?
Uma grande saraiva caiu do céu sobre os homens
Os demais ficaram atemorizados, e deram glória ao Deus do céu
Os homens se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas, querendo fugir daquele que está assentado no trono.
Os homens blasfemaram contra Deus

 

Ao contrário do que vemos em Apocalipse 6:12-17, a descrição do terremoto em Apocalipse 11:13 não foi escrita como uma comparação entre o real e o símbolo. Em Apocalipse 11:13, João está fazendo uma declaração sobre o terremoto que afeta a grande cidade sem usar palavras comparativas tais quais a palavra 'como'. Esta forma direta da escrita nos leva a crer que o foco da mensagem aqui é espiritual e não literal. O grande terremoto poderia ser a representação espiritual do tremor de terra real mencionado em Apocalipse 6:12-17. A agitação espiritual seria tão grave que teria poderes extremamente destrutivos.

*** Décima parte da cidade destruída ***: No Antigo Testamento, Deus usou a força dos terremotos como um símbolo da Sua presença entre as pessoas e como isso poderia afetá-los (Ezequiel 38:19-20; Joel 2:10-11; Amós 8: 8; Ageu 2:4-7). Apocalipse 11:13 nos diz que o terremoto destruiu a décima parte da cidade. A primeira pergunta que vem à mente é: qual grande cidade? A resposta é encontrada no meio do estudo sobre as duas testemunhas, apenas alguns versos antes. A Bíblia nos diz que a grande cidade é uma referência à cidade “que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o nosso Senhor também foi crucificado” (Apocalipse 11:8). Vimos no estudo #74 que Sodoma e Egito são símbolos para a maldade das pessoas. A sua imoralidade espiritual e auto-importância as impediu de aceitar que tinham necessidade de ter um salvador. A imoralidade espiritual (Sodoma) refere-se a infidelidade do povo, quando substituem Deus e Sua Verdade por outras formas de culto não especificados por Deus. A auto-importância (Egito) refere-se a elevação do Próprio Eu acima Deus, quando as pessoas abandonem uma vida centrada em Deus por uma vida onde o Próprio Eu é o núcleo. Mais tarde, a grande cidade é mencionada em Apocalipse como Babilônia, como um símbolo de uma potência mundial ímpia, que enganava as nações (Apocalipse 14:8; Apocalipse 16:19; Apocalipse 17:5; Apocalipse 18:2,4,10,21 ).

Lemos em Apocalipse 11:13 que o terremoto provocou uma destruição parcial da grande cidade. Apenas um décimo foi destruído. O terremoto em Apocalipse 16:18-19 dividiu a grande cidade em três partes, fazendo com que as cidades das nações entrassem em colapso. O terremoto em Apocalipse 6:12-17 fez com que as ilhas e as montanhas fossem movidas de seus lugares. A presença de Deus sempre deixa uma marca e as coisas não continuam sendo as mesmas de antes. A destruição da décima parte da cidade implica que os outros noventa por cento dos ímpios da cidade não foram afetados. Isso nos diz que esta ainda não é a destruição final de Deus sobre aqueles que rejeitaram a Cristo. Mesmo que apenas uma parte da cidade tenha destruída, os efeitos do terremoto tiveram um importante impacto espiritual, como veremos mais tarde. Esta é outra razão para entendermos esse terremoto como um evento espiritual.

*** Sete mil homens foram mortos ***: O número sete é importante em toda a Bíblia. Vemos esse número de Gênesis, com a história da criação, até Apocalipse. Em Apocalipse, vemos sete castiçais, sete estrelas, sete igrejas, sete selos, sete trombetas, sete trovões, sete anjos, sete taças, e sete últimas pragas. Como vimos no estudo #11, o número 7 é um número que tem a ver com integridade, plena restauração, purificação completa, vitória, e com as coisas que são abençoadas e santificados por Deus. É um símbolo da perfeição de Deus. O terremoto teve um grande impacto sobre os habitantes da grande cidade. Sete mil morreram. Se estamos à procura de uma perspectiva espiritual, podemos entender que eles morreram espiritualmente. Em outras palavras, eles mantiveram as suas mentes permanentemente contra a Verdade de Deus. O número sete mil era uma representação perfeita, completa e plena das pessoas que rejeitaram a Deus. Este número representa o inverso do 7000 fiéis mencionados na história de Elias (1 Reis 19:18). Na história de Elias, os 7000 representaram a totalidade dos que tinham permanecido ao lado de Deus.

*** O que aconteceu com os demais? ***: Mais de sete mil pessoas estavam vivendo na grande cidade. O terremoto teve um impacto significativo sobre as vidas daqueles que não morreram espiritualmente. Os que sobreviveram ao tremor passaram por uma experiência completamente diferente. Eles reconheceram a supremacia de Deus, ao invés de rejeitá-Lo. Eles passaram a temer Sua presença, no sentido de que eles passaram a respeitar a autoridade de Deus. Tanto é que renderam glória a Ele (Apocalipse 11:13). Esta reação nos faz lembrar da experiência descrita em Daniel * 4:28-37, quando o rei Nabucodonosor passou por 7 anos vivendo como um animal. Ao final da sua tribulação, ele foi capaz de reconhecer a soberania de Deus, e disse: “e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração." (Daniel 4:34).

*** Fim do segundo ai ***: A passagem em Apocalipse 11:13 anuncia a presença de Deus através da pregação da Sua mensagem. É interessante notar que a presença de Deus foi sentida na Terra, mesmo esse terremoto tendo acontecido antes da Segunda Vinda. Como vemos em Apocalipse 11:14, o terremoto mencionado em Apocalipse 11:13 acontece antes do soar da sétima trombeta. O primeiro e segundo ais se referem ao soar da quinta e sexta trombetas. Isto significa que os eventos do segundo ai terminam com a proclamação do Evangelho por toda a Terra. Jesus disse em Mateus 24:14: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim“. Como vimos no estudo #65, o soar da sétima trombeta (terceiro ai) nos leva à Segunda Vinda de Jesus.

*** Visão Geral ***: Seguindo a ordem de eventos que levaram ao fim da história mundial, como descrito por Jesus em Mateus 24:14, o primeiro item da lista é a pregação do Evangelho a todas as nações. Esta ordem também é vista na mensagem dos três anjos, descrita em Apocalipse 14:6-13. O anjo tem o Evangelho na mão, para pregar aos incrédulos. A chamada que o anjo faz às nações forma um paralelo com a reação daqueles que sobreviveram ao terremoto de Apocalipse 11:13. Apocalipse 14:6-7 diz: "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas". Não há tempo a perder. O destino daqueles que rejeitarem esta chamada é a morte espiritual e, consequentemente, morte eterna. Agora é a hora para nos arrependermos, temer a Deus e dar-Lhe glória.

13 And the same hour there was a great earthquake, and the tenth part of the city fell, and in the earthquake were slain of men seven thousand: and the rest were frightened, and gave glory to the God of heaven.

14 The second woe is past; and, behold, the third woe comes quickly.

 

PART 6

 

*** A Great Earthquake ***: In Revelation 11:13, we see an earthquake capable of destroying the tenth part of the city and killing 7,000 men. There are two other earthquakes mentioned in the book of Revelation that seem to relate to the one in Revelation 11:13: one during the sixth seal (Revelation 6:12) and one in Revelation 16:18. Based on the language of the text, the earthquake mentioned in Revelation 6:12 seems to refer to an actual earthquake (see study #43 for the in-depth explanation). The earthquake mentioned in Revelation 16:18 is unlike any other earthquake ever seen before. People’s reaction described in Revelation 11:13 (giving glory to God) is the exact opposite of what we see in Revelation 6:15-16 and Revelation16:21, where they hide themselves and blaspheme God.

 

Revelation 11:13 Revelation 6:12-17 Revelation 16:18-21
A great earthquake A great earthquake  A great earthquake
The tenth part of the city fell Every mountain and island were moved out of their places The great city was divided into three parts, and the cities of the nations fell
7000 men were slain Who shall be able to stand on the day of His wrath? Great hail out of heaven fell upon men
The rest were frightened, and gave glory to the God of heaven Men hid themselves in the dens and in the rocks of the mountains, wishing to hide from the face of the One who sits on the throne. Men blasphemed God 

 

Unlike Revelation 6:12-17, the description of the earthquake in Revelation 11:13 was not written as a comparison between the real and the symbol. In Revelation 11:13, John is making a statement about the earthquake affecting the great city without using comparative words such as ‘like’ or ‘as'. This direct form of writing leads us to believe that the focus of the message here is spiritual rather than literal. The great earthquake here could be the spiritual representation of the real earth quake mentioned in Revelation 6:12-17. The spiritual shaking would be so severe that it would actually have extreme destructive powers.

*** Tenth part of the city destroyed ***: In the old Testament, God used the strength of earthquakes as a symbol of His presence among the people and how it could affect them (Ezekiel 38:19-20; Joel 2:10-11; Amos 8:8; Haggai 2:4-7). Revelation 11:13 tells us that the earthquake destroyed the tenth part of the city. The first question that comes to mind is: which great city? The answer is found in the middle of the study about the two witnesses, just a few verses earlier. The Bible tells us that the great city is a reference to the city “which spiritually is called Sodom and Egypt, where also our Lord was crucified” (Revelation 11:8). We saw in study #74 that Sodom and Egypt are symbols of the wickedness of the people. Spiritual immorality and self-importance prevented them from accepting their need of a savior. Spiritual immorality (Sodom) refers to people’s unfaithfulness when they replace God and His Truth with other forms of worship not specified by God. Self-importance (Egypt) refers to the elevation of Self above God when people abandon a God-centered life for one where Self is at the core. The great city is later mentioned in Revelation as Babylon, a symbol of a wicked worldwide power that deceived the nations (Revelation 14:8; Revelation 16:19; Revelation 17:5; Revelation 18:2,4,10,21).

We read in Revelation 11:13 that the earthquake caused a partial destruction of the great city. Only one tenth of it was destroyed. The earthquake in Revelation 16:18-19 split the great city into three parts, causing the cities of the nations to collapse. The earthquake in Revelation 6:12-17 caused the islands and the mountains to be moved from their places. God’s presence always leaves a mark and things are not the same as they were before. The destruction of the tenth part of the city implies that the other ninety percent of the wicked city was not affected. This tells us that this is not yet God’s final destruction of those who rejected Christ. Even though only part of the city was destroyed, the effects of the earthquake had an important spiritual impact, as we will see later. This is another reason to understand this particular earthquake as a spiritual event.

*** Seven thousand men were slain ***: The number seven is important throughout the entire Bible. We see it from Genesis, with the story of creation, through Revelation. In Revelation, we see seven lamp stands, seven stars, seven churches, seven seals, seven trumpets, seven thunders, seven angels, seven bowls, and seven last plagues. As we saw in study #11, the number 7 is a number that has to do with completeness, full restoration, full cleansing, victory, and things that are blessed and made holy by God. It is a symbol of God's perfection. The earthquake had a great impact on the inhabitants of the great city. Seven thousand died. If we are looking from a spiritual perspective, we can understand that they died spiritually. In other words, they made up their minds permanently against God’s Truth. The number seven thousand was a perfect, complete and full representation of the people who forever rejected God. This number represents the reverse of the 7000 faithful mentioned in the story of Elijah (1 Kings 19:18). In the story of Elijah, those 7000 represented the totality of those who had remained on God’s side.

*** What happened to the rest? ***: More than seven thousand people were living in the great city. The earthquake had a significant impact on the lives of those who did not die spiritually. The ones who survived the shaking had a completely different experience. They recognized God’s supremacy instead of rejecting Him. They feared His presence, in a sense that they respected God's authority. So much so that they gave Him glory (Revelation 11:13). This reaction reminds us of the experience described in Daniel 4:28-37 when king Nebuchadnezzar went through 7 years living like an animal. At the end of his tribulation, he was able to recognize God’s sovereignty, and he said: “I blessed the most High, and I praised and honored him that lives forever, whose dominion is an everlasting dominion, and his kingdom is from generation to generation”. (Daniel 4:34).

*** End of the second woe ***: The passage in Revelation 11:13 announces the presence of God through the preaching of His message. It is interesting to note that God’s presence was felt on Earth even though this happened before the Second Coming. As we see in Revelation 11:14, the earthquake mentioned in Revelation 11:13 happens before the sounding of the seventh trumpet. The first and second woes refer to the sounding of the fifth and sixth trumpets. This means that the events of the second woe end with the proclamation of the Gospel throughout the Earth. Jesus said in Matthew 24:14: “And this gospel of the kingdom shall be preached in all the world for a witness unto all nations; and then shall the end come.” As we saw in study #65, the sounding of the seventh trumpet (third woe) brings us to the Second Coming of Jesus.

*** Overview ***: Following the order of events leading to the end of the world history, as described by Jesus in Matthew 24:14, the first item on the list is the preaching of the Gospel to all nations. This order is also seen in the message of the three angels, described in Revelation 14:6-13. The angel has the Gospel in his hand, to preach to the unbelievers. The call the angel makes to the nations parallels the reaction of those who survived the earthquake of Revelation 11:13: "And I saw another angel fly in midheaven, having the everlasting gospel to preach unto them that dwell on the earth, and to every nation, and tribe, and tongue, and people, saying with a loud voice, Fear God, and give glory to him; for the hour of his judgment has come: and worship him that made heaven, and earth, and the sea, and the fountains of waters.” (Revelation 14:6-7). There is no time to waste. The fate of those who reject this call is spiritual death and consequently eternal death. Now is the time to repent, fear God and give Him glory.

11  And after three days and a half the Spirit of life from God entered into them, and they stood upon their feet; and great fear fell upon them who saw them.

12  And they heard a great voice from heaven saying unto them, Come up here. And they ascended up to heaven in a cloud; and their enemies beheld them.

 

PART 5

 

*** After three and a half days the Spirit of God entered into the witnesses ***: We saw in study #75 that the witnesses remained dead for three and a half prophetic days. Human reason had been elevated above God. Christianity seemed to have died. Something unexpected happened and left everyone mesmerized. The “Spirit of life from God entered into [the two witnesses]” (Revelation 11:11). The word “Spirit” is translated from the Greek word pneuma, which means “wind, breath, spirit”. Today, we have words such as pneumology, pneumonia, and pneumothorax. All these words relate to the lungs and the condition of breathing. The relationship between the Father and the Holy Spirit is so close, the Spirit is referred to as God’s breath. Revelation 11:11 says that God’s Spirit entered the two witnesses, in a similar way to the passage describing how God gave life to Adam in Genesis 2:7: “And the LORD God formed man of the dust of the ground, and breathed into his nostrils the breath of life; and man became a living soul.” The condition of living soul only happened once God breathed the breath of life into Adam’s nostrils. Before God’s breath was in Adam, he was nothing but dust shaped like a man, lying on the ground. The two witnesses in Revelation were also lying lifeless on the ground (Revelation 11:8) until God Himself breathed life back into them. The restoration and resurrection of the two witnesses had nothing to do with human effort. It happened by a miracle of God.

There is another Bible passage that helps us understand even more the significance of the witnesses’ resurrection. Ezekiel 37:1-14 talks about the vision of the dry bones. Ezekiel was called to prophesy to the dry bones, so they would come together once again and even grow flesh and skin. The bones only became alive when God sent His breath into them. They stood up on their feet and became a great army. The text is clear about who the dry bones represent: they are the whole house of Israel (Ezekiel 37:11). The restoration of God’s people did not happen by chance or by the people’s hard work. It happened because God did it: “And you shall know that I am the LORD, when I have opened your graves, O my people, and brought you up out of your graves, and shall put my Spirit in you, and you shall live, and I shall place you in your own land: then shall you know that I the LORD have spoken it, and performed it, says the LORD.” (Ezekiel 37:13-14). The people needed to Know that God is the Lord.

*** Great fear fell upon the people of the Earth ***: The people of the Earth had been staring at the two witnesses lying dead on the ground for three and a half days and did nothing to restore their dignity (Revelation 11:9). They actually thought that the death of God’s message was a good reason to celebrate (Revelation 11:10). To their surprise and fear, the two witnesses stood up after God brought them back to life. As we saw before in previous studies, the people of the Earth are those who do not fear God or keep His commands. They were not only surprised by this unexpected turn of events, but they were also afraid. The world thought the two witnesses had been silenced forever but after just a few days, God’s witnesses were standing up strong on their feet.

*** A great voice from Heaven called the witnesses up to Heaven ***: Once God breathed life back into His witnesses, He called them up to Him, "and they ascend to heaven in a cloud” (Revelation 11:12). This sequence of events reminds us of Jesus’ resurrection and ascension. On the third day after His death, Jesus resurrected. His ascension in a cloud happened sometime later, after spending several days with the disciples (Acts 1:3, 9). The time between Jesus’ resurrection and ascension was spent teaching His followers everything the scriptures had to say about Him. (Lucas 24:44-45). The verse in Revelation does not say how much time passed between the resurrection of the witnesses and their ascension. It doesn’t say it happened immediately or if they spent some time on Earth continuing their witnessing. The similarities with Christ’s death and resurrection makes us think that they were not taken to Heaven immediately.

Let’s keep in mind that this entire vision about the witnesses is symbolic. The witnesses are not a specific group or people. As we’ve seen before in study #72, the two witnesses represent the Bible and the Church. When we have these two elements together, we have the active carrying of the Gospel to the World. The focus of the vision with the two witnesses is in the preaching of the Gospel to the nations.

*** Overview ***: The world thought they had done away with the Word of God and His people. They even celebrated the demise of God’s two witnesses. Human works, however, will never prevail against God’s Truth. Throughout History, unbelievers have tried to destroy the Bible and God’s true followers. Even when the situation seemed hopeless, God was able to display His power and raise His Truth from the dead, making Himself known once again. Just as Elijah and Moses were taken up to Heaven at the end of their prophetic careers, and as Jesus ascended to Heaven once His work on Earth was completed, God’s two witnesses will also be rewarded at the end, once the mission is finished. God will continue to give people a chance while there are still those who will turn back to Him. We will find out in our next study if the display of God’s power in the life of the two witnesses served as another opportunity to call unbelievers to repentance.

11  E depois daqueles três dias e meio o espírito de vida, vindo de Deus, entrou neles; e puseram-se sobre seus pés, e caiu grande temor sobre os que os viram.

12  E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para aqui. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram.

 

PARTE 5

 

*** Depois de três dias e meio o Espírito de Deus entrou nas testemunhas ***: Vimos no estudo #75 que as testemunhas permaneceram mortas por 3.5 dias proféticos. A razão humana havia sido elevada acima de Deus. O Cristianismo parecia ter morrido. Mas algo inesperado aconteceu que deixou todos surpresos. O “Espírito da vida de Deus, entrou [nas duas testemunhas]” (Apocalipse 11:11). A palavra “Espírito” foi traduzida da palavra grega pneuma, que significa “vento, respiração, espírito”. Hoje, temos palavras como pneumologia, pneumonia e pneumotórax. Todas essas palavras se relacionam com os pulmões e a condição de respiração. A relação entre o Pai e o Espírito Santo é tão próxima, que o Espírito é referido como a respiração ou fôlego de Deus. Apocalipse 11:11 diz que o Espírito de Deus entrou nas duas testemunhas, de forma semelhante à passagem que descreve como Deus deu vida a Adão, em Gênesis 2:7: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” A condição de alma vivente só começou quando Deus soprou o fôlego da vida nas narinas de Adão. Antes do fôlego de Deus estar em Adão, ele não era nada além de um boneco de barro em forma de um homem, deitado no chão. As duas testemunhas em Apocalipse também estavam deitadas sem vida no chão (Apocalipse 11:8) até o momento em que o próprio Deus soprou vida nelas. A restauração e ressurreição das duas testemunhas não teve nada a ver com algum esforço humano. Aconteceu por um milagre de Deus.

Existe uma outra passagem da Bíblia que nos ajuda a compreender ainda mais o significado da ressurreição de testemunhas. Ezequiel 37:1-14 fala sobre a visão dos ossos secos. Ezequiel foi chamado para profetizar aos ossos secos, para que eles se juntassem outra vez e para que se formassem carne e pele. Os ossos só passaram a viver quando Deus enviou Seu fôlego. Eles ficaram de pé e se tornaram um grande exército. O texto é claro sobre quem os ossos secos representam: são toda a casa de Israel (Ezequiel 37:11). A restauração do povo de Deus não aconteceu por acaso ou por trabalho árduo do povo, mas aconteceu porque Deus fez com que isso acontecesse: “E sabereis que eu sou o Senhor, quando eu abrir os vossos sepulcros, e vos fizer subir das vossas sepulturas, ó povo meu. E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR.” (Ezequiel 37:13-14). As pessoas precisavam saber que Deus é o Senhor.

*** Um grande temor caiu sobre os povos da Terra ***: As pessoas da Terra permaneceram olhando para as duas testemunhas mortas, deitadas no chão por três dias e meio e não fizeram nada para restaurar sua dignidade (Apocalipse 11:9). Os habitantes da Terra pensaram que a morte da mensagem de Deus era um bom motivo para comemorar (Apocalipse 11:10). Para sua surpresa e medo, as duas testemunhas se levantaram depois que Deus as trouxe de volta à vida. Como vimos nos estudos anteriores, as pessoas da Terra são os que não temem a Deus e não guardam os Seus mandamentos. Elas não só foram surpreendidas por esta mudança inesperada dos acontecimentos, mas também ficaram com medo. O mundo estava pensando que as duas testemunhas haviam sido silenciadas para sempre, mas depois de apenas alguns dias, as testemunhas de Deus se levantaram de uma maneira forte.

*** A grande voz do céu chamou as testemunhas para o céu ***: Uma vez que Deus soprou vida em Suas testemunhas, Ele as chamou de volta para Si, "e subiram ao céu em uma nuvem” (Apocalipse 11:12) . Esta sequência de eventos nos faz lembrar da ressurreição e ascensão de Jesus. No terceiro dia após Sua morte na cruz, Jesus ressuscitou. Sua ascensão em uma nuvem aconteceu algum tempo depois, após ter passado alguns dias com os discípulos (Atos 1:3, 9). o tempo entre a ressurreição e ascensão foi gasto ensinando Seus discípulos a respeito de tudo o que as escrituras tinham a dizer sobre Ele (Lucas 24:44-45). O versículo em Apocalipse não diz quanto tempo passou entre a ressurreição das testemunhas e sua ascensão. O verso não diz se isso aconteceu imediatamente ou se elas passaram algum tempo na Terra continuando seu testemunho. Porem, as semelhanças com a morte e ressurreição de Cristo nos faz pensar que elas não foram levadas para o Céu imediatamente.

Vamos manter em mente que toda a visão sobre as testemunhas é simbólica. As testemunhas não são um grupo específico de pessoas. Como vimos antes no estudo #72, as duas testemunhas representam a Bíblia e a Igreja. Quando temos esses dois elementos juntos, temos a pregação ativa do Evangelho ao mundo. O foco da visão com as duas testemunhas é a pregação do Evangelho às nações.

*** Visão Geral ***: O mundo pensou que tinha destruído a Palavra de Deus e Seu povo. Comemorou ainda a morte das duas testemunhas de Deus. Obras humanas, no entanto, nunca prevalecerão contra a Verdade de Deus. Diversas vezes, ao longo da História, os infiéis tentaram destruir a Bíblia e os verdadeiros seguidores de Deus. Mesmo quando a situação parecia sem esperança, Deus demonstrou Seu poder e novamente deu vida a Sua verdade, dando-se a conhecer mais uma vez. Assim como Elias e Moisés foram levados para o céu no final de suas carreiras proféticas, e assim como Jesus subiu ao Céu quando Seu trabalho na Terra foi concluído, as duas testemunhas de Deus também serão recompensadas no final, uma vez que a sua missão tiver terminado. Deus continuará a dar às pessoas uma chance, enquanto ainda houver aqueles que quiserem se voltar para Ele. Nós vamos descobrir em nosso próximo estudo se a demonstração do poder de Deus na vida das duas testemunhas serviu de oportunidade para chamar infiéis ao arrependimento.

9  E homens de vários povos, e tribos, e línguas, e nações verão seus corpos mortos por três dias e meio, e não permitirão que os seus corpos mortos sejam postos em sepulcros.

10  E os que habitam na terra se regozijarão sobre eles, e se alegrarão, e mandarão presentes uns aos outros; porquanto estes dois profetas tinham atormentado os que habitam sobre a terra.

 

PARTE 4

 

*** Povos, e tribos, e línguas, e nações ***: Mais uma vez vemos a distinção entre as pessoas que pertencem a Deus e as pessoas que não se voltaram para Deus. Ambos os versos (Apocalipse 11:9-10) começam mencionando as pessoas que se opõem às duas testemunhas de Deus. A expressão "povos e tribos, línguas e nações" foi utilizada anteriormente no livro de Apocalipse. Em Apocalipse 10:11, a voz do Céu chama João para profetizar "outra vez a muitos povos, e nações, e línguas e reis." Nos versículos anteriores, o texto focaliza as testemunhas de Deus, em quem elas eram e o que elas faziam. Vemos uma mudança nos versículos 9 e 10. As testemunhas estão mortas no meio da rua, e o leitor pode agora ver o que o resto das pessoas estavam fazendo na "grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito" (Apocalipse 11:8). Em Apocalipse 14:6-7, vemos que a mensagem que está sendo enviada para as nações é uma mensagem que aponta para a Verdade de Deus, chamando as pessoas ao arrependimento: "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo, Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." O anjo tinha o "evangelho eterno", e estava fazendo um convite àqueles que "habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo" para temerem a Deus e dar-Lhe glória. Aqueles que habitam sobre a terra, e cada nação, tribo, língua e povo representam aquelas pessoas que ainda não aceitaram o Evangelho e não adoram a Deus.

*** Os cadáveres na rua por três dias e meio ***: Agora que sabemos que as "pessoas que habitam sobre a terra" não reconhecem a supremacia de Deus, podemos entender sua reação à morte de Suas testemunhas. Os habitantes da Terra ficaram apenas olhando para as testemunhas, mortas no meio da rua (Apocalipse 11:8-9), e não fizeram nada por três dias e meio. Elas não enterraram as testemunhas e nem as tiraram para fora do caminho. Isso nos faz lembrar da linguagem usada em Apocalipse 11:2, onde lemos sobre como os gentios iriam pisar sobre a Cidade Santa por quarenta e dois meses. Quarenta e dois meses é a mesma quantidade de tempo profético que as duas testemunhas tinham para pregar a mensagem de Deus: 1260 dias. Quarenta e dois meses e 1260 dias é igual a 3,5 anos. Como dissemos muitas vezes antes em nossos estudos, em profecia, um dia = 1 ano profético (veja os estudos #16, #20, #68, #71 e #72 para uma explicação mais aprofundada). Apocalipse 11:9 nos diz que as testemunhas foram deixadas mortas na rua por 3,5 dias, que profeticamente equivale a 3,5 anos. Comparado com 1260 anos de pregação, permanecer morto na rua por 3,5 anos não parece ser um tempo muito longo. É evidente que o versículo está comparando o período em que as testemunhas ficaram mortas com o tempo que eles estavam vivas profetizando: 1 dia profético permanecendo mortas para cada ano profético que elas pregaram vestidas de saco.

Como vimos no estudo #74, o período de 1260 anos aconteceu durante a Idade Média, culminando com a Revolução Francesa. Durante a Revolução Francesa, o governo estabeleceu uma nova religião ateísta, o Culto à Razão, visando substituir o cristianismo (10 de Novembro de 1793). Podemos certamente procurar eventos relacionados ao cristianismo e à Bíblia que aconteceram 3,5 anos após a Razão ter sido elevada ao status de religião, mas perderíamos o ponto principal, se isso fosse tudo o que fizéssemos. Apocalipse 11:8-9 contêm pistas importantes para entendermos o objetivo principal do simbolismo usado no texto bíblico:

- Povos e tribos, línguas e nações: A reação à morte das duas testemunhas vai além do povo da França. Ela incluiu todo o planeta. Embora nem todos os países estivessem satisfeitos com o que os líderes franceses estavam fazendo no momento, os ideais por trás da nova religião permaneciam fortes. A Era do Iluminismo ou Era da Razão, como era chamada, dominou todo o mundo durante o século 18. Apesar de ter sido iniciada na França, o movimento não se limitou somente a esse país.

A grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito: A palavra-chave nessa frase é 'espiritualmente'. A atitude que tinham para com Deus é o que caracteriza o aspecto espiritual do problema na época. A França tinha seus próprios objetivos e estava lutando suas batalhas políticas. Nem todos os conflitos tinham um fundo religioso. No âmbito geral, suas batalhas são irrelevantes. Sua rejeição de Deus é o que está sendo enfatizado nos textos bíblicos, não suas guerras mesquinhas.

A cidade onde também o seu Senhor foi crucificado: Foi com essa mentalidade de rejeição ao ensino de Deus que a nação judaica não aceitou a Jesus e o mandou para a Cruz. Assim como as duas testemunhas, o tempo que Jesus profetizou na Terra foi 3,5 anos. No Seu caso, foram 3,5 anos literais. Ao fim desse tempo, Ele morreu.

*** Os moradores da Terra comemorando ***: Agora podemos começar a ver o que esses versos estão tentando nos dizer. Eles estão comparando o caminho das duas testemunhas com o de Cristo. A diferença surge no fato de as testemunhas permaneceram sem sepultamento, enquanto Jesus foi colocado em uma tumba. As testemunhas sofreram uma humilhação terrível tendo-se em vista os padrões da época. Isso não pareceu incomodar as nações da Terra. Pelo contrário. Elas estavam comemorando a morte dos mensageiros de Deus. A Bíblia fala sobre os comportamentos comumente exibidos por aqueles que rejeitaram a mensagem de Deus. Um exemplo é a respeito das pessoas no tempo de Noé: "E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca" (Mateus 24:37-38). Lemos sobre um outro exemplo em Daniel 5, quando o rei Belsazar, cheio de auto-confiança, estava dando uma festa usando os utensílios que pertenciam ao tabernáculo de Deus. Enquanto ele estava celebrando, mal sabia ele que seu reino estava sendo tomado por seu inimigo. O padrão aqui é que aqueles que rejeitam a mensagem de Deus parecem simplesmente prosseguir com o seu dia, festejando, pisando sobre a Verdade, como se nada mais importasse. Apesar dos avisos enviados por Deus, eles parecem não estar cientes do que irá vir sobre eles - destruição pelo dilúvio ou pelo ataque inimigo, como vimos em nossos dois exemplos.

*** As duas testemunhas atormentando as pessoas da Terra ***: Podemos nos perguntar, por que exatamente elas estavam celebrando a morte das duas testemunhas? Apocalipse 11:10 parece responder a essa pergunta: é porque as duas testemunhas estavam atormentado as pessoas da Terra. O versículo menciona as duas testemunhas como sendo os "dois profetas". Em toda a Bíblia, vemos o trabalho dos profetas, chamando as pessoas e os líderes ao arrependimento. Um exemplo deste "tormento" é visto quando Deus mandou Elias chamar o rei Acabe ao arrependimento, e enviou 3,5 anos de seca sobre a terra por causa da sua idolatria (1 Reis 16:29-33 e 1 Reis 17:1; Lucas 4:25; Tiago 5:17). Quando Acabe se encontrou com Elias após 3,5 anos, Acabe chamou o profeta de "o perturbador de Israel": "E sucedeu que, vendo Acabe a Elias, disse-lhe: És tu o perturbador de Israel?" (1 Reis 18:17). Isso é exatamente o que aqueles que rejeitam a Deus pensam a respeito dos Seus mensageiros. O que eles pregam os atinge em seu ponto vulnerável, e isso os torna desconfortáveis. Eles veem o povo de Deus como perturbadores, ameaçando sua falsa sensação de segurança. A resposta de Elias a Acabe esclarece o cenário e identifica qual é o verdadeiro problema: "Então disse ele: Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes a Baalim," (1 Reis 18:18).

*** Visão Geral***: Quando a nova religião que substituiu a Verdade de Deus pelo raciocínio humano começou, as duas testemunhas de Deus pereceram. Elas foram apagadas, e permaneceram mortas nas ruas do mundo. As nações da Terra assistiram essa cena por 3,5 anos, e não fizeram nada para restaurar sua dignidade. Pelo contrário, elas celebraram o aparente fim daqueles que estavam constantemente lhes lembrando de se arrependerem e se voltarem a Deus. Mesmo Deus tendo advertido suas perigosas escolhas ateístas e alertado sobre as consequências inevitáveis, elas ainda preferiram rejeitar o Evangelho e levar uma vida centrada na lógica humana e nos prazeres temporários. As filosofias iniciadas com a Era do Iluminismo ainda estão vivas hoje. Seus argumentos ainda podem enganar aqueles que não estão ligados a Deus. O mundo verá os cristãos como uma ameaça à sua ordem. Os cristãos serão marcados como perturbadores. Como Jesus disse: "E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo." (Marcos 13:13). Não podemos perder o foco no prêmio que aguarda aqueles que permanecem fiéis até o fim: a vida eterna com Deus.

9  And they of the people and tribes and tongues and nations shall see their dead bodies three days and a half, and shall not allow their dead bodies to be put in graves.

10  And they that dwell upon the earth shall rejoice over them, and make merry, and shall send gifts one to another; because these two prophets tormented them that dwelt on the earth.

 

PART 4

 

*** The people and tribes and tongues and nations ***: Once again we see the distinction between the people who belong to God and the people who have not come to God. Both verses (Revelation 11:9 and 10) start out by mentioning the people who oppose God's two witnesses. The expression "people and tribes and tongues and nations" was used earlier in the book. In Revelation 10:11, the voice from Heaven called John to "prophesy again about many peoples, and nations, and tongues, and kings." In the previous verses, the text focused on God's witnesses, who they were and what they did. We see a shift in verses 9 and 10. The witnesses are dead in the middle of the street, and the reader can now learn what the rest of people were doing in the "great city, which spiritually is called Sodom and Egypt" (Revelation 11:8). In Revelation 14:6-7, we see that the message being sent out to the nations is a message pointing to God's Truth, calling them to repentance: "And I saw another angel fly in midheaven, having the everlasting gospel to preach unto them that dwell on the earth, and to every nation, and tribe, and tongue, and people, Saying with a loud voice, Fear God, and give glory to him; for the hour of his judgment has come: and worship him that made heaven, and earth, and the sea, and the fountains of waters." The angel had the "everlasting Gospel", and made an invitation to those who "dwell on the earth, and to every nation, and tribe, and tongue, and people" to fear God and give Him glory. Those who dwell on the earth, and every nation, tribe, tongue, and people represent those people who have not yet accepted the Gospel and do not worship God.

*** Dead bodies on the street for three and a half days ***: Now that we know that the "people who dwell upon Earth" do not recognize God's supremacy, we can understand their reaction to the death of His witnesses. The Earth-dwellers just stared at the witnesses, dead, lying down in the middle of the street (Revelation 11:8,9) and did nothing for three and a half days. They didn't bury the witnesses and they didn't move them out of the way. This reminds us of the language used in Revelation 11:2, where we read about how the gentiles would tread the Holy City under foot for forty-two months. Forty-two months is the same amount of prophetic time the two witnesses had to preach God's message, 1260 days. Forty-two months and 1260 days equal 3.5 years. As we said many times before in our studies, in prophecy, 1 day = 1 prophetic year (see studies #16, #20, #68, #71 and #72 for a more in-depth explanation). Revelation 11:9 tells us that the witnesses were left dead on the streets for 3.5 days, which prophetically equals 3.5 years. Compared to 1260 years of preaching, 3.5 years of being left dead on the street is not a very long time. It is evident that the verse is comparing the period the witnesses stayed dead to the time they were alive prophesying: 1 prophetic day of being dead to each prophetic year they preached in sackcloth.

As we saw in study #74, the period of 1260 years happened during the Middle Ages, culminating with the French Revolution. During the French Revolution, the government established a new atheistic religion, the Cult of Reason, which was intended to substitute Christianity (November 10, 1793). We can certainly search for events related to Christianity and the Bible that happened 3.5 years after Reason was elevated to the status of religion but we would be missing the main point if that is all we do. Revelation 11:8-9 contain important clues as to the main objective of the symbolism used in the Biblical text:

The people and tribes and tongues and nations: The reaction to the death of the two witnesses goes beyond the people of France. It includes the whole planet. While not every country was happy with what the French leaders were doing at the time, the ideals behind the new religion stood strong. The Age of Enlightenment or Age Reason, as it was called, dominated the whole world during the 18th century. Although it was initiated by France, the movement was not limited to that country only.

The great city was spiritually called Sodom and Egypt: The key word in this sentence is 'spiritually'. The attitude they had towards God is what characterizes the spiritual aspect of the problem at hand. France had their agenda and they were fighting their political battles. Not all of the battles had a religious motive. In the grand scheme of things, their battles are irrelevant. Their rejection of God is what is being emphasized in the Biblical texts, not their petty wars.

The city where also our Lord was crucified: It was with that mindset of rejection to God's teaching that the Jewish nation rejected Jesus and sent Him to the Cross. Just like the two witnesses, Jesus' time prophesying was 3.5 years. In His case, those were 3.5 literal years. At the end of that time, He died.

*** The people of the Earth celebrated ***: Now we can begin to see what these verses are trying to tell us. They are comparing the path of the two witnesses to Christ's. The difference comes when the witnesses remained without burial, while Jesus was placed in a tomb. The witnesses suffer a terrible humiliation based on the standards of the time. That did not seem to bother the nations of the Earth. On the contrary. They were celebrating the death of God's messengers. The Bible talks about the behaviors commonly displayed by those who rejected God's message. The first example is about the people in Noah's time: "But as the days of Noah were, so shall also the coming of the Son of man be. For as in the days that were before the flood they were eating and drinking, marrying and giving in marriage, until the day that Noah entered into the ark" (Matthew 24:37-38). We read about another example in Daniel 5, when the over-confident king Belshazzar was throwing a feast using the utensils which belonged to God's tabernacle. While he was celebrating, unknowingly to him, his kingdom was being taken over by his enemy. The pattern here is that those who reject God's message seem to just go about their day, celebrating, trampling over the Truth, as if nothing else mattered. Despite the warnings sent by God, they seem unaware of what is coming their way - destruction by flood or enemy attack, as we saw in our two examples.

*** The two witnesses tormented the people of the Earth ***: We can ask ourselves, why exactly were they celebrating the death of the two witnesses? Revelation 11:10 seems to answer that question: it's because the two witnesses tormented the people of the Earth. The verse refers to the two witnesses as the "two prophets". Throughout the Bible, we see the work of prophets, calling the people and leaders to repentance. One example of this "torment" is seen when God sent Elijah to call king Ahab to repentance and sent 3.5 years of drought over the land because of their idolatry (1 Kings 16:29-33 to 1 Kings 17:1; Luke 4:25; James 5:17). When Ahab met with Elijah after 3.5 years, Ahab called the prophet the one "that troubles Israel": "And it came to pass, when Ahab saw Elijah, that Ahab said unto him, Are you he that troubles Israel?" (1 Kings 18:17). This is exactly what those who reject think about God's messengers. What they preach touches them in a vulnerable place, and that makes them uncomfortable. They see God's people as trouble makers, threatening their false sense of security. Elijah's answer to Ahab clarifies the scenario and identifies what the problem actually is: "And he answered, I have not troubled Israel; but you, and your father's house, in that you have forsaken the commandments of the LORD, and you have followed Baalim." (1 Kings 18:18).

*** Overview ***: When the new religion that substituted God's Truth for human reasoning began, God's two witnesses perished. They were shut down and remained dead on the streets of the world. The nations of the Earth watched them for 3.5 years and did nothing to restore their dignity. On the contrary, they celebrated the apparent end of those who were constantly reminding them to repent and come to God. Even though God had warned them about their dangerous atheistic choices and inevitable consequences, they still preferred to reject the Gospel and pursue a life centered in human logic and temporary pleasures. The philosophies initiated with the Age of Enlightenment are still alive today. Their arguments can still deceive those who are not connected to God. The world will see Christians as a threat to their order. Christians will be labeled as troublemakers. As Jesus said, "And you shall be hated of all men for my name's sake: but he that shall endure unto the end, the same shall be saved." (Mark 13:13). Let's not lose focus of the prize awaiting those who remain faithful to the end: eternal life with God.

7  E, quando acabarem o seu testemunho, a besta que sobe do abismo lhes fará guerra, e os vencerá, e os matará.

8  E jazerão os seus corpos mortos na praça da grande cidade que espiritualmente se chama Sodoma e Egito, onde o nosso Senhor também foi crucificado.

 

PARTE 3

 

*** Quando acabarem o seu testemunho ***: Apocalipse 11:7 começa falando de um prazo que determina quando o próximo evento irá acontecer. Esse tempo é referente ao mesmo em que as duas testemunhas acabam o seu testemunho. Para descobrirmos quando isto ocorrerá, precisamos retornar a Apocalipse 11:3, onde aprendemos que as duas testemunhas profetizam vestidas de saco por 1.260 dias. Os eventos descritos no versículo 7 e 8 não acontecerão até que esse tempo tenha acabado. Como vimos no estudo #71, o período de 1.260 dias proféticos (ou 42 meses / 3,5 anos proféticos) é igual a o tempo literal de 1.260 anos durante a Idade Média (veja também o estudo #16, #20 e #68 para uma explicação detalhada). Sabemos disso porque o livro de Daniel também menciona este mesmo período de tempo, que iria ocorrer durante o Império Romano (Daniel 7:25).

*** A besta que emerge do abismo ***: No final desse período de 1.260 anos, a besta que emerge do abismo iria surgir e guerrear contra as duas testemunhas (Apocalipse 11:7 ). Essa mesma besta é também mencionada como a besta que emerge do mar (Apocalipse 13:1-10). A expressão em grego traduzida como o abismo, ou o poço do abismo é abussos, que significa "o abismo, profundidade insondável", e também morada dos espíritos malignos. É do abismo que a força inimiga sai, simbolizada pelo exército de gafanhotos (Apocalipse 9:1-2, Apocalipse 13:7; Daniel 7:21; veja também o estudo #57). Com base em todas essas passagens, podemos entender que a guerra sendo travada contra o povo de Deus e Sua mensagem ocorreu após o período de testemunho enquanto vestidos de saco. O ataque é liderado por poderes satânicos, uma vez que a besta que ataca as duas testemunhas sai do abismo. Mas quem ou o que é esta besta? Ele definitivamente não é um animal grotesco vindo para atacar a igreja. O ataque é real, mas devemos entender o símbolo, a fim de compreendermos quem é o atacante.

O elemento 'besta' também foi utilizado no livro de Daniel como um símbolo de um poder político e religioso que pudesse dominar o povo de Deus durante um determinado período de tempo (Daniel 7:17, 21). Esta besta não é Satanás, porque Apocalipse menciona Satanás como sendo o dragão (Apocalipse 12:9). A besta que sai do mar recebe poder diretamente do dragão (Apocalipse 13:2). O foco do verso não necessariamente está na identificação precisa dessa besta. Basicamente, a informação dada nos textos informa ao leitor que essa besta é um agente demoníaco responsável pela morte das duas testemunhas. Vamos estudar a identidade da besta nos próximos capítulos de Apocalipse.

*** Corpo morto na rua ***: A besta que sai do abismo acaba matando as duas testemunhas. Seria de se esperar que as duas testemunhas tivessem cada uma seu próprio corpo caído onde elas tinham sido mortas. Não é isso o que lemos em Apocalipse 11:8. Como Stefanovic menciona em seu livro*, a expressão em grego está escrita no coletivo singular "to ptōma autōn", que significa "o corpo morto deles". Apocalipse 11:9, o texto original em grego também inclui esta referência no singular, e só depois o texto volta para a forma plural 'corpos' (ptōmata). Vimos essa unidade das duas testemunhas em Apocalipse 11:5, onde vemos a expressão apresentada no singular: "a boca deles" (tou stomatos autōn). As duas testemunhas são uma unidade. O mensageiro e a mensagem, unidos para a divulgação da verdade de Deus ao mundo - a Igreja fiel e a Escritura, trabalhando em conjunto. Como elas viviam como uma unidade testemunhando, eles também morreram como um só, na mão desse poder político representado pela besta que vem do abismo. O "corpo deles" estava deitado no meio da cidade, em desgraça. Nos tempos antigos, deixar os mortos sem sepultamento era uma grande tragédia e humilhação (1 Reis 13:22-31; Salmo 79:3,4; Jeremias 8:1-2; Jeremias 14:16). Deixando as testemunhas sem um enterro apropriado seria como tirar sua dignidade.

*** A grande cidade onde Cristo foi crucificado ***: De acordo com Apocalipse 11:8, as duas testemunhas morreram na mesma grande cidade em que Cristo foi morto. O texto, no entanto, é simbólico, e menciona duas grandes cidades, e nenhuma delas está diretamente apontando para Jerusalém. Em contraste às duas testemunhas que têm um só corpo, temos aqui uma cidade que tem dois nomes. Como diz o texto, a referência é espiritual. As duas cidades mencionadas, Sodoma e Egito, devem ser entendidas em um contexto espiritual: "a grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito" (Apocalipse 11:8). Assim como Jesus, as duas testemunhas foram rejeitadas e perseguidas antes de morrer.

Sodoma: esta grande cidade é conhecida pela maldade e comportamentos imorais de seus cidadãos (Gênesis 18:20,21; Gênesis 19:4-11).

Egito: esta grande cidade, em relação ao povo de Deus, é conhecida por sua arrogância quanto ao reconhecimento da soberania de Deus, como vemos nas palavras do faraó: "Quem é o Senhor, cuja voz eu ouvirei, para deixar ir Israel? Não conheço o Senhor, nem tampouco deixarei ir Israel." (Êxodo 5:2).

De certa forma, ambas as cidades oprimiram o povo de Deus que ali viveram. E Deus teve que intervir em ambas as ocasiões. A grande cidade, onde as duas testemunhas morreram demonstra arrogância imoral e autossuficiência, onde os valores centralizados em Deus não são acolhidos. Imoralidade espiritual refere-se ao envolvimento com falsos ensinamentos que levam à completa negação da divindade de Deus. Isso é exatamente o que aconteceu em Jerusalém, quando os líderes judeus ignoraram todas as profecias que apontavam para Jesus. Eles se recusaram a apoiar a mensagem de Jesus, o que os levou a negar a divindade de Cristo. Eles rejeitaram completamente o Seu sacrifício.

*** Aplicação Profética ***: A grande evidência que aponta para o tempo na história em que a morte das duas testemunhas aconteceu é encontrada no período profético fornecidos nos textos de Apocalipse 11:3,4,7 e Daniel 7:25. As testemunhas foram autorizadas a pregar por 1.260 anos, e então elas seriam mortas. Esse período, como mencionamos anteriormente, ocorreu durante o tempo da Idade Média. Com base nesses versos, vemos que um evento aconteceria, onde Deus seria negado publicamente, em um ato de imoralidade espiritual. Isto significa que crenças ateístas seriam amplamente promovidas. Muitas vezes na Bíblia, Deus se refere à Sua relação com Seu povo como ao de um casal de noivos. A relação deve ser tão sólida e fiel como a de um marido e mulher. Quando os israelitas se envolveram em rituais pagãos e quebraram seu pacto com Deus, Deus comparou esse ato com adultério ou prostituição (Ezequiel 16:15-59; Oséias 1:2). É nesse sentido que a imoralidade espiritual, simbolizada pela cidade de Sodoma, combinado com as filosofias ateísticas e arrogantes, simbolizadas pelo Egito, precisam ser compreendidas. Após a Idade Média, houve um período na história em que o mundo presenciou um movimento com essas características, ocorrido justamente durante a Revolução Francesa. A razão estava sendo valorizada acima de tudo, e a Bíblia e o cristianismo estavam sendo abertamente rejeitados e desprezados. A cena em que as duas testemunhas são mortas nas praças da rejeição de Cristo certamente se aplicam ao que aconteceu durante a Revolução Francesa. Essa interpretação não pára por aí e vai além disso. Esse cenário vai estar presente em diferentes intensidades até a Segunda Vinda de Jesus. Certamente essa situação se tornará cada vez mais intensa à medida que nos aproximamos dos acontecimentos finais desse mundo.

*** Visão Geral ***: Depois que o tempo permitido para a sua pregação se esgotou, as duas testemunhas, foram perseguidas e mortas. A mensagem de Deus foi desprezada e rejeitada. O culto à razão tomou o lugar de Deus. É importante entender o ataque às duas testemunhas não como um ataque a uma denominação em particular na época da Revolução Francesa. Foi um ataque à verdade de Deus, representada por Seus verdadeiros seguidores e pela Bíblia. A ênfase na "grande cidade, que espiritualmente se chama Sodoma e Egito" (Apocalipse 11:8) nos diz que temos de nos concentrar no aspecto espiritual de qualquer evento histórico que a profecia esteja apontando. A elevação da razão como um substituto de Deus chegou a um estado de imoralidade espiritual. Ela foi promovida em nome da paz e da iluminação do pensamento humano. Deus e Sua mensagem estavam sendo rejeitados, da mesma forma como Jesus foi rejeitado antes da cruz.

 

 

*Comentário Bíblico de Stefanovic: Revelation of Jesus Christ.

7  And when they shall have finished their testimony, the beast that ascends out of the bottomless pit shall make war against them, and shall overcome them, and kill them.

8  And their dead bodies shall lie in the street of the great city, which spiritually is called Sodom and Egypt, where also our Lord was crucified.

 

PART 3

 

*** When they shall have finished their testimony ***: Revelation 11:7 starts out by giving us a time frame of when the next event will take place. The time is when the two witnesses finish their testimony. To find out when that is, we need to go back to Revelation 11:3, where we learned the two witnesses would prophesy in sackcloth for 1260 days. The events described in verse 7 and 8 will not take place until that time was over. As we've seen in study #71, the period of 1260 prophetic days (or prophetic 42 months/3.5 years) equals a literal time of 1260 years during the Dark Ages (see also studies #16, #20 and #68 for a detailed explanation). We know this because the book of Daniel also mentions this same period of time, which happened during the Roman Empire (Daniel 7:25).

*** The beast that ascends out of the bottomless pit ***: At the end of that period of 1260 years, the beast that comes out of the bottomless pit would come out and make war against the two witnesses (Revelation 11:7). This same beast is also referred as the beast coming out of the sea (Revelation 13:1-10). The expression translated as the abyss, or the bottomless pit is the Greek word abussos, which means "the abyss, unfathomable depth", and also the abode of evil spirits. It is from the bottomless pit that the enemy forces come out symbolized by the army of locusts (Revelation 9:1-2, Revelation 13:7; Daniel 7:21; see also study #57). Based on all these passages, we can understand that the war being waged against God's people and their message happened after the period of testifying in sackcloth. The attack is led by satanic powers, since the beast attacking the two witnesses comes out of the bottomless pit. But who or what is this beast? It is most definitely not an actual grotesque animal coming to attack the church. The attack is real, but we must understand the symbol in order to understand who is the attacker.

The element 'beast' was also used in the book of Daniel as a symbol for a politico and religious power that would overcome God's people for a certain period of time (Daniel 7:17, 21). This beast is not Satan, because Revelation refers to Satan as the dragon (Revelation 12:9). The beast that comes out of the sea receives power directly from the dragon (Revelation 13:2). The focus of the verse in not necessarily on the precise identification of the beast. Basically, the information given in the texts informs the reader that this beast is a demonic agent responsible for the death of the two witnesses. We will study the identity of the beast in later chapters of Revelation.

*** Dead body on the street ***: The beast coming out of the abyss ends up killing the two witnesses. We would expect that the two witnesses would each have their own body lying down where they had been killed. This is not what we read in Revelation 11:8. As Stefanovic mentions in his book*, the expression in Greek is written in the collective singular "to ptōma autōn", which means "the dead body of them". In the Greek version, Revelation 11:9 also includes this reference in the singular, and only then the text switches back to the plural form 'bodies' (ptōmata). We saw this unity of the two witnesses in Revelation 11:5, where we read the expression stated in the singular form: "the mouth of them" (tou stomatos autōn). The two witnesses are a unit. The messenger and the message, working as one to spread God's truth to the world - the faithful Church and Scripture, working together. As they lived in one accord, witnessing, they also died as one, at the hand of this political power represented by the beast that comes from the abyss. The "body of them" was lying down on the street in disgrace. In ancient times, depriving people from burial was great tragedy and a form of humiliation (1 Kings: 13:22-31; Psalm 79:3; Jeremiah 8:1-2;Jeremiah 14:16). Leaving the witnesses without a proper burial was like taking away their dignity.

*** The great city where Christ was crucified ***: According to Revelation 11:8, the two witnesses died in the same great city as Christ. The text, however, is symbolic, and it mentions two great cities, and none of them is directly stated as Jerusalem. In contrast to the two witnesses that have one body, here we have one city that has two names. As the text says, the reference is spiritual. The two cities mentioned, Sodom and Egypt, are to be understood in a spiritual context: "the great city, which spiritually is called Sodom and Egypt" (Revelation 11:8). Just like Jesus, the two witnesses were rejected, and persecuted before dying.

Sodom: this great city is known for the wickedness and immoral behaviors of its citizens (Genesis 18:20,21; Genesis 19:4-11).

Egypt: this great city, in relation to God's people, is known for their arrogance towards acknowledging God's sovereignty, in the words of pharaoh "Who is the LORD, that I should obey his voice to let Israel go? I know not the LORD, neither will I let Israel go" (Exodus 5:2).

In a way, both cities were oppressing God's people living there. And God had to intervene in both occasions. The great city where the two witnesses died had immoral and self-sufficient arrogance, where God centered values were not upheld. Spiritual immorality refers to the engaging in false teachings that lead to the complete denial of the deity of God. That is exactly what happened in Jerusalem, when the Jewish leaders ignored all the prophecies that pointed to Jesus. They actively refused to support Jesus' message, which led them to deny the divinity of Christ. They completely rejected His sacrifice.

*** Prophetic application ***: The big clue pointing to the actual time in History when the death of the two witnesses happened is found in the prophetic period provided in the texts of Revelation 11:3,4,7 and Daniel 7:25. The witnesses would be allowed to preach for 1260 years, and then they would be killed. That period, as we mentioned previously, corresponds to the time of the Dark Ages. Based on those verses, an event would happened, where there would be a public denial of God, in an act of spiritual immorality. This means that atheistic beliefs would be widely promoted. Often in the Bible, God refers to His relationship with His people as that of a bride and a groom. It should be a relationship as solid and faithful as that of a husband and a wife. When the Israelites involved themselves with pagan rituals and broke their covenant, God compared that to adultery or harlotry (Ezekiel 16:15-59; Hosea 1:2). It is in this sense that spiritual immorality, symbolized by the city of Sodom, combined with atheistic and arrogant views, symbolized by Egypt, need to be understood. After the Dark Ages, there was a period in history where the world saw a movement with these exact characteristics during the French Revolution. Reason was being valued above all else, and the Bible and Christianity were being openly rejected and despised. The scene of the two witnesses dead on the streets of the rejection of Christ certainly apply to what happened during the French revolution. That is not where it stops, the interpretation goes beyond that. This scenario is one that will be present in different degrees until the Second Coming. This situation may become more and more intense as we approach the finals events of this world.

*** Overview ***: After the time allowed for their preaching, the two witnesses, they were persecuted and killed. God's message was despised rejected. The cult of reason took its place. It is important to understand the attack on the two witnesses not as an attack on a particular denomination at the time of the French Revolution. It was an attack on God's truth, represented by His true followers and the Bible. The emphasis on "the great city, which spiritually is called Sodom and Egypt" (Revelation 11:8) tells us that we must focus on the spiritual aspect of any historical event which prophecy is pointing to. The rise of reason as a substitute for God reached a status of spiritual immorality. It was promoted in the name of peace and human enlightenment. God and His message were being rejected, just as Jesus was rejected before the cross.

 

 

* Stefanovic's Bible commentary: Revelation of Jesus Christ.

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