11 E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como o dragão.

12 E exerce todo o poder da primeira besta na sua presença, e faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada.

 

PARTE 1

 

*** Contexto Geral ***: Durante os últimos sete estudos, nos aprofundamos nos detalhes que envolvem a besta que saiu do mar, que foi o primeiro dos aliados de Satanás neste planeta. Aprendemos que a primeira besta é um poder religioso e político que procura dominar e enganar o mundo. Como vimos no estudo #86, o termo ‘besta’ é usado na Bíblia para se referir a uma força governamental de influência global. O simbolismo em Apocalipse 13 não pára no termo ‘besta’. Todo o capítulo inclui muitos símbolos, inclusive o lugar de origem da besta. A primeira besta saiu do mar. O termo ‘mar’ é uma referência a uma parte do planeta que o dragão queria reivindicar para si mesmo quando foi expulso do Céu. A Bíblia diz que, depois que o dragão perdeu a guerra no Céu, ele dirigiu a sua atenção para os habitantes do mar e da terra (Apocalipse 12:12, ver também estudos #84 e #85). A porção do planeta em que Satanás estava interessado era o próprio povo.

*** Uma segunda besta ***: Em sua visão, João tinha testemunhado a primeira besta emergir do mar. Depois que ele descreveu as atividades da besta que saiu do mar e a ferida mortal que ela recebeu, ele passou a contar que viu mais uma besta surgir. A segunda besta veio da terra, a outra parte do planeta que Satanás estava reivindicando para si próprio. Isso significa que Satanás queria conquistar toda a população do mundo. A besta que saiu da terra era um novo governo poderoso.

Em Apocalipse 12:13-16, lemos sobre como Satanás perseguiu a Igreja, retratada como a mulher, e como Deus tinha preparado para ela um lugar de refúgio. Então vimos como Satanás atacou a mulher com uma terrível enchente de água que saiu de sua boca. A água levou embora a mulher, mas a terra veio em seu socorro e engoliu a água. Note como a terra, que ajudou a mulher, é também o lugar de origem da segunda besta. O que temos em Apocalipse 13 é a expansão dos detalhes sobre a guerra contra o povo de Deus visto no capítulo 12. Os mesmos elementos estão presentes no capítulo 13. A água que sai da boca da besta são as mentiras que Satanás está espalhando sobre Deus e sobre salvação. Apocalipse 12:16 diz que a terra engoliu a enchente, ‘salvando’ assim a mulher. Na realidade, a terra ficou contaminada pelos falsos ensinamentos que saíram da boca do dragão. É a partir desta terra contaminada que a segunda besta emerge. Devemos entender que a besta que saiu da terra tem o mesmo discurso venenoso que o dragão. Sabemos disso porque ela fala como o dragão (Apocalipse 13:11).

*** Ela tem chifres como um cordeiro, mas fala como um dragão ***: A primeira besta tinha uma aparência muito semelhante ao próprio dragão, com dez chifres e sete cabeças. Nesse sentido, se parecia com o dragão e também agia como o dragão. A besta que saiu da terra, no entanto, não se parece com o dragão. Ela só tem dois chifres e realmente se parece com um cordeiro. Em Apocalipse 5:6, vimos Jesus como o “um Cordeiro, como havendo sido morto, e tinha sete pontas e sete olhos”. A besta que saiu da terra se apresenta de forma muito favorável, com a aparência de um cordeiro, uma figura semelhante à de Cristo. A besta que saiu da terra se parece com um cordeiro, mas não é exatamente como o Cordeiro que foi morto. Ao lermos o próximo atributo da besta, descobriremos que, apesar de ser parecida com um cordeiro inocente, seu verdadeiro caráter e lealdade se alinham com Satanás, porque ela prega a mensagem do dragão. A apresentação externa da besta parece ser apenas um meio de enganar as pessoas e distraí-las de sua verdadeira agenda satânica. Por causa das semelhanças entre a primeira besta e a besta descrita em Daniel 7, é mais fácil identificar quem é representado pelos dez chifres. No entanto, os dois chifres na segunda besta não são tão fáceis de compreender plenamente. Ainda assim, podemos ver a natureza dupla da segunda besta na maneira como João a descreveu:

- Ela tem dois chifres (Apocalipse 13:11)
- Ela se parece com um cordeiro por fora, mas na verdade é como um dragão por dentro (Apocalipse 13:11)
- Ela mesma tem grande poder, mas o usa para dirigir a adoração a outra entidade (Apocalipse 13:12)
- Ela deslumbra as pessoas com grandes milagres, mas persegue quem não quer obedecer aos seus decretos (Apocalise 13:14-15)
- Ela dá vida a uma imagem, mas mata pessoas reais (Apocalipse 13:15)

Apocalipse 13:14 diz que a besta que saiu da terra engana as pessoas por meio de milagres extraordinários. A segunda besta é capaz de apresentar seus argumentos de uma maneira que os faz parecer corretos e atraentes. Agora podemos ver como a mulher em Apocalipse 12 se sentiu compelida a aceitar a ajuda da terra. A terra parecia tão amigável ao vir em seu socorro! Na realidade, a terra levou a mulher para longe do lugar que Deus havia preparado para ela.

*** Ela tem o poder da primeira besta ***: A primeira besta recebeu seus poderes do dragão (Apocalipse 13:4). A segunda besta “exerce todo o poder da primeira besta” (Apocalipse 13:12). Isto significa que a besta que saiu da terra também recebeu o poder do dragão. Mesmo que a besta que saiu da terra não se pareça com o dragão e não aparente ser ligada ao dragão, suas ações e sua mensagem refletem os valores do dragão. Suas ações fazem as pessoas quebrarem os mandamentos de Deus: ele leva as pessoas a adorarem alguém que não é Deus. Ela faz com “que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta” (Apocalipse 13:12). Assim como a primeira besta, a segunda besta não só exerceu uma influência política global quando surgiu, mas também estabeleceu sua presença na arena espiritual. No entanto, a sua abordagem diferiu significativamente. Enquanto a besta que saiu do mar procura ser adorada e ser deus na terra, a besta que saiu da terra prefere ser temida em vez de receber adoração. E assim, ela dirige o culto à besta que saiu do mar e ameaça matar a todos os que não lhe obedecem (Apocalipse 13:15).

No topo de sua influência, a besta que saiu da terra irá exercer todos os poderes da primeira besta. Isso significa que no tempo do fim, a segunda besta vai estar fazendo o que a primeira besta fez durante a Idade Média. A besta que saiu do mar perseguiu e matou aqueles que ela considerava hereges e que desejavam seguir a Bíblia e não às tradições acumuladas ao longo do tempo. Tais tradições ajudaram a fortalecer a autoridade do sistema da besta. Quanto mais as pessoas seguem cegamente a tradição, mais poder o sistema da besta recebe. A primeira besta matou e perseguiu. A segunda besta irá fazer o mesmo, e, certamente, de uma forma muito mais intensa. Jesus disse: “Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver. E, se aqueles dias não fossem abreviados, nenhuma carne se salvaria; mas por causa dos escolhidos serão abreviados aqueles dias.” (Mateus 24:21-22).

A primeira besta teve que sofrer uma ferida mortal para que um segundo poder pudesse vir e alcançar as pessoas que a haviam rejeitado. Agora temos um breve vislumbre das semelhanças entre o trabalho realizado pela segunda besta e a obra do Espírito Santo. Após a ascensão de Cristo, Deus enviou o Espírito Santo à Terra a fim convencer as pessoas “do pecado, da justiça e do juízo” e ensina-las “em toda a verdade” (João 16:5-15). A besta que saiu da terra surgiu após a besta que saiu do mar, para ensinar para as pessoas, a mensagem do dragão. Mas, uma grande diferença entre esses dois trabalhos é que a falsa trindade se estabeleceu a fim de enganar o mundo, enquanto a verdadeira Trindade está trabalhando para salvá-lo.

*** Ela direciona as pessoas a adorarem a primeira besta ***: O direcionar as pessoas para que adorem a primeira besta é a manifestação do discurso de dragão que Apocalipse diz que a segunda besta tem. De acordo com os mandamentos de Deus, não devemos adorar outros deuses (Êxodo 20:3). A primeira besta alegou ter mudado a lei de Deus, e a besta que saiu da terra manteve essa mudança. Lembre-se que a primeira besta era um sistema religioso que afirmava professar a fé cristã. A segunda besta é também um sistema que apresenta valores cristãos para o povo. Assim como o dragão, a besta que saiu da terra inclui em sua mensagem alguns elementos de verdade misturados com alguns falsos ensinamentos. Lembra como Satanás tentou a Jesus ao citar versículos da Bíblia de maneira incorreta? (Mateus 4:1-11). Lembra como a serpente convenceu Eva torcendo o que Deus lhe havia ensinado sobre a árvore? (Gênesis 3:1-5). Isso é que torna tão atraente a mensagem da besta. Os argumentos soam bons o suficiente para serem considerados bons e corretos. Jesus pôde resistir à tentação ao se apegar à verdade bíblica (“está escrito”) e à sua relação com o Pai. Eva caiu em tentação porque ela seguiu a mensagem convincente da serpente - ela se concentrou nas boas qualidades que a árvore aparentava oferecer (Gênesis 3:6). Ela abandonou a Palavra de Deus naquele momento.

Em Mateus 24:24 lemos a advertência de Jesus contra os que ensinam a fé Cristã de forma diferente da Sua mensagem original: “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” Observe a ordem em que Jesus disse que estes impostores viriam:

1) imitadores de Cristo;
2) pessoas professando uma mensagem falsa, em nome de Cristo.

As bestas que apareceram em cena, em Apocalipse 13, seguiram exatamente essa ordem. A besta que saiu do mar é um sistema de imitadores de Cristo, e a besta que saiu da terra é um sistema de falsos profetas. Tanto é, que mais adiante, em Apocalipse 16:13; 19:20; 20:10, a besta que saiu da terra é referida como falso profeta.

*** Quando surgiu a besta que saiu da terra? ***: A maior parte das atividades em que a besta que saiu da terra está envolvida, parece acontecer no tempo do fim, após a cura da ferida mortal sobre uma das cabeças da besta que saiu do mar. Mas toda a atenção que a besta que saiu da terra direciona para a besta que saiu do mar, sugere que a segunda besta está envolvida no processo de cura da ferida mortal. Houve a necessidade de um poder diferente surgir porque a primeira potência tinha recebido um golpe fatal na cabeça e já não mais podia exercer o poder necessário para conduzir suas metas no campo político, como antes. Muitas pessoas haviam tomado uma posição de oposição aos poderes da primeira besta. Então, uma vez que a primeira besta perdeu o seu poder de alcance, a segunda besta teve a oportunidade de apresentar-se e oferecer modalidades espiritual e política atraentes para as pessoas. Isso nos faz pensar que a segunda besta apareceu durante a fase “já não é”, ou seja, logo após o ferimento mortal em uma das cabeças da besta que saiu do mar (veja os estudos #92, Apocalipse 17:8). Durante nosso último estudo, vimos como o momento do ferimento mortal parece se encaixar bem com o tempo em torno da Revolução Francesa. Esse não é um tempo aleatório, mas sim, baseado nas profecias de Daniel, que devido à sua extensão, não estudaremos na lição de hoje. Em algum momento durante a Revolução Francesa, um poder governamental surgiu longe da Europa, muito amigável para com os cristãos, e também possuindo valores cristãos. As linhas definindo quais governos específicos são esses não são muito claras. Talvez isso queira nos dizer que o foco não deve estar em identificar qual nação é a besta que saiu da terra, mas sim, quais comportamentos bestiais devemos esperar.

*** Visão Geral ***: Jesus disse: “E surgirão muitos falsos profetas, e enganarão a muitos. E, por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará. Mas aquele que perseverar até ao fim, esse será salvo. E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim.” (Mateus 24:11-14). A palavra traduzida como iniquidade é a palavra grega anomia, que literalmente significa falta de lei. O amor das pessoas para o Senhor vai diminuir, porque abandonaram os princípios de Deus. Elas perderam o foco em Deus e começaram a se concentrar em si mesmas. Um estado em que as pessoas estão sem lei é um estado de pecado. A falta de lei é o objetivo final do dragão. É evidente aqui que a Lei de Deus desempenha um papel muito importante durante os eventos finais. Ela permite que os registros celestiais mostrem de que lado estamos, não para o benefício de Deus, porque Ele já sabe tudo, mas para o nosso próprio benefício e para o benefício de todo o universo. Aqueles que mantém a Lei de Deus são os que amam a Deus (Apocalipse 12:17), portanto, aqueles que não a mantém são aqueles que O rejeitam. Vimos no estudo #92 como a besta que saiu do mar e o homem do pecado (homem sem lei/'anthrōpos tēs anomias' em grego) descrito em 2 Tessalonicenses 2:3-4 são a mesma entidade. A besta que saiu da terra é um poder que parece correto e bom, mas na verdade procura levar as pessoas para longe da Lei de Deus. Ela age parecendo ser muito amigável, e atraente. Mais uma vez, devemos enfatizar: o livro do Apocalipse não lida com um único indivíduo. É sempre a respeito de um sistema que se estabeleceu para amplificar a mensagem do dragão ao mundo. A boa notícia é que realmente não importa se nós, como indivíduos, vivemos ou não sob tais governos semelhantes à besta. A Bíblia diz que o mundo inteiro está sob a influência do sistema da besta. Todo o mundo é afetado por esse sistema. Se continuarmos tentando encaixar um governo único como sendo a besta, poderemos não enxergar o fato de que os enganos vêm de todas as direções. A Bíblia diz que os líderes mundiais, bem como aqueles que habitam no planeta, beberam o vinho da fornicação oferecidos pelos agentes de Satanás (Apocalipse 17:2). Em vez disso, devemos nos concentrar no comportamento esperado que a besta que veio da terra demonstra, assim, seremos capazes de reconhecer a ocasião em que qualquer governo resolver falar como o dragão. Enganos podem vir de todas as nações, e como disse Jesus, seremos odiados por todas as nações por causa do Seu nome (Mateus 24:9). Além disso, a guerra espiritual ainda não terminou e Deus ainda está estendendo oportunidades de salvação e a verdadeira mensagem a todas as nações rebeldes. Jesus disse: “E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. (Mateus 24:14). O mais importante a se lembrar é que Jesus já providenciou um caminho para a vitória. Na verdade, a vitória está garantida para aqueles que confiam em Deus, que O amarem até o fim, e que acreditam na salvação trazida pela morte e ressurreição de Jesus Cristo.

11 And I beheld another beast coming up out of the earth; and he had two horns like a lamb, and he spoke as a dragon.

12 And he exercises all the power of the first beast before him, and causes the earth and them who dwell therein to worship the first beast, whose deadly wound was healed.

 

PART 1

 

*** Background ***: During the previous seven studies, we went deep studying the details surrounding the sea beast, which was the first of Satan’s allies on this Planet. We learned how the first beast is a religious and political power that seeks to dominate and deceive the world. As we saw in study #86, the term ‘beast’ is used in the bible to refer to a government force of global influence. The symbolism in Revelation 13 does not stop at the term ‘beast’. The entire chapter includes many symbols, including the beast’s place of origin. The first beast came out of the sea. The term ’sea’ is a reference to a portion of the planet that the dragon wanted to claim for himself when he was cast out of Heaven. The Bible says that after the dragon lost the war in Heaven, he directed his attention to the inhabitants of the sea and of the earth (Revelation 12:12; see also studies #84 and #85). The portion of the planet Satan was interested in was the people themselves.

*** A second beast ***: In his vision, John had witnessed the first beast emerge from the sea. After he described the activities of the sea beast and the mortal wound the first beast received, he went on to witness yet another beast power emerge. The second beast came from the earth, the other portion of the planet Satan was claiming for himself. This means Satan wanted to conquer the entire population of the world. The earth beast was a new powerful government.

In Revelation 12:13-16, we read about how Satan persecuted the Church, portrayed as the woman, and how God had prepared for her a place of refuge. Then we saw how Satan attacked the woman with a terrible flood of water coming out of his mouth. The water carried the woman away but the earth came to her rescue and swallowed the water. Note how the earth, who helped the woman, is also the place of origin of the second beast. What we have in Revelation 13 is the expansion of the details on the war against God’s people seen in chapter 12. The same elements are present in chapter 13. The water coming out of the mouth of the beast are the lies Satan is spreading about God and salvation. Revelation 12:16 says the earth swallowed the flood thus ‘saving’ the woman. In reality, the earth became contaminated by the false teachings coming out of the dragon’s mouth. It is from this contaminated earth that the second beast emerges. We must understand that the earth beast has the same poisonous speech as the dragon. We know that because he speaks like a dragon (Revelation 13:11).

*** He has horns like a lamb but speaks like a dragon ***: The first beast had a very similar appearance to the dragon himself, with ten horns and seven heads. In that sense, it looked like the dragon and it also acted like the dragon. The earth beast, however, does not look like the dragon. It only has two horns and it actually looks like a lamb. In Revelation 5:6, we saw Jesus as the “Lamb as though it had been slain, having seven horns and seven eyes”. The earth beast presents itself in a very favorable way, with the appearance of a lamb, a Christ-like figure. The earth beast looks like a lamb but is not exactly like the Lamb who was slain. As we read the beast’s next attribute, we find out that while he may look like an innocent lamb, his true character and allegiance lie with Satan, because he preaches the dragon’s message. The exterior presentation seems to be just a means to deceive people and distract them from his true satanic agenda. Because of the similarities between the first beast and the beast described in Daniel 7, it is easier for us to identify who the ten horns are. On the other hand, the two horns on the second beast are not as easy to fully comprehend. However, we can see the dual nature of the second beast in the way John described it:

- It has two horns (Revelation 13:11)
- He looks like a lamb on the outside but he actually is like a dragon on the inside (Revelation 13:11)
- He has great power himself but uses it to direct worship to someone else (Revelation 13:13)
- He dazzles the people with great miracles but he persecutes anyone who does not obey his decrees (Revelation 13:14-15)
- He gives life to an image but kills living, breathing people (Revelation 13:15)

Revelation 13:14 says that the earth beast deceives people by means of extraordinary miracles. The second beast is able to present his arguments in a way that makes them seem right and appealing. Now we see how the woman in Revelation 12 felt compelled to accept help from the Earth. The earth seemed so friendly coming to her rescue! In reality, it moved her away from the place God had prepared for her.

*** He has the power of the first beast ***: The first beast received his powers from the dragon (Revelation 13:4). The second beast “exercises all the power of the first beast” (Revelation 13:12). This means that the earth beast also received power from the dragon. Even though the earth beast does not look like the dragon and does not appear to be connected to the dragon, his actions and his message reflect the values of the dragon. His actions make people break God’s commandments: he causes people to worship someone else other than God. He “causes the earth and them who dwell therein to worship the first beast” (Revelation 13:12). Just as the first beast, the second beast not only exercised global political influence when he emerged but also had a foot in the spiritual arena. Yet, their approach differed significantly. While the sea beast sought to be worshiped and be god on earth, the earth beast prefers to be feared rather than receive worship. And so, he directs the worship to the sea beast and threatens to kill all who do not obey him (Revelation 13:15).

At the top of his influence, the earth beast will exercise ALL the powers of the first beast. This means that at the time of the end, the second beast will be doing what the first beast did during the Middle Ages. The sea beast persecuted and killed those who he considered heretics and wished to follow the Bible and not the traditions accumulated over time. Such traditions helped strengthen the authority of the beast system. The more the people blindly follow tradition, the more power the beast system gets. The first beast killed and persecuted. The second beast will do the same, and likely in a much more intense way. Jesus said: “For then there will be a great tribulation, such as has not occurred since the beginning of the world until now, nor ever will. Unless those days had been cut short, no life would have been saved; but for the sake of the elect those days will be cut short.” (Matthew 24:21-22).

The first beast had to suffer a mortal wound just so a second power could come and reach the people who had rejected the first beast. Now we get a first glimpse of the similarities between the work done by the second beast and the work of the Holy Spirit. The Holy Spirit came from God to Earth after Jesus to teach the people the truth concerning Jesus (John 16:5-15). The earth beast emerged after the sea beast to teach the dragon’s message. One big difference between their work is that the false trinity established itself in order to deceive the world while the true Trinity is working to save it.

*** He directs people to worship the first beast ***: Directing people to worship the first beast is the manifestation of the dragon-like speech the second beast is said to have. According to God’s commandments, we are not to worship any other gods (Exodus 20:3). The first beast claimed to have changed God’s law, and the earth beast maintained that change. Remember that the first beast was a religious system claiming to profess the Christian faith. The second beast is also a system who presents Christian-like values to the people. Just as the dragon, the earth beast includes in his message some elements of truth mixed with some false teachings. Remember how Satan tempted Jesus by misquoting Bible verses? (Matthew 4:1-11). Remember how the serpent convinced Eve by twisting what God had taught her about the tree? (Genesis 3:1-5). That is what makes it so appealing. The message sounds right enough to be considered good and correct. Jesus was able to resist temptation by holding on to the Biblical truth (“it is written”) and to His relationship with the Father. Eve fell into temptation because she followed the serpent’s convincing message - she focused on the many good qualities the tree had to offer (Genesis 3:6). She abandoned God’s Word in that moment.

In Matthew 24:24 we read Jesus’ warning against those teaching a Cristian faith different from His Original message: “For false Christs and false prophets will arise and will show great signs and wonders, so as to mislead, if possible, even the elect.” Note the order Jesus says these impostors would come:

1) Christ impersonators
2) People prophesying a false message in the name of Christ.

The order is the same as the order the beasts appeared on the scene in Revelation 13. The sea beast is a system of Christ impersonators, and the earth beast is a system of false prophets. Such is the case that later in Revelation, the earth beast is referred to as the false prophet (Revelation 16:13; Revelation 19:20; Revelation 20:10).

*** When did the earth beast emerge? ***: The bulk of the described activities the earth beast is involved in seems to happen at the time of the end, after the healing of the mortal wound to one of the sea beast’s head. But all the attention the earth beast directs towards the sea beast suggests that the second beast is involved in the healing process of the mortal wound. There was a need for a separate power to emerge because the first power had received a fatal blow to the head and was no longer exercising the political power necessary to drive their agenda in the political realm as it once could. Too many people had become opposed to the powers of the first beast. So once the first beast lost its reach, the second beast had the opportunity to present his case and offer an appealing spiritual and political opportunity for the people.This makes us think that the second beast appeared during the “is not” phase, meaning, right after the strike of the mortal wound onto one of the sea beast’s heads (see study #92, Revelation 17:8). During our last study, we saw how the time of the mortal wound seems to fit well with the time around the French Revolution. This is not an arbitrary time, but one based on the prophecies of Daniel, which we will not be studying in today’s lesson. Sometime during the French Revolution, a government power emerged away from Europe, very friendly to Christians, also holding Christian values. The lines defining which specific government that was are very blurry. Perhaps this is telling us that the focus should not be in identifying which nation is the earth beast but instead on which beastly behaviors to expect.

*** Overview ***: Jesus said: “Many false prophets will arise and will mislead many. Because lawlessness is increased, most people’s love will grow cold. But the one who endures to the end, he will be saved. This gospel of the kingdom shall be preached in the whole world as a testimony to all the nations, and then the end will come”. (Matthew 24:11-14, NASB). The word lawlessness was is a literal translation from the Greek word anomia. People’s love for the Lord will diminish because they have abandoned God’s principles. They lost focus on God and started focusing on themselves. A state of lawlessness is a state of sin. Lawlessness is the dragon’s ultimate goal. It is evident here that the Law of God plays a very important role during the final events. It lets the heavenly records show whose side we are on, not for God’s benefit, because He already knows, but for our own and for the benefit of the entire universe. Those who keep it are those who love God (Revelation 12:17), therefore those who do not keep God’s Law are those who reject Him. We saw in study #92 how the sea beast and the man of lawlessness (anthrōpos tēs anomias in Greek) described in 2 Thessalonians 2:3-4 are one in the same. The earth beast is a power that looks right and sounds right but actually seeks to move people away from God’s Law. It does so by looking very friendly, and attractive. Once again, we must emphasize: the book of Revelation does not deal with a single individual. It’s always about a system put together in order to amplify the dragon’s message to the world. The good news is that it really does not matter whether or not we, as individuals, live under such beast-like governments. The Bible says that the entire world is under the influence of the beast system. It seems that everyone is impacted by it. If we keep trying to fit one single government as the beast, we may miss the fact that deceit is actually coming from every direction. The Bible says that the world leaders, as well as those who dwell on the earth planet, have been drinking from the wine of the fornication offered by Satan’s agents (Revelation 17:2). Instead, if we focus on what behavior to expect from the earth beast, then we will be able to recognize when any government sets out to speak like a dragon. Deceit is coming from all nations, and as Jesus said, we will be hated by all nations because of His name (Matthew 24:9). Besides, the spiritual war has not ended just yet and God is still extending saving opportunities and the true message to all those rebellious nations. Jesus said: “This gospel of the kingdom shall be preached in the whole world as a testimony to all the nations, and then the end will come”. (Matthew 24:14, NASB). The important thing to remember is that Jesus has already provided a way to victory. In fact, victory is guaranteed to those who trust in God, who love Him to the end, and who believe in salvation brought by the death and resurrection of Jesus Christ.

PARTE 7

*** Aplicação Profética ***: Ao longo dos 6 estudos anteriores, vimos em detalhe os versículos da Bíblia sobre o primeiro agente do dragão: a besta que sai do mar. Satanás está focado em vencer a guerra contra Deus. Na verdade, ele vem travando essa guerra desde que estava no céu, quando passou a desejar se tornar como Deus, ascendendo ao trono de Deus para governar o universo (Isaías 14:13-14). As sete cabeças do dragão são repetidas na figura da besta que saiu do mar, destacando sua forte associação e seus objetivos idênticos.


A besta que saiu do mar é o primeiro dos dois poderes que o dragão convocou a fim de ajudá-lo em sua guerra contra o remanescente da mulher fiel (Apocalipse 13:1-2). Nos próximos estudos, vamos falar sobre os versos que explicam o segundo agente. Juntos, o dragão e as duas bestas formam um trio satânico com o objetivo de enganar o mundo inteiro. Eles se posicionam em uma estrutura semelhante à Trindade divina. A falsa trindade trabalha para apresentar uma mensagem competitiva para distrair as pessoas e levá-las para longe da verdade. Satanás, a quem a Bíblia identifica como o dragão e a antiga serpente (Apocalipse 12:9), deseja ocupar a posição do Pai. A besta que saiu do mar foi trazida para a equipe como um Jesus falsificado. Quando comparamos as atividades da besta com os eventos da vida de Jesus, podemos ver como a besta que saiu do mar trabalha para enganar as pessoas. Veja a tabela a seguir.

 

Jesus
Besta que saiu do mar
Saiu da água para começar o Seu ministério (Lucas3:21-23)
Saiu da água para começar o Seu ministério (Apocalipse 13:1)
"Quem me vê a [Jesus] vê o Pai" (João 14:9)
Quem vê a besta que saiu do mar vê o dragão (ambos têm sete cabeças, dez chifres, e várias coroas) (Apocalipse 12:3; Apocalipse 13:1)
Jesus recebeu autoridade do Pai (Apocalipse 2:27)
A besta que saiu do mar recebeu autoridade do dragão (Apocalipse 13:2)
Jesus tem muitos diademas em sua cabeça (Apocalipse 19:12)
A besta que saiu do mar tem 10 diademas na cabeça (Apocalipse 13:1)
Jesus trava guerra contra os ímpios com sua espada (Apocalipse 2:16; Apocalipse 1:16)
A besta que saiu do mar guerreia e mata com uma espada (Apocalipse 13:10)
Jesus tem sete chifres como o Cordeiro que foi morto (Apocalipse 5:6)
A besta que saiu do mar tem dez chifres (Apocalipse 13:1)
O ministério de Jesus durou 3,5 anos
As atividades da besta do mar duraram quarenta e dois meses proféticos (3.5 anos proféticos) (Apocalipse 13:5)
Jesus recebeu uma ferida mortal (Apocalipse 5:6)
A besta do mar recebeu uma ferida mortal (Apocalipse 13:3)
Jesus voltou à vida para receber grande poder e foi recebido com adoração intensa (Apocalipse5:11-14)
A besta que saiu do mar voltou à vida para receber grande poder e foi recebida com adoração intensa (Apocalipse 13:4-5)
Quem é como Deus (Miguel) (Apocalipse 12:7; Isaías 40:25)
Quem é semelhante à besta (Apocalipse 13:7)
O território de Jesus inclui“toda tribo, e língua, e povo, enação” (Apocalipse 5:9; Apocalipse 14:6-7)
O território da besta que saiu do mar inclui “todas as tribos, línguas e nações.” (Apocalipse 13:7)

 

Esta tabela deixa muito claro que a besta que saiu do mar está tentando imitar Jesus. A besta que saiu do mar é um poder que quer se estabelecer no lugar de Jesus. Isso é exatamente o que o termo “anticristo” significa. A palavra “anticristo” vem do grego antichristos. De acordo com a Concordância Strong's, anti significa “aquele que se coloca no lugar de” ou “inimigo” e christos significa “messias”. O poder anticristo é um poder que se coloca no lugar de Cristo. Este é exatamente o comportamento exibido pela besta que saiu do mar. A própria palavra 'anticristo' só é encontrada na Bíblia em 4 versos: 1 João 2:18, 22;  1 João 4:3;  2 João 1:7. Paulo menciona ainda uma outra expressão, o “filho da perdição”, que se diz ser uma figura religiosa que se colocou acima de tudo. Paulo o chamou de um homem sem a lei (anthrōpos tēs anomias), que foi traduzido para o português como o "homem do pecado": “Ninguém de maneira alguma vos engane; porque não será assim sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição, o qual se opõe, e se levanta contra tudo o que se chama Deus, ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus." (2 Tessalonicenses 2:3-4). A figura do anticristo na igreja já estava no poder na época de João e Paulo. João escreveu: "mas todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus. Esse é o espírito do anticristo, acerca do qual vocês ouviram que está vindo, e agora já está no mundo.” (1 João 4:3). Nós sabemos que este problema começou dentro da Igreja, porque Paulo diz que o filho da perdição viria depois da apostasia de muitos na igreja e que se “[assentaria], como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.” (2 Tessalonicenses 2:3-4).


Qualquer sistema alegando ter poderes que pertencem apenas a Deus está blasfemando ativamente contra Deus (veja o estudo #90). Lemos em Apocalipse 13:6, que a besta do mar blasfema contra Deus, Seu nome, Seu templo, e Seu povo (veja o estudo #90). Como parte do verdadeira Trindade e como o Cordeiro que foi morto, Jesus tem o poder de perdoar os pecados, de representar o Pai, de ser a ponte (ou mediador) entre o povo e o Pai, e de trazer julgamento sobre o povo. Qualquer entidade religiosa neste planeta alegando ter tais poderes está se comportando como a besta do mar, independentemente do nome dessa entidade. Como pecadores, os seres humanos não têm nenhum direito de julgar ou alterar preceitos que foram estabelecidos por Deus. Não cabe a nós determinar quem vai ou não vai ser salvo. Não cabe a nós colocar preço na salvação ou perdão dos pecados. Jesus morreu por nós para que pudéssemos ter uma conexão direta com o Pai. Ao interferir nesse processo de comunicação, a besta está abertamente negando o sacrifício de Jesus, mesmo embora a teologia da besta esteja sendo apresentada como uma religião cristã ao se sentar no templo de Deus, como diz Paulo. Mais uma vez, vemos aqui quão apropriado é o termo anticristo: no lugar de Cristo.

As atividades da besta espelham a oposição do dragão para com Jesus. Como tal, as cabeças da besta que saem do mar são uma representação das atividades políticas da besta (veja os estudos #86 e #87). Além disso, essas atividades políticas são um reflexo do domínio político exibido pelas próprias cabeças do dragão. Por outro lado, o comportamento da besta, tão semelhante ao de Cristo, sugere que esse poder também exerce poderes religiosos. Agora podemos ver a natureza dupla da besta que saiu do mar: uma entidade política e religiosa que possui um alcance mundial.

O povo de Deus sempre enfrentou a oposição de um poder político mundial dominante que enfatiza um sistema religioso muito diferente daquele estabelecido pelo Deus Triuno. Um Deus em três pessoas, como a Bíblia descreve a Trindade (Mateus 28:19; Mateus 3:16:17; Lucas 3:21-22; João 14:16-17;  1 Pedro 1:1-2;  2 Coríntios 1:21-22;  1 Coríntios 12:4-6; Efésios 4:4-6). A Bíblia também descreve sete potências mundiais dominantes que se opuseram ou que iriam se opor ao povo de Deus no futuro, governando tanto na esfera política quanto na religiosa. Veja na tabela a seguir quais foram elas:

 

Poderes mundiais político-religiosos que oprimiram o povo de Deus
As sete cabeças em Apocalipse
1 - Egito (Êxodo )
Cinco já caíram
2 - Assíria (2 Reis 17: 5-23)
3 - Babilônia ( 2 Reis 24: 7-16)
4 - Medo-Persas (Daniel 5:30-31; Daniel 6:6-9; Daniel 8:20; Daniel 10:1)
5- Grécia (Daniel 8:21 ; Daniel 10:20)
6 - Roma (Lucas 2:1-7)
Um existe
7 - Besta que saiu do mar
  • fase pré-ferida-mortal (Apocalipse 13:3 primeira parte) e
    • ferida mortal sarando
  • fase pós-ferida-mortal (Apocalipse 13:3 última parte)
 
  • um que “ainda não é vindo
    • já não é
  • a oitava cabeça que é uma das sete

Os poderes pré e pós-ferida-mortal da besta que saiu do mar são a mesma potência, mas representada em momentos diferentes no tempo. Apocalipse 17:7-13 fala sobre as sete cabeças da besta. O texto nos diz que a sétima cabeça iria passar por uma fase que o anjo chamou “já não é” (Apocalipse 17:10-11). Esta fase corresponde ao período da ferida mortal mencionada em Apocalipse 13:3. A fase “já não é” ocorre entre a sétima e oitava cabeças. Em seguida, o anjo explica que a oitava cabeça é, na verdade, uma das sete, e não uma cabeça nova. Isto significa que existem realmente apenas sete cabeças no total e que uma delas reaparece. De acordo com Apocalipse 17:10, João estava vivo no tempo da cabeça a qual o anjo chamou de “um existe”. A história nos diz que João viveu durante o Império Romano, o que o coloca no período da sexta cabeça. Apocalipse 17:10 chamou a sétima cabeça de poder que “ainda não é vindo”. O anjo falou sobre um poder futuro que viria logo em seguida, mas que ele iria passar por um período de ausência e, em então, iria retomar novamente suas atividades mais tarde, após a fase “já não é”. Os eventos relacionados com a besta que saiu do mar em Apocalipse 13 e em Apocalipse 17 são muito semelhantes e mostram claramente que o poder da besta que saiu do mar é a força político-religiosa influenciando as pessoas da terra durante os eventos finais deste mundo.

Mesmo vendo a besta que saiu do mar apenas iniciar o seu trabalho depois de Satanás ter sido expulso do Céu após a ascensão de Cristo ao trono do Pai (Apocalipse 5, Apocalipse 12, Apocalipse 13), as atividades do dragão que a besta defende já estavam em vigor ao longo da história. O fato de a besta que saiu mar ter sido descrita como um compósito dos animais mencionados em Daniel 7 reforça esse conceito e a sua aliança com o dragão. Isso nos leva a crer que alguns dos pontos de vista políticos e crenças religiosas que estavam presentes nesses sistemas que haviam caído, continuam a existir na mensagem que a besta continua pregando ao mundo. O dragão vem elaborando sua falsa doutrina por um longo tempo e, certamente, mantém os ensinamentos que com sucesso enganam as pessoas e as mantém longe da busca da Verdade.

Nós estudamos que a fase pré-ferida-mortal da besta que saiu do mar, durou 1.260 anos literais (42 meses proféticos - Apocalipse 13:5), durante a Idade Média. Estamos, evidentemente agora, vivendo na fase do “já não é”, que é o tempo antes da cura completa da ferida mortal. Sabemos que o ferimento mortal ainda não sarou completamente porque nenhum poder religioso que possui influência política está se opondo a cristãos, no mesmo nível e escala vistos durante a Idade Média. Isso não significa que não exista nenhuma oposição ou perseguição. A ferida está em processo de cura, de modo que ao ir sarando, o retorno gradual dos poderes políticos da besta que saiu do mar se tornarão também mais evidentes.

Como Stefanovic ressalta em seu comentário, o mundo viu dois poderes religiosos opressores que poderiam se encaixar nessa descrição da fase pré-ferida-mortal da besta que saiu do mar: o regime eclesiástico medieval e pós-medieval que se levantou do Império Romano e dominou o mundo ocidental por mais de 12 séculos, e a ortodoxia protestante dos séculos XVII e XVIII. Ambos os poderes exerceram opressão e intolerância político-religiosa. No entanto, devemos salientar que foi o regime eclesiástico medieval e pós-medieval que assumiu ter mudado o quarto mandamento da Lei de Deus, durante o Concílio de Laodicéia, como se lê no cânon 29 - o que o tornou mais compatível com as atividades do poder do chifre pequeno descrito em Daniel 7:8,24-25. O regime eclesiástico medieval sempre apresentou a sua mensagem como sendo cristã. Mas, curiosamente, com a Revolução Francesa, vimos o surgimento de uma cultura mundial diferente. A cultura de que a religião deve estar separada da vida política. Segundo a história, Napoleão causou a queda da força política da igreja. Esses eventos parecem se encaixar bem com a descrição do ferimento mortal descrito em Apocalipse 13:3 e fase “não é”, mencionada em Apocalipse 17:10-11. Após a Revolução Francesa, a igreja perdeu sua força política, mas manteve a sua capacidade de continuar na área religiosa.

A fase “já não é”, ou o tempo em que a ferida mortal está sarando, não deve ser confundida com a falta de atividade satânica por parte do dragão ou a besta que saiu do mar. Lembre-se que a besta recebeu poder para enganar todas as nações da terra. Isso significa que a besta e o dragão podem estar por trás de ambos os lados de uma guerra. Mencionamos anteriormente como o ataque de Napoleão contra a igreja pode ser visto como o ataque causador da ferida mortal. Com a Revolução Francesa, o mundo ocidental experimentou uma mudança muito dramática. A mudança não foi vista apenas na separação entre a igreja e estado, mas também na elevação do Próprio Eu e das filosofias que negam completamente a existência de Deus. O abandonar a Deus desta maneira também não reflete o que Deus deseja para a Sua criação. Tais filosofias também funcionam como o anticristo: alterando a conexão que Deus estabeleceu com o Seu povo através da Sua lei, Seu perdão, Jesus, e o sacrifício de Jesus. O comportamento do anticristo nunca cessou. Ele tomou uma forma diferente e se manifestou como a elevação do Próprio Eu e da razão humana acima dos outros e acima de Deus.

*** Visão Geral ***: A guerra que o dragão está travando contra o povo de Deus não cessou com a ferida mortal. A ferida mortal pôs um fim no nível de poder político que o sistema religioso dominante da época possuía. O sistema religioso em si permaneceu. Devemos enfatizar a palavra 'sistema'. A besta não é um símbolo para apenas uma pessoa. Como diz a Bíblia, a besta já existia no tempo de João, durante o poder da sexta cabeça (Apocalipse 17:10,  2 Tessalonicenses 2:3-4;  1 João 4:3). Algumas das cabeças já tinham caído. Duas delas antecederam Babilônia. A presença da besta em eventos futuros, como vistos de nossa própria perspectiva, deixa claro que nenhum ser humano poderia ser a besta. Como tal, temos que ter cuidado para não acusar os líderes religiosos de serem a besta. Cada pessoa neste planeta será confrontada com a escolha de seguir, ou não, a Deus, inclusive aquelas pessoas que atualmente ainda estão sob o domínio da besta. Podemos estar certos disso, porque a Bíblia nos diz que Deus vai chamar essas pessoas para fora da armadilha, para se juntarem ao Seu grupo divino: “[...] Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse18:4). Temos que aprender a fazer distinção entre o sistema religioso e as pessoas na religião. Somos todos pecadores que podem escolher ser cobertos pela graça de Jesus. Nós não somos melhores do que nenhuma outra pessoa, porque não existe graduação do pecado identificada pela lei. Pecado é pecado. Cada um de nós pode ter pecados diferentes. Ninguém pode ser considerado melhor ou pior, com base no maior ou menor grau de pecado. Por outro lado, ninguém também pode ser considerado melhor ou pior com base em suas boas ações! Nós somos apenas feitos melhores por causa do caráter de Jesus, o qual Ele transfere para o nosso registro. Isso é o que nos torna melhores. É verdade que, historicamente, a sétima cabeça da besta que saiu do mar se encaixa no sistema político-religioso da Idade Média em mais detalhes do que o que estamos estudando hoje. Profeticamente, a besta que saiu do mar se encaixa também no sistema religioso do fim dos tempos, assim, que a Bíblia os identifica como sendo o mesmo poder da sétima cabeça. Existem mais nuances sobre a besta do que a cabeça que recebeu a ferida mortal. A quem estamos permitindo a tomar o lugar de cabeça da Igreja? Jesus ou a besta? A Bíblia diz: “E [Jesus] é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência.” (Colossenses 1:18). Se Jesus é o cabeça de Sua igreja, então qualquer poder reivindicando ocupar essa posição está agindo em blasfêmia, como a besta que saiu do mar. A verdadeira pergunta que devemos nos fazer não é quem é a besta, ou seja, quem está se conduzindo e se comportando como a besta. Isso porque a sua influência religiosa é global e pode se manifestar de muitas maneiras diferentes. A besta do mar não perdeu completamente a sua influência religiosa. O que deveríamos estar nos perguntando é: será que eu estou seguindo uma mensagem semelhante àquela que a besta que saiu do mar está pregando? Será que estou seguindo doutrinas que, na verdade, não estão na Bíblia e, portanto, são contrárias aos ensinamentos de Jesus? E a pergunta mais importante que deveria ser feita, caso você esteja seguindo tais ensinamentos é: será que estou disposto a romper com a tradição e começar então a seguir os ensinamentos bíblicos? Será que estou disposto a estudar os ensinamentos bíblicos por mim mesmo, para que eu não seja encontrado entre aqueles que são enganados pela influência religiosa da besta que sai do mar? Se você está disposto a dizer não aos ensinamentos da besta, então você pode reivindicar a promessa de Jesus, de que o Espírito Santo virá lhe ensinar a verdade (João 14:26). Abra seu coração para Jesus e deixe-O entrar. Deixe de lado as tradições sobre fé criadas pelos homens e aceite os preceitos estabelecidos por Deus. É assim que podemos superar a influência da besta, e não deixar que ela nos vença - é somente através do poder do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo que podemos ser encontrados em Seu livro da vida.

 
 
 

PART 7

 

*** Prophetic application ***: Over the previous 6 studies, we have looked in detail at the Bible verses concerning the first of the dragon’s agents: the beast that comes out of the sea. Satan is focused on winning the war against God. In fact, he has been waging this war ever since he was in heaven, wishing to become like God, ascending to God’s throne and ruling over the universe (Isaiah 14:13-14). The seven heads of the dragon are repeated in the figure of sea beast, highlighting their strong association and identical objectives.

The sea beast is the first of the two powers the dragon summoned in order to assist him in his war against the remnant of the faithful woman (Revelation 13:1-2). In the next studies, we will go over the verses that explain the second agent, which is the beast that came out of the earth. Together, the dragon and the two beasts form a satanic trio aiming to deceive the entire world. They position themselves in a similar structure to the divine Trinity. The false trinity works to present a competing message to distract people from the Truth. Satan, who the Bible identifies as the dragon and the old serpent (Revelation 12:9), wishes to occupy the position of the Father. The sea beast was brought to the team as a counterfeit Jesus. When we compare the activities of the beast to the events in Jesus’ life, we can see how the sea beast works to deceive people. Please see the following table.

 

Jesus
Sea Beast
Came out of the water to begin His ministry (Luke )
Came out of the water to begin His ministry (Revelation 13:1)
“who has seen [Jesus] has seen the Father” (John 14:9)
Who has seen the sea beast has seen the dragon (both have seven heads, ten horns, and multiple crowns) (Revelation 12:3; Revelation 13:1)
Jesus received authority from the Father (Revelation 2:27)
The sea beast received authority from the dragon (Revelation 13:2)
Jesus has many diadems on His head (Revelation 19:12)
The sea beast has 10 diadems on his head (Revelation 13:1)
Jesus wages war against the wicked with His sword (Revelation 2:16; Revelation 1:16)
The sea beast wages war and kills with a sword (Revelation 13:10)
Jesus has seven horns as the Lamb who was slain (Revelation 5:6)
The sea beast has ten horns (Revelation 13:1)
Jesus’ ministry lasted for 3.5 years
The sea beast’s activities lasted for forty-two prophetic months (3.5 prophetic years) (Revelation 13:5)
Jesus received a mortal wound (Revelation 5:6)
The sea beast received a mortal wound (Revelation 13:3)
Jesus came back to life to be presented with great power and was received with intense worship (Revelation )
The sea beast came back to life to be presented with great power and was received with intense worship (Revelation 13:4-5)
Who is Like God (Michael) (Revelation 12:7; Isaiah 40:25)
Who is like the beast (Revelation 13:7)
Jesus territory includes “every tribe, and tongue, and people, and nation” (Revelation 5:9; Revelation 14:6-7)
The sea beast territory includes “all tribes, and tongues, and nations.” (Revelation 13:7)

 

This table makes it very clear that the sea beast is trying to imitate Jesus. The sea beast is a power that wants to establish itself in place of Jesus. That is exactly what the term “antichrist” means. The word “antichrist” comes from the Greek antichristos. According to the Strong’s Concordance, anti means “one who puts himself in the place of” or “enemy” and christos means “messiah”. The antichrist power is a power that places itself in the place of Christ. This is the exact behavior displayed by the sea beast. The actual word ‘antichrist’ is only found in the Bible in 4 verses: 1 John 2:18,22; 1 John 4:3; 2 John 1:7. Paul mentions yet another expression, the “son of perdition”, who is said to be a religious figure that placed himself above all else. Paul called him a man without the law (anthrōpos tēs anomias): “Let no one in any way deceive you, for it will not come unless the apostasy comes first, and the man of lawlessness is revealed, the son of destruction, who opposes and exalts himself above every so-called god or object of worship, so that he takes his seat in the temple of God, displaying himself as being God.” (2 Thessalonians 2:3-4). The antichrist presence in the church was already in power in John and Paul's time. John wrote: "and every spirit that does not confess Jesus is not from God; this is the spirit of the antichrist, of which you have heard that it is coming, and now it is already in the world.” (1 John 4:3). We know this problem started inside the Church because Paul says the son perdition would come after the apostasy of many in the church and would take “his seat in the temple of God, displaying himself as being God” (2 Thessalonians 2:3-4).

Any system claiming to have powers that belong only to God is actively blaspheming against God (see study #90). We read in Revelation 13:6 that the sea beast blasphemes against God, His name, His temple, and His people (see study #90). As part of the real Trinity and as the Lamb who was Slain, Jesus has the power to forgive sins, to represent the Father, to be the bridge (or mediator) between the people and the Father, and to bring judgment over the people. Any religious entity on this planet claiming to have such powers is behaving as the sea beast, regardless of the name of that entity. As sinners, humans have no right to judge or alter precepts that have been established by God. It is not up to us to determine who will or won’t be saved. It is not up to us to put a price on salvation or forgiveness of sin. Jesus died for us so we could have a direct connection to the Father. By interfering with this communication process the beast is overtly denying Jesus’ sacrifice even though the beast’s theology is being presented as a Christian religion, as he sits in the temple of God, as Paul says. Once again, we see here the appropriateness of the term antichrist: in place of Christ.

The activities of the beast mirror the dragon’s opposition to Jesus. As such, the heads of the sea beast are a representation of the beast’s political activities (see studies #86 and #87). Additionally, these political activities are a reflection of the political dominion displayed by the dragon’s own seven heads. On the other hand, the beast’s Christ-like behavior suggests that this power also exercises religious powers. Now we can see the dual nature of the sea beast: a political and religious entity possessing worldwide reach.

God’s people have always faced opposition from a world-dominant political power that emphasized a religious system very different from the one established by the triumvirate God. One God in three persons, as the Bible describes the Trinity (Matthew 28:19; Matthew 3:16:17; Luke 3:21-22; John 14:16-17;  1 Peter 1:1-2;  2 Corinthians 1:21-22;  1 Corinthians 12:4-6; Ephesians 4:4-6). The Bible also describes seven world-dominant powers that have opposed or will in the future oppose God’s people, ruling both in the political and religious realms. Please see the following table to see what they were:

 

Political-religious worldwide powers that oppressed God’s people
The seven heads in Revelation
1 - Egypt (Exodus )
Five have fallen” 
2 - Assyria (2 Kings 17:5-23)
3 - Babylon (2 Kings 24:7-16)
4 - Medo-Persia (Daniel 5:30-31; Daniel 6:6-9; Daniel 8:20; Daniel 10:1)
5- Greece (Daniel 8:21; Daniel 10:20)
6 - Rome (Luke 2:1-7)
One is” 
7 – Sea beast power 
  • Pre-mortal-wound phase (Revelation 13:3 first part) and 
    • the mortal wound is healing
  • Post-mortal-wound phase (Revelation 13:3 lars part)
 
  • One that “has not yet come
    • Is not” 
  • The eighth head that is one of the seven
 

 

The pre and post-mortal-wound sea beast power are the same power but depicted in a different moment in time. Revelation 17:7-13 talks about the seven heads of the beast. It tells us that the seventh head would go through a phase the angel called “is not” (Revelation 17:10-11). This phase corresponds to the period of the mortal wound mentioned in Revelation 13:3. The “is not” phase occurs between the seventh and the eight heads. Then the angel explains that the 8th head is really one of the seven, not a completely new head. This means that there are really only seven heads in total and that one of them re-appears. According to Revelation 17:10, John was living in the time of the head the angel called “one is”. History tells us that John lived during the Roman Empire, which puts him at the time of the 6th head. Revelation 17:10 called the 7th head the one that “has not yet come”. The angel talked about a future power that would soon come, but that it would go through a period of absence, and then it would resume again later after the “is not” phase. The events relating to the sea beast in Revelation 13 and in Revelation 17 are very similar and clearly show that the sea beast power is the religious-political force influencing people of the earth during the final events of this world.

Even though we only see the sea beast starting his work after Satan was cast out of Heaven following Christ’s assertion to the throne of the Father (Revelation 5, Revelation 12, and Revelation 13), the dragon activities that the beast stands for had already been in place throughout history. The fact that the sea beast was described as a composite of the beasts mentioned in Daniel 7 reinforces this concept and their alliance. This leads us to believe that some of the political views and religious beliefs that were present in those systems continue to exist in the message the beast is preaching to the world. The dragon has been crafting his false doctrine for a long time, and surely he keeps the teachings that successfully have deceived people and kept them away from searching the Truth.

We have studied that the pre-mortal-wound phase of the sea beast lasted for 1260 literal years (42 prophetic months - Revelation 13:5), during the Middle Ages. We are evidently living now in the “is not” phase, which is the time before the complete healing of the mortal wound. We know the mortal wound has not yet completely healed because no religious power possessing political influence is opposing Christians in the same level and scale seen during the Middle Ages. That doesn’t mean that there is no opposition or persecution. The wound is in the process of healing, so as it gradually heals, we experience the gradual return of the sea beast’s political powers.

As Stefanovic points out in his commentary, the world has seen two oppressing religious powers that could fit this pre-mortal wound sea beast description: the Medieval and post-Medieval ecclesiastical rule that rose up from the Roman Empire and dominated the Western world for over 12 centuries, and the Protestant orthodoxy of the seventeenth and eighteenth centuries. Both powers exercised political-religious oppression and intolerance. However, we must point out that it was the Medieval and post-Medieval ecclesiastical rule who claimed to have changed the fourth commandment of God’s Law during the Council of Laodicea, as it reads on Canon 29 - making it more consistent with the activities of the little horn power described in Daniel 7:8,24-25. The medieval ecclesiastical power has always presented its message under the Christian banner. But interestingly enough, with the French Revolution, we saw the rise of a different world culture. A culture where religion should be separate from political affairs. According to History, Napoleon caused the demise of the political strength of the church. Those events seem to fit well with the description of the mortal wound described in Revelation 13 and the “is not” phase mentioned in Revelation 17. After the French Revolution, the church lost its political strength but kept its ability to continue on the religious front.

The “is not” phase, or the time during the healing of the mortal wound, is not to be confused with no satanic activity on the part of the dragon or the sea beast. Remember that the sea beast received power to deceive all the nations of the earth. That means that the beast and the dragon could be behind both sides of a war. We mentioned earlier how Napoleon’s strike against the church can be viewed as the strike of the mortal wound. With the French revolution, the Western world experienced a very dramatic change. The change was not only seen in the separation of church and state, but also in the elevation of self and philosophies that denied the existence of God completely. Abandoning God in this way also does not reflect what God wishes for His creation. Such philosophies also work in the same way as the Antichrist: altering the connection God has established with His people through His law, His forgiveness, Jesus, and Jesus’ sacrifice. The antichrist behavior never ceased. It took on a different form and presented itself as the elevation of self and human reason above others and above God.

*** Overview ***: The war the dragon is waging against God’s people did not cease with the mortal wound. The mortal wound put a stop to the level of political power the ruling religious system of the time had. The religious system itself remained. We must emphasize the word ‘system’. The beast is not a symbol for only one person. As the Bible says, the beast already existed in John’s time during the 6th head power (Revelation 17:10,  2 Thessalonians 2:3-4;  1 John 4:3). Some of the heads had already fallen. Two of them even predated Babylonian era. The presence of the beast in future events even from our own perspective makes it clear that no single human being could be the beast. As such, we must be careful not to point fingers to religious leaders and accuse them of being the beast. Every single person on this planet will be faced with a choice to follow God or not, including those people currently under the beast’s domain. We can be certain of that because the Bible tells us that God will call those people out of the trap, to rejoin His divine fold: “[…] Come out of her, my people, so that you will not participate in her sins and receive of her plagues” (Revelation 18:4). We must learn to separate the religious system from the people in the religion. We are all sinners who can choose to be covered by the grace of Jesus. We are no better than anyone else because there is no scale of sin as identified by the law. Sin is sin. It just happens that we may have different sins in our life. Nobody is made better or worse based on the lower or higher degree of sin. On the flip side, nobody is made better or worse based on their good deeds either! We are only made better because of the character of Jesus, which He transfers on to our record. That is what makes us better. It is true that historically, the sea beast’s seventh head fits the politico-religious system of the Middle Ages in even more detail than what we are studying today. Prophetically, the sea beast fits the religious system of the end-times as well, which the Bible identifies as being the same power as the seventh head. There is more to the beast than the head that received the mortal wound. Who are we allowing to take the place as head of the Church? Jesus or the beast? The Bible says: “[Jesus] is also head of the body, the church; and He is the beginning, the firstborn from the dead, so that He Himself will come to have first place in everything.” (Colossians 1:18). If Jesus is the head of His church, then any power claiming to occupy that position is acting in blasphemy, like the sea beast. The real question we should be asking ourselves is not who is the beast, as in who is leading and behaving as the beast. This is because it’s religious influence is global and may manifest itself in many different ways. The sea beast never completely lost its religious influence. What we should be asking ourselves is, am I following a message like the one the sea beast is preaching? Am I following doctrines that are actually not in the Bible and therefore are contrary to the teachings of Jesus? And more importantly, if you are following such teachings, you should then ask yourself: am I willing to break with tradition and start following biblical teachings instead? Am I willing to study the biblical teachings for myself so I am not found among the ones deceived by the religious influence of the sea beast? If you are willing to say no to the beast’s teachings, then you can claim Jesus’ promise, that the Holy Spirit would come and teach you the truth (John 14:26). Open your heart to Jesus and let Him in. Let go of man-made traditions regarding faith and embrace the precepts established by God. This is how we overcome the beast influence, and not let it overcome us - it is only through the power of the Lamb who was slain from the foundation of the Earth that we can be found in His book of life.

 
 
 
 

7 E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.

8 E adoraram-na todos os que habitam sobre a terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.

9 Se alguém tem ouvidos, ouça.

10 Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto. Aqui está a paciência e a fé dos santos.

 

PARTE 6

 

*** Guerra contra os santos ***: No estudo anterior, aprendemos que as atividades blasfemas da besta são extensas. A besta que saiu do mar deseja ter na terra, autoridade semelhante a de Deus. Ela afirma ter o poder de mudar a lei de Deus, de mudar a forma como as pessoas compreendem quem Deus é, de impedir que as pessoas se conectem diretamente a Deus, e de decidir o destino das pessoas. Esse poder sobre os santos é destacado em Apocalipse 13:6 como blasfêmias da besta contra o povo de Deus, “os que habitam no céu”. Essa frase é uma boa ponte para versículo 7. O próprio dragão estava se preparando para guerrear contra o restante do povo fiel (Apocalipse 12:17), e agora a besta do mar se juntou ao dragão neste esforço, demonstrando ainda mais a sua aliança. Seu objetivo: derrotar as pessoas (Apocalipse 13:7). E assim, durante os quarenta e dois meses proféticos (1.260 anos literais durante a Idade Média), o povo de Deus foi oprimido e sofreu tremendamente nas mãos dos poderes político-religiosos da época (veja os estudos #16#20#68#71#72#80 e #85).

*** Poder sobre todas as tribos, línguas e nações ***: Sabemos que o dragão tinha dado poder à besta que saiu do mar (Apocalipse 13:2), mas no verso 7 lemos a respeito de quão longe esse poder se estende. A besta que saiu do mar recebeu poder “sobre todas as tribos, línguas e nações.” (Apocalipse 13:7). O dragão quer que a besta do mar passe a competir pelo mesmo território reivindicado por Cristo. Quando estudamos a entronização de Cristo, em Apocalipse 5, vimos como os seres celestiais estavam louvando a Jesus porque Ele havia redimido os seres humanos através da Sua morte na cruz e tornado a salvação disponível para “toda tribo, e língua, e povo e nação” (Apocalipse 5:9). Essa mensagem de salvação deve ser pregada “aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo” (Apocalipse 14:6). Quando vemos essa comparação, podemos compreender a verdadeira natureza da missão da besta que saiu do mar: conquistar o território de Jesus com uma mensagem diferente - uma mensagem concorrente. Devemos ter em mente, em vista dessa grande área de atuação, que a besta pode usar diferentes meios para influenciar as pessoas a afastá-las da verdade. Muito do que é dito a respeito do trabalho da besta envolve aqueles que professam ser cristãos, mas a besta também recebeu domínio sobre aqueles que não pertencem à fé cristã. Nem todas as nações do mundo são cristãs, e o verso diz que a besta recebeu poder sobre todas as nações. Existem muitas maneiras de enganar as pessoas. E a besta, juntamente com o dragão estão trabalhando para manter tantas pessoas quanto possível, longe da verdade a respeito de Deus.

*** E todos os que habitam sobre a terra adoraram a besta ***: Apocalipse 13:3-4 nos diz que quando o ferimento mortal sarar completamente, o povo da terra adorará a besta que saiu do mar e ao dragão. Em Apocalipse 13:8, no entanto, vemos a esperança que neutraliza o tamanho assustador do campo de operação da besta. Mesmo que a besta esteja trabalhando para enganar a todos no planeta, apenas aqueles cujos nomes não estão escritos no livro da vida de Jesus irão cair nos truques da besta e adorar a besta e o dragão. Aqueles que acreditam em Jesus e aceitam a verdade inalterada de Deus serão incluídos no livro da vida de Jesus. De acordo com o Salmo 69:28, esse livro é onde os nomes das pessoas justas são escritos. Cabe a cada um de nós escolher se queremos ou não, ter o nome removidos desse livro. A Bíblia diz que “E, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte do livro da vida, e da cidade santa, e das coisas que estão escritas neste livro.” (Apocalipse 22:19). Em outras palavras, se alguém pregar uma mensagem que é contrária ao que está contido na Bíblia, Deus irá remover seu nome do livro da vida. É dessa forma, com muita seriedade, que Deus leva em consideração o nosso livre arbítrio. Somos livres para escolher se queremos ou não ser incluídos no livro de Deus. Ao escolhermos adorar a Deus e amá-Lo de verdade, então, estamos assim escolhendo fazer parte do Seu livro. Se, porém, optarmos por adorar e seguir a besta, então, estaremos com isso, solicitando que nossos nomes sejam removidos do livro da Vida.

Note que há algo especial a respeito do livro da vida. Ele pertence ao “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” (Apocalipse 13:8). Isto é importante porque torna claro que nós dependemos de Jesus a fim de sermos salvos. Ninguém mais tem o poder de conceder salvação às pessoas. Somente o sacrifício de Jesus tem poder para nos salvar, e Ele deu a Sua vida sem nenhum custo para nós. Não há nada que possamos fazer ou adicionar ao sacrifício de Jesus que poderia aumentar nossas chances de salvação. Tudo o que tinha que ser feito já foi feito. Ele está oferecendo seu trabalho, sua vida, sua morte e sua ressurreição em troca da nossa aceitação do Seu sacrifício. Não existem trabalhos extras que poderíamos fazer que ajudariam a completar Sua graça salvadora. Sua graça já é perfeita e completa. Tudo o que temos a fazer é dizer sim e segui-Lo. Quaisquer boas obras que fizermos depois do nosso encontro com Cristo serão uma consequência dos Seus poderes de transformação em nossas vidas. Não há necessidade de oferecermos a Ele nossas penitências em troca de perdão ou salvação. A Bíblia diz: “Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8). “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (João 3:16). Deus já tinha um plano de salvação estabelecido desde a fundação da terra. Os seres humanos nem haviam ainda feito nenhum trabalho, bom ou mau, quando Jesus decidiu que iria oferecer Sua própria vida por nós. Isso nos mostra quão profundo é o Seu amor.

*** Você está prestando atenção? ***: Aqui está um chamado muito semelhante ao que vimos nas sete cartas às sete igrejas em Apocalipse 2-3: “Se alguém tem ouvidos, ouça” (Apocalipse 13:9). Jesus está nos chamando para prestar muita atenção na mensagem que Ele está enviando ao seu povo. A mensagem não é sobre como devemos ter medo da besta, do dragão, ou do seu poder. O ponto principal não é o que a besta pode fazer contra nós, mas o que Deus vai fazer com a besta e o dragão no final. A opressão e perseguição contra o povo fiel de Deus são temporárias, mas a destruição de Satanás e de seus aliados é certa e permanente. Apocalipse 13:9 é um chamado para prestar atenção na mensagem no verso 10, que se refere ao sofrimento mencionado nos versículos anteriores: “Se alguém é para o cativeiro, para o cativeiro vai: se alguém matar à espada, é necessário que seja morto à espada. Aqui está a perseverança e a fé dos santos.” (Apocalipse 13:10, Sociedade Bíblica Britânica)

- "Se alguém é para o cativeiro, para o cativeiro vai": Esta declaração é direcionada aos fiéis de Deus. O verso nos lembra do que Jesus disse: “Mas importa que o evangelho seja primeiramente pregado entre todas as nações. Quando, pois, vos conduzirem e vos entregarem, não estejais solícitos de antemão pelo que haveis de dizer, nem premediteis; mas, o que vos for dado naquela hora, isso falai, porque não sois vós os que falais, mas o Espírito Santo. E o irmão entregará à morte o irmão, e o pai ao filho; e levantar-se-ão os filhos contra os pais, e os farão morrer. E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.“ (Marcos 13:10-13). Também somos lembrados de Apocalipse 12:11: “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte.” Nós não devemos nos surpreender se formos confrontados com sofrimento, perseguição, ou até mesmo morte por causa da nossa decisão de ir contra qualquer coisa diferente do que Deus nos ordenou na Bíblia. Se, a fim de permanecermos fiéis tivermos que enfrentar o cativeiro, então será preferível enfrentar a prisão do que abandonar os princípios de Deus.

- “Se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto": Esta declaração é direcionada aos perseguidores e destaca como será o seu fim: a morte. Esta tradução é encontrada nas versões da Bíblia como King James, Almeida Corrigida e Revisada Fiel, com base no Códice Sinaiticus do 4º século. Algumas outras traduções da Bíblia incluem a segunda declaração no mesmo formato da primeira, como se fosse dirigida ao povo de Deus: “Se alguém há de ser morto à espada, à espada haverá de ser morto” (NVI). Essas traduções são baseadas em outros manuscritos como o Códice Alexandrino do século 5, e estão incluídos em versões como a Nova Versão Internacional, entre outras. A tradução baseada no Códice Sinaiticus parece corresponder mais de perto às palavras de Jesus em Mateus 26:52: “Então Jesus disse-lhe: Embainha a tua espada; porque todos os que lançarem mão da espada, à espada morrerão.” Jeremias 15:1-2 e Jeremias 43:11 trazem um aviso semelhante ao povo apóstata e aos opressores do povo de Deus. Com base nesses outros versículos da Bíblia, podemos entender que, mais provavelmente, a segunda declaração em Apocalipse 13:10 é dirigida àqueles que estão perseguindo povo fiel de Deus; àqueles que trazem o cativeiro e a morte. Seu fim é certo, e foi determinado por Deus. Deus trará um fim à injustiça e ao mal.

- “Aqui está a paciência e a fé dos santos”: O povo de Deus não é chamado para pegar a espada e revidar com luta. Os fiéis são chamados a suportar as provações e perseguições. Eles estão sendo chamados a ter fé e a confiar que Deus está no controle. Mesmo que se encontrem do outro lado da espada da besta, os filhos de Deus são chamados a confiar na espada de Deus, a espada que sai da boca de Jesus (Apocalipse 1:16). Sua espada é a Sua verdade, contida na Bíblia. A verdade sai da Sua boca, não sai da boca de homens que procuram mudar a mensagem, a fim de adequá-la a seus próprios propósitos. Cristo nos chama a perseverar até o fim: “mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.” (Marcos 13:13). Somos capazes de suportar não porque haja qualquer força em nós mesmos, mas porque há força na Palavra de Deus, e porque aqueles que suportam têm fé: “Aqui está a paciência dos santos; aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Apocalipse 14:12).

*** Quebrando a Lei de Deus ***: A besta que saiu do mar recebeu um poder muito vasto. Poder para enganar o mundo inteiro. Não apenas aqueles que professam ser cristãos e podem ser contaminados por mensagens alteradas. A besta tem o objetivo de enganar o mundo inteiro, dentro e fora da igreja, através de qualquer meio necessário. A besta que saiu do mar está buscando culto e uma posição equivalente à Deus. Este comportamento vai diretamente contra o 1º e 2º mandamentos de Deus (Êxodo 20:1-6), que dizem que não devemos ter outros deuses além do Deus no céu, e que não devemos criar ou servir a outros deuses. Como a besta prega doutrinas falsas para o mundo, deturpando o caráter de Deus, a besta também está quebrando o 3º mandamento (Êxodo 20:7), que diz que não devemos tomar o nome de Deus em vão. A Bíblia diz que o poder político-religioso do tempo do fim iria procurar “mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25), e o quarto mandamento (Êxodo 20:8-11) é o único dos dez que tem a ver com tempo. O verso fala sobre o momento especial que o próprio Deus escolheu como Seu santo dia e como um memorial para a conexão que Ele estabeleceu com Seu povo. O quarto mandamento começa dizendo “Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus [...]” (Êxodo 20:8-10). A Bíblia nos ensina a guardar o sétimo dia. O próprio Jesus guardou o sétimo dia (Lucas 4:16; Mateus 12: 8). Como seguidores de Cristo, não deveríamos também fazer o mesmo? Os cristãos do primeiro século guardavam o sábado (Lucas 23:52-56; Atos 13:42,44; Atos 15:21; Atos 16:13; Atos 17:2-3; Atos 18:4). Paulo nos adverte contra a desobediência ao quarto mandamento e nos convida para entrar no descanso de Deus: “Assim, ainda resta um descanso sabático para o povo de Deus; pois todo aquele que entra no descanso de Deus, também descansa das suas obras, como Deus descansou das suas. Portanto, esforcemo-nos por entrar nesse descanso, para que ninguém venha a cair, seguindo aquele exemplo de desobediência.” (Hebreus 4:9-11, NVI).

Ao escolherem ir diretamente contra as instruções do Pai Celeste, Satanás e seus agentes estão quebrando o 5º mandamento (Êxodo 20:12), que requer obediência aos pais. Apocalipse 13:7 nos diz que a besta e o dragão estão travando uma guerra contra o povo de Deus. Eles querem evitar que as pessoas recebam a vida eterna. Através de perseguição, prisão e até mesmo morte, o dragão e a besta fazem tudo o que podem para manter as pessoas afastadas do Doador da Vida. Ao fazerem isso, eles quebram o 6º mandamento (Êxodo 20:13), que diz: “Não matarás”. Jesus disse que Satanás foi um “homicida desde o princípio” (João 8:44). Satanás quer fazer a Igreja se afastar de seu Noivo, Jesus Cristo, e quer fazer com que ela escolha traí-Lo ao acreditar nos falsos ensinamentos do dragão. Essa associação entre Satanás e a Igreja tem a intenção de quebrar o 7º mandamento (Êxodo 20:14), que adverte contra o adultério. O dragão pretende roubar a noiva de Deus e mantê-la para si mesmo. Não porque ele ama a noiva, mas porque ele odeia a Deus. Satanás está em busca de vingança contra Deus ao tentar tirar a Igreja das mãos de Deus. Nesse processo, ele quebra o 8º mandamento (Êxodo 20:15), que diz “Não furtarás”.

Além disso, o dragão, e agora também a besta, vêm espalhando mentiras sobre o caráter de Deus desde o princípio! Jesus chamou Satanás de o pai da mentira (João 8:44). Os falsos ensinos que saem da sua boca são a sua arma mais forte nesta guerra espiritual. O 9º mandamento (Êxodo 20:16) nos adverte contra esse comportamento. Devemos procurar ser como o Pai Celestial e não como o pai da mentira. Toda essa rebelião contra Deus começou porque Satanás desejou ascender acima das estrelas de Deus e ser semelhante ao Altíssimo (Isaías 14:13-14). Satanás cobiçou a casa de Deus, Sua noiva, Seus servos e Seus pertences. Satanás colocou a si próprio no centro de sua vida e acabou esquecendo seu propósito como anjo e ser criado. Ao fazer isso, ele acabou quebrando o 10º mandamento (Êxodo 20:17), que nos adverte contra a cobiça daquilo que não nos pertence. Ao dragão e seus agentes seguirem quebrando cada um dos mandamentos de Deus, eles trabalham para induzir as pessoas a imitarem seu exemplo. Isso acontece porque o quebrar da Lei envia uma mensagem clara. Uma mensagem sobre a falta de amor a Deus. Lembre-se do que Jesus disse: “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” (João 14:15).

*** Visão Geral ***: O poder da besta que saiu do mar está nos chamando para não guardarmos os mandamentos de Deus, mas Jesus está nos chamando para seguirmos a Deus. Jesus nos advertiu: quem escolher seguir a Cristo seria odiado, rejeitado e perseguido, assim como Ele foi. As pessoas vão nos odiar e nos rejeitar quando pregarmos a mensagem inalterada da Bíblia. A besta que saiu do mar é quem está enganando as pessoas, fazendo com que pensem que os mandamentos de Deus são uma coisa do passado ou que acreditem que eles foram alterados. É verdade, nós não somos salvos pela lei, somos salvos pela graça através da fé (Efésios 2:8). Mas os mandamentos são importantes porque eles são como a luz do motor no painel de um carro, que acende quando há um problema e informa o motorista que ele precisa levar o carro ao mecânico. A luz de nosso motor espiritual nos diz que temos que buscar o único que pode nos consertar, que pode nos perdoar. Você consideraria reparar seu problema do motor removendo a luz do painel do carro? Não, nunca. Se optarmos por ignorar a nossa luz do motor, então não teremos como saber que precisamos do nosso Salvador Jesus Cristo. Assim como a luz no painel não pode corrigir o problema no carro ou evitar que o motor se quebre, os Dez Mandamentos não têm poder para livrar o pecador do pecado. Só Jesus pode fazer isso. O que a besta e o dragão mais gostariam é que todas as pessoas rejeitassem e ignorassem a luz que Deus deu aos Seus filhos. O objetivo do dragão é evitar que o mundo inteiro busque o perdão de Deus por seus pecados. E essa é a guerra que a besta que saiu do mar e o dragão estão travando contra todas as nações. Ao quebrarem os mandamentos de Deus, eles enganam as pessoas para que passem a quebrá-los também. Não podemos esquecer como a Bíblia descreve os fiéis do tempo do fim: eles são “os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo” (Apocalipse 12:17). No Novo Testamento, Paulo descreveu a lei de Deus como santa, justa e boa (Romanos 7:12). Aqui está o que Jesus disse sobre a lei de Deus: “Não cuideis que vim destruir a lei ou os profetas: não vim abrogar, mas cumprir.” (Mateus 5:17). “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” (João 14:15). “do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor.” (João 15:10). “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.” (Mateus 5:18).

7 And it was given unto him to make war with the saints, and to overcome them: and power was given him over all tribes, and tongues, and nations.

8 And all that dwell upon the earth shall worship him, whose names are not written in the book of life of the Lamb slain from the foundation of the world.

9 If any man has an ear, let him hear.

10 He that leads into captivity shall go into captivity: he that kills with the sword must be killed with the sword. Here is the patience and the faith of the saints.

 

PART 6

 

*** War against the saints ***: Last time, we learned that the blasphemous activities of the beast are extensive. The beast that comes out of the sea wishes to have the authority of God on Earth. It claims to have the power to change God’s law, to change how God is perceived by people, to prevent people from connecting to God directly, and to decide people’s fate. That power over the saints is highlighted in Revelation 13:6 as the beast’s blasphemies against God’s people, “those who dwell in Heaven”. That phrase is a nice bridge to verse 7. The dragon himself was preparing to make war with the remnant of the faithful people (Revelation 12:17), and now the sea beast joined the dragon in this endeavor, further demonstrating their alliance. Their goal: to overcome the people (Revelation 13:7). And so, during the prophetic forty two months (1260 literal years, which happened during the Middle Ages), God’s people were oppressed and suffered tremendously at the hands of the polítical-religious powers of the time (see studies #16#20#68#71#72#80, and #85).

*** Power over all tribes, tongues, and nations ***: We already know that the dragon had given power to the sea beast (Revelation 13:2) but now we read how far this power extends. The sea beast received power “over all tribes, and tongues, and nations.” (Revelation 13:7). The dragon wants the sea beast to compete for the same territory claimed by Christ. When we studied the enthronement of Christ, in Revelation 5, we saw how the heavenly beings were praising Jesus because He had redeemed humanity through His death on the cross and made salvation available to “every tribe, and tongue, and people, and nation” (Revelation 5:9). That message of salvation is to be preached “unto them that dwell on the earth, and to every nation, and tribe, and tongue, and people” (Revelation 14:6). When we see this comparison, we can understand the true nature of the sea beast’s mission: to conquer Jesus’ territory with a different message - a competing message. We must understand that given this wide area, the beast may use different means of influencing people to move away from the truth. Even though a lot of what is said regarding the beast’s work involves those who profess to be Christian, the beast has received dominion over those who do not belong to the Christian faith. Not all nations in the world are Christian, and the verse says the beast received power over every nation. There are many ways to deceive people, and the beast along with the dragon are working to keep as many people as possible from knowing the truth about God.

*** And all that dwell upon the earth shall worship him ***: Revelation 13:3-4 tells us that when the mortal wound heals completely, the people of the earth will worship the sea beast and the dragon. Here, in Revelation 13:8, however, we see some hope that counteracts the frightening size of the beast’s field of operation. Even though the beast is working to deceive everyone on the planet, only those whose names aren’t in Jesus’ book of life will fall for the beast’s trickery and worship him and the dragon. Those who believe in Jesus and accept God’s unaltered truth will be included in Jesus’ book of life. According to Psalm 69:28, that’s where the names of the righteous people are written down. It’s up to each one of us to choose whether or not we wish to be removed from that book. The Bible says that “if any man shall take away from the words of the book of this prophecy, God shall take away his part out of the book of life, and out of the holy city, and from the things which are written in this book.” (Revelation 22:19). In other words, if anyone is preaching a message that is contrary to what is contained in the Bible, God will remove their names from the book of life. That is how serious God takes our free will. We are free to choose whether or not we want to be included in God’s book. If we want to worship God, love Him truly, then we are choosing to be in His book. On the other hand, if we choose to worship and follow the beast, then we are in fact requesting that our names be removed from the book of life.

Note that there is something special about the book of life. It belongs to the “Lamb slain from the foundation of the world.” (Revelation 13:8). This is important because it makes it clear that we depend on Jesus in order to be saved. No one else has the power to grant salvation to people. Only Jesus’ sacrifice has the power to save us, and He gave His life at no charge to us. There is nothing we can do or add to Jesus’ sacrifice that could increase our chances of salvation. All that had to be done was already done. He is offering His work, His life, His death, and His resurrection in exchange for our accepting His sacrifice. There are no extra works that we could possibly do that would help complete His saving grace. His grace is already perfect and complete. All we have to do is say yes and follow Him. Any good works we may do after our encounter with Christ will be a consequence of His transforming powers in our lives. There is no need for us to offer Him our penitences in exchange for forgiveness, or salvation. The Bible says that “God demonstrates His own love toward us, in that while we were yet sinners, Christ died for us.” (Romans 5:8, NASB). “For God so loved the world, that he gave his only begotten Son, that whosoever believes in him should not perish, but have everlasting life.” (John 3:16). God had a plan of salvation in place from the foundation of the earth. Humans had done no works, good or bad when Jesus decided He would offer His own life for us. That’s how deep His love is.

*** Are you paying attention? ***: Here is a call very similar to the one we saw in the seven letters to the seven churches in Revelation 2-3: “If any man has an ear, let him hear.” (Revelation 13:9). Jesus is calling us to pay close attention to the message He is giving to His people. The message is not about how we should be afraid of the beast, the dragon, or their power. The main point is not about what the beast can do to us, but what God will do to the beast and the dragon in the end. The oppression and persecution of God’s faithful people are temporary, but the destruction of Satan and his allies is certain and permanent. Revelation 13:9 is a call to pay attention to the message in verse 10, as it relates to the suffering mentioned in the previous verses: “If anyone is destined for captivity, to captivity he goes; if anyone kills with the sword, with the sword he must be killed. Here is the perseverance and the faith of the saints.” (Revelation 13:10, NASB)

- “If anyone is to go into captivity, into captivity he goes”: This statement is about God’s faithful people. It reminds us of what Jesus said: “The gospel must first be preached to all the nations. When they arrest you and hand you over, do not worry beforehand about what you are to say, but say whatever is given you in that hour; for it is not you who speak, but it is the Holy Spirit. Brother will betray brother to death, and a father his child; and children will rise up against parents and have them put to death. You will be hated by all because of My name, but the one who endures to the end, he will be saved.” (Mark 13:10-13, NASB). We are also reminded of Revelation 12:11: “And they overcame him because of the blood of the Lamb and because of the word of their testimony, and they did not love their life even when faced with death.” (NASB). We should not be surprised if we are faced with suffering, persecution or even death because of our unwillingness to follow anything different from what God has commanded us in the Bible. If in order to remain faithful we are to face captivity, then imprisonment would be preferable to abandoning God’s principles.

- “If anyone kills with the sword, with the sword he must be killed”: This statement is directed toward the persecutors and highlights their certain end: death. This translation is found in Bible versions such as King James, New American Standard Bible, based on the 4th century codex Sinaiticus. Some other Bible translations have included this second statement in the same pattern as the first one, as if directed to God’s people: “If anyone is to be killed with the sword, with the sword they will be killed.” (NIV). Those translations are based on other manuscripts like the 5th century Codex Alexandrinus, and are included in versions such as the New International Version, New Living Translation, English Standard Version, International Standard Bible, among others. The translation based on the Codex Sinaiticus seem to more closely match the words of Jesus in Matthew 26:52: “Then said Jesus unto him, Put up again your sword into its place: for all they that take the sword shall perish with the sword.” Jeremiah 15:1-2 and Jeremiah 43:11 have a similar warning directed to the apostate people and oppressors of God’s people. Based on these other Bible verses, we can understand that the second statement in Revelation 13:10 is more likely directed towards those who are persecuting God’s faithful people; to the ones taking them into captivity and death. Their end is certain and has been determined by God. God will bring an end to injustice and evil.

- “Here is the perseverance and the faith of the saints.”: God’s people are not called to pick up the sword and fight back. They are called to endure their trials and tribulations. They are called to have faith and trust that God is in control. Even if they find themselves on the other side of the beast’s sword, God’s children are called to trust in God’s sword, the sword that comes out of Jesus’ mouth (Revelation 1:16). His sword is His Truth, contained in the Bible. The Truth comes out of His mouth, not out of the mouth of men who seek to change the message in order to suit their own agenda. Christ is calling us to endure to the end: “but the one who endures to the end, he will be saved.” (Mark 13:13). We are able to endure not because there is any strength in ourselves, but because there is strength in God’s Word, and because those who endure have faith: “Here is the patience of the saints: here are they that keep the commandments of God, and the faith of Jesus.” (Revelation 14:12).

*** Breaking God’s Law ***: The sea beast received tremendous power. Power to deceive the entire world. Not just those who profess to be Christian and may become contaminated by altered messages. The beast aims to deceive the entire world by any means necessary, inside and outside the church. The sea beast is seeking worship and a position equivalent to God. This behavior goes directly against God’s 1st and 2nd commandments (Exodus 20:1-6), which sate we should not have any other gods besides the God in Heaven, and that we should not create or serve any other gods. As the beast preaches false doctrines to the world, misrepresenting God, the beast is also breaking the 3rd commandment (Exodus 20:7), which says we should not take God’s name in vain. The Bible says that the end time religious-political power would seek to “change times and laws” (Daniel 7:25), and the 4th commandment (Exodus 20:8-11) is the only one of the ten that has to do with time. It talks about the special time that God Himself has chosen as His holy day and as a memorial to the connection He established with His people. The 4th commandment begins by saying “Remember the sabbath day, to keep it holy. Six days shall you labor, and do all your work: But the seventh day is the sabbath of the LORD your God […]” (Exodus 20:8-10). The Bible teaches us to keep the seventh day. Jesus Himself kept the seventh day (Luke 4:16; Matthew 12:8). As followers of Christ, shouldn’t we do the same? The first century Christians kept it (Luke 23:52-56; Acts 13:42,44; Acts 15:21; Acts 16:13; Acts 17:2-3; Acts 18:4). Paul warns us against this sort of disobedience and calls us to enter God’s rest: “So there remains a Sabbath rest for the people of God. For the one who has entered His rest has himself also rested from his works, as God did from His. Therefore let us be diligent to enter that rest, so that no one will fall, through following the same example of disobedience.” (Hebrews 4:9-11, NASB).

By going directly against the Father’s instructions, Satan and his agents are breaking the 5th commandment (Exodus 20:12), which calls for obedience to parents. Revelation 13:7 tells us that the beast and the dragon are waging a war against God’s people. They wish to keep the people from receiving eternal life. Through persecution, imprisonment and even death, the dragon and the beast will do everything they can to keep people from the Life Giver. By doing so, they break the 6th commandment (Exodus 20:13), which says: “You shall not murder”. Jesus said that Satan was a “murderer from the beginning” (John 8:44). The dragon wishes to turn the Church away from her groom, Jesus Christ, and make her betray Him by believing in the dragon’s own false teachings. This association between Satan and the Church is intended to break the 7th commandment (Exodus 20:14), which warns against adultery. The dragon wishes to steal God’s bride and keep her to himself. Not because he loves the bride, but because he hates God. Satan is seeking revenge against God by attempting to steal the Church from God’s hands. In the process, the dragon breaks the 8th commandment (Exodus 20:15), which says “You shall not steal”.

Furthermore, the dragon, and now the beast, have been spreading lies about the character of God from the beginning! Jesus called Satan the father of lies (John 8:44). The false teachings that come out of their mouth are their strongest weapon in this spiritual war. The 9th commandment (Exodus 20:16) warns us against this behavior. We must seek to become like the Father in Heaven, not like the father of lies. This entire rebellion against God started because Satan wished to ascend above the stars of God and be like the Most High (Isaiah 14:13-14). Satan coveted God’s house, His bride, His servants and His belongings. Satan made himself the center of his life and ended up forgetting his purpose as an angel and created being. By doing so, he ended up breaking the 10th commandment (Exodus 20:17), which warns us against coveting that which does not belong to us. As the dragon and his agents go about breaking every single one of God’s commandments, they work to trick people into following their example. This is because breaking the Law sends a clear message. A message about not loving God. Remember what Jesus said, “If you love Me, keep My commandments” (John 14:15).

*** Overview ***: The sea beast power is calling us not to keep God’s commandments but Jesus is calling us to follow God instead. Jesus warned us: following Him would cause us to be hated, rejected and persecuted, just as He was. People will hate us and reject us when we preach the unaltered message of the Bible. The sea beast is the one tricking people into thinking God’s commandments are a thing of the past or encouraging them to believe that it has been changed. It is true, we are not saved by the law, we are saved by grace through faith (Ephesians 2:8). But the commandments are important because they are like the engine light in a car, that lights up when there is a problem and informs the driver that he or she needs to take the car to the mechanic. Our spiritual engine light tells us that we need to go to the only one who can fix us, who can forgive us. Would you ever consider fixing your engine problem by removing the light from the car panel? No, never. If we choose to ignore our engine light, we won’t know we need our Savior, Jesus Christ. Just as that light in the panel cannot fix the problem in the car or prevent the engine from being lost, the Ten Commandments have no power to cleanse the sinner from sin. Only Jesus can do that. The beast and the dragon would like nothing more than to have people reject and ignore the light God has given to His children. The dragon's goal is to keep the entire world from seeking God’s forgiveness from sin. And that is the war that the sea beast and the dragon are waging against all the nations. As they break God’s commandments, they trick people into breaking them as well. Let’s not forget how the Bible describes the end-time faithful people: they are the ones “who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ” (Revelation 12:17). In the New Testament, Paul described the law of God as holy, just, and good (Romans 7:12). Here is what Jesus said about God’s Law: “Do not think that I came to destroy the law or the prophets, I did not come to destroy but to fulfill” (Matthew 5:17). “If you love Me, keep My commandments” (John 14:15). “I have kept My Father’s commandment and abide in His love” (John 15:10). “For verily I say unto you, Till heaven and earth pass away, one jot or one tittle shall in no wise pass from the law, till all be fulfilled.” (Matthew 5:18).

3 Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a sua ferida mortal foi curada. Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta,

4 e adoraram o dragão, porque deu à besta a sua autoridade; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?

5 Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias; e deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses.

6 E abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome e do seu tabernáculo e dos que habitam no céu.
(versão: Almeida Corrigida e Revisada Fiel)

 

PARTE 5


*** Contexto Geral ***: Até agora, vimos que João descreveu a besta que sai do mar em muitos detalhes. Ele descreveu suas origens, seus poderes e suas atividades. Vimos como a descrição dessa besta em Apocalipse 13:1-2 está intimamente relacionada com a descrição dos poderes político-religiosos descritos em Daniel 7 e Daniel 8 (veja os estudos #86, #87 e #88 ). Antes de prosseguirmos para Apocalipse 12:3, precisamos ter uma compreensão muito clara dos componentes que formam a besta que sai do mar e como tudo isso está relacionado com as visões de Daniel.

Na visão de Daniel descrita em Daniel 7, ele viu 4 animais. Juntos, os quatro animais tinham um total de sete cabeças (Daniel 7:4-7): 1 cabeça de leão, 1 cabeça de urso, 4 cabeças de leopardo e 1 cabeça da quarta besta (assumimos uma cabeça porque o verso menciona que a besta tinha dentes). O animal de Apocalipse 13:1 também tem 7 cabeças, assim como o dragão vermelho (Apocalipse 12:3). Em Daniel 7, as cabeças representam reinos (Daniel 7:17,23). Em Apocalipse 13, aprendemos um significado ainda mais profundo para essas sete cabeças-reinos: elas representam as atividades satânicas ao longo da história (veja o estudo #86). A Bíblia nos diz que o primeiro animal de Daniel 7 é Babilônia, o segundo é a Medo-Pérsia, o terceiro é a Grécia e o quarto reino é Roma.

O quarto animal em Daniel 7 tem dez chifres, assim como o dragão e a besta que sai do mar. Os chifres são dez reis que surgiriam da quarta besta. Em outras palavras, dez nações divididas surgiriam logo após a queda do Império Romano. Daniel 7:8 nos diz que um poder diferente emergiria do Império Romano (que é o quarto animal). Esse poder estava representado por um pequeno chifre. Este pequeno chifre é novamente mencionado em Daniel 8:9-12. No estudo #86, incluímos uma tabela comparando as bestas descritas em Daniel e Apocalipse. Nós vimos como a besta que sai do mar em Apocalipse 13 alinha perfeitamente com o poder do pequeno chifre em Daniel 8:9-12. Com isso em mente, devemos separar os dois poderes apresentados em Daniel 7:7-8. O quarto animal é um poder e o pequeno chifre é outro poder. O pequeno chifre saiu da quarta besta. Em outras palavras, o Império Romano é o quarto animal de Daniel 7 e, do Império Romano, saiu esse outro poder, mencionado como o pequeno chifre. Quando este outro poder se levantou, ele destruiu três reinos existentes (que faziam parte das dez nações que surgiram após a queda de Roma). O pequeno chifre tem olhos como um homem e uma boca que fala com arrogância (Daniel 7:8). A besta do mar também tem uma boca. Sua boca se parece com uma boca de leão, e como vimos no estudo #89, a boca do leão é uma boca orgulhosa que não rende glória a Deus. A besta que sai do mar aparenta ser o pequeno chifre em Daniel 7:8, mas descrita em mais detalhes.

*** Cabeça ferida ***: Devemos ter cuidado para não misturarmos as sete cabeças e os dez chifres. Eles representam diferentes aspectos dos poderes da besta. As cabeças são as atividades satânicas executadas pelos chifres (veja o estudo #86). Apocalipse 13:3 começa descrevendo que João viu uma das cabeças sendo mortalmente ferida. Foi ferida por uma espada (Apocalipse 13:14). Note que uma das cabeças da besta que saiu do mar morreu. Ela recebeu uma ferida mortal (Apocalipse 13:3). A morte desta cabeça indica que a besta, a partir daquele ponto, já não estava mais executando suas atividades da mesma forma que antes. Mas a ferida começou a sarar. A Bíblia nos diz que um dia essa ferida será completamente curada (Apocalipse 13:3, 12, 14). Quando isso acontecer, o mundo irá testemunhar as atividades da besta ganharem vida, e voltarem a ser tão fortes e ativas quanto eram antes da ferida mortal. Esta cena é a tentativa de Satanás de imitar o que aconteceu com Jesus, que morreu e ressuscitou. Quando Jesus ressuscitou, Ele ascendeu ao céu, onde os seres celestiais estavam ao redor do trono adorando o Pai. Uma vez que Jesus se assentou no trono com o Pai, ele continuou a exercer Sua plena autoridade no Céu e seu poder sobre a Terra. O Universo se maravilhou diante do Cordeiro que foi morto e O adorou (Apocalipse 5). Preste atenção na ordem em que os eventos acontecem. A mesma ordem é descrita em Apocalipse 13. Uma vez que a ferida sarou, "toda a terra se maravilhou, seguindo a besta" (Apocalipse 13:3), e adoraram o dragão, e então adoraram a besta. Quando estudarmos Apocalipse 17, veremos qual das sete cabeças foi mortalmente ferida.

*** Adorando o dragão e o animal ***: As pessoas que se maravilharam com a cura da ferida mortal da besta, se sentiram compelidas a adorar o dragão e a besta. Eles adoraram a besta que saiu do mar dizendo: “Quem é semelhante à besta? quem poderá batalhar contra ela?” (Apocalipse 13:4). Aqui temos duas perguntas. A primeira pergunta, “quem é como a besta”, nos faz pensar que queriam dizer que ninguém mais, além do próprio dragão, é como a besta. A pergunta “Quem é como a besta” é também um contraponto ao título de Jesus quando Ele lutou contra o dragão durante a guerra no céu. A Bíblia nos diz que Miguel e seus anjos lutaram contra o dragão e seus anjos (Apocalipse 12:7). O nome Miguel significa “Quem é como Deus”. Nós também vemos a pergunta “quem é como Deus” no Antigo Testamento (Êxodo 15:11; Salmo 35:10; Miquéias 7:18). Satanás está tentando imitar todos os aspectos da Trindade. A segunda pergunta é “quem poderá batalhar contra ela”. Mais uma vez, a resposta implícita a esta pergunta é ‘ninguém’. A cena da guerra no céu vem facilmente à mente. Satanás é aquele que se rebelou contra Deus. Como vimos antes, Apocalipse 12:7 diz que o único que é como Deus lutou contra o dragão. Então, os verdadeiros seguidores de Deus sabem que Jesus é quem defende o Seu povo, mas os povos da terra foram enganados e levados a pensar que ninguém pode ir contra a besta que sai do mar. Nem mesmo o próprio Deus.

*** A besta fala blasfêmias ***: Assim como o pequeno chifre em Daniel 7, a besta que sai do mar tem uma boca que fala com arrogância. Através de suas proclamações, a besta não apenas se exalta, mas também fala blasfêmias. Em nossos estudos #87 e #89, aprendemos que a blasfêmia ocorre quando alguém se faz igual a Deus e atribui a si mesmo poderes que pertencem somente a Deus, tais como: mudar a lei de Deus (Daniel 7:25) e perdoar pecados (Lucas 5:20-24). A besta que sai do mar está anunciando ao mundo seus próprios poderes de mudar a lei de Deus e de perdoar pecados. A besta que sai do mar é um poder religioso com influência política que afirma ter poderes que, na realidade, pertencem apenas a Deus. Esse poder religioso, o chifre pequeno, como a Bíblia diz em Daniel 7, surgiu durante o tempo do Império Romano. Apocalipse 13:5 revela que esse poder religioso-político continua a exercer seu poder inquestionável por um período profético de quarenta e dois meses. Já vimos em muitos estudos diferentes que esse período ocorre durante a Idade Média e é um período literal de 1260 anos (veja estudos #16, #20, #68, #71, #72, #80 e #85) . Essa é a mesma quantidade de tempo que Daniel 7:25 afirma que o pequeno chifre exerceria suas atividades de falar blasfêmias e pressionar os santos. As blasfêmias se estendem bastante e são direcionadas não somente contra Deus, mas também contra o Seu nome, Seu tabernáculo e Seu povo (Apocalipse 13:6). Esse verso expande ainda mais a gravidade do que a besta está dizendo e amplifica o significado de blasfêmia:

Blasfêmias contra Deus: como já vimos antes, a blasfêmia contra Deus ocorre quando alguém reivindica ter poderes que pertencem somente a Deus, tais como mudar a lei de Deus (Daniel 7:25) e perdoar pecados (Lucas 5:20-24).

Blasfêmias contra o nome de Deus: certa vez, Moisés perguntou a respeito do nome de Deus, e "Deus disse a Moisés: ‘EU SOU O QUE EU SOU. Isto é o que você deve dizer aos israelitas: ‘EU SOU me enviou para você’". Êxodo 3:14). Uma blasfêmia contra o nome de Deus implica que a besta que saiu do mar não professa que Deus é quem Ele diz que é. A besta está passando informações incorretas sobre o caráter de Deus. Ao falar com os líderes religiosos da época, Jesus advertiu que ninguém deveria chamá-los de "‘pai’, porque vocês só têm um Pai, aquele que está nos céus” (veja Mateus 23:8-9). A besta que sai do mar afirma ter não somente os poderes de Deus, mas também uma posição igual ao do Pai. Ao fazer com que Deus aparente ser inferior ao que Ele é, a besta se faz parecer mais importante do que ela é.

Blasfêmias contra o tabernáculo de Deus: a Bíblia menciona algumas coisas que podem ser consideradas como o templo de Deus, ou o Seu tabernáculo: Sua casa de culto ou templo (Mateus 21:13), o próprio Jesus (João 2:19-22) e Seu povo (1 Coríntios 6:19-20;  1 Coríntios 3:16-17). O templo de Deus é o lugar onde Ele habita, onde Ele executa Suas atividades, seja nos corações de Seu povo ou no Céu, ou mesmo em Seu templo físico, que é o símbolo da conexão especial que Ele tem com Seus seguidores. O propósito principal do tabernáculo é a conexão direta entre Deus e o povo, agora possível através de Jesus Cristo. A besta que sai do mar afirma ter o poder de alterar a ordem dessa conexão. A Bíblia diz: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem.” (1 Timóteo 2:5). Qualquer poder religioso ensinando que existem outros mediadores entre os seres humanos e o Pai, é culpado de blasfêmia de acordo com este ensinamento bíblico.

Blasfêmias contra o povo de Deus: a expressão “os que habitam no céu” é uma referência aos fiéis seguidores de Deus. Isto serve de contraste para com aqueles que não seguem a Deus, e são referidos como "aqueles que habitam na terra" (Apocalipse 13:8, 12, 14). Como pode a besta blasfemar contra seres humanos? Os seres humanos não possuem poderes divinos inatos ou uma posição soberana no Universo. Isso parece ser difícil de entender, mas vamos analisar dessa maneira: os seres humanos receberam um presente muito especial de Deus e que Deus respeita tremendamente. Os seres humanos receberam o livre arbítrio para escolher ou não a Deus; para amá-Lo ou não. Deus não força ninguém a servi-Lo. Veja o que Jesus instruiu os discípulos a fazer ao enviá-los para pregar o Evangelho e o que deveriam fazer se a mensagem fosse rejeitada: “E, se ninguém vos receber, nem escutar as vossas palavras, saindo daquela casa ou cidade, sacudi o pó dos vossos pés.” (Mateus 10:14). Jesus nunca disse para matar ou perseguir aqueles que discordassem e rejeitassem os ensinamentos de Deus. O destino dessas pessoas está nas mãos de Deus, e não cabe aos seres humanos tomar tal decisão. O destino delas será divulgado no dia do julgamento (Mateus 10:15). Este tipo de blasfêmia é uma ponte para o que iremos ler em Apocalipse 13:7-8, onde a besta começa a guerrear contra o povo de Deus. A besta que sai do mar afirma ter poder sobre aqueles que não concordam com suas proclamações e poder de determinar o destino deles.

*** Visão geral ***: A besta que sai do mar faz afirmações muito ousadas. Ela se exalta, e diz que tem poderes que, de acordo com a Bíblia, pertencem apenas a Deus. Com muitas blasfêmias, anuncia ao mundo que não somente tem o poder de mudar a lei de Deus e de perdoar pecados, mas também que possui a autoridade de Deus na Terra. Além disso, a besta afirma ter o direito de alterar a conexão direta que Deus estabeleceu com seus seguidores e de decidir o destino do povo de Deus. As blasfêmias que saem da boca da besta são as suas atividades. No final dos 1260 anos, essas atividades pararam por um período. Mas, quando a ferida mortal começou a sarar, essas atividades gradualmente começaram de novo. Observe a ordem em que as atividades da besta são mencionadas. A perseguição contra o povo de Deus é a última a ser mencionada, como as blasfêmias contra “os que habitam no céu”. Quando a besta atingir a cura completa da cabeça que foi ferida, podemos esperar que a besta retome todas as suas atividades com força total. Atualmente, já podemos ver em prática, a maioria das atividades de blasfêmia da besta. Elas são apresentadas com o rótulo de religião cristã por certas denominações. O mais importante é lembrar que o povo de Deus não precisa ser definido por uma denominação que prega tais blasfêmias. Muitas pessoas que pertencem a essas denominações realmente amam a Jesus e irão ouvir a voz de Deus quando Ele disser: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados" (Apocalipse 18:4). Deus irá chamar seus seguidores sinceros a deixarem qualquer poder político-religioso que pregue uma mensagem contrária ao que está contido na Bíblia. Aqueles que conhecem a voz de Deus ouvirão e seguirão o chamado de Deus. Não podemos nos esquecer de que a besta que sai do mar não é uma pessoa. Ela é um sistema religioso com influência política que existe há vários séculos. Não devemos nos comportar como a própria besta e reivindicar o direito de decidir o seu destino. Assim, não seríamos melhores do que a besta. Todos têm o direito de decidir por si mesmos a quem desejam servir. Cabe a Deus determinar sua sentença. E a sentença da besta que sai do mar já foi revelada: “E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.” (Apocalipse 19:20).

3 And I saw one of his heads as if it were wounded to death; and his deadly wound was healed: and all the world marveled after the beast.

4 And they worshiped the dragon who gave power unto the beast: and they worshiped the beast, saying, Who is like unto the beast? who is able to make war with him?

5 And there was given unto him a mouth speaking great things and blasphemies; and power was given unto him to continue forty and two months.

6 And he opened his mouth in blasphemy against God, to blaspheme his name, and his tabernacle, and them that dwell in heaven.

 

PART 5

 

*** Background ***: So far, we’ve seen that John described the sea beast in many details. He described its origins, its powers, and its activities. We’ve seen how the description of the sea beast of Revelation 13:1-2 is very closely related to the description of the political-religious powers described in Daniel 7 and Daniel 8 (see studies #86, #87, and #88). Before we go on to Revelation 12:3, we must have a very clear understanding of the components that form the sea beast and how that relates to Daniel’s visions.

In Daniel's vision described in Daniel 7, he saw 4 beasts. Together, all four beasts had a total of seven heads (Daniel 7:4-7): 1 lion head, 1 bear head, 4 leopard heads, and 1 fourth beast head (a head is assumed because the verse mentions that the beast had teeth). The beast of Revelation 13:1 also has 7 heads, and so does the red dragon (Revelation 12:3). In Daniel 7, the heads represents kingdoms (Daniel 7:17,23). In Revelation 13, we learn an even deeper meaning to these seven kingdom-heads: they represent the ongoing satanic activities throughout history (see study #86). The Bible tells us that the first beast of Daniel 7 is Babylon, the second is Medo-Persia, the third is Greece, and the fourth kingdom is Rome.

The fourth beast in Daniel 7 has 10 horns, and so does the dragon and the sea beast. The horns are ten kings that would arise from the fourth beast. In other words, ten divided nations would arise right after the disintegration of the Roman Empire. Daniel 7:8 tells us that a different power would emerge from the Roman Empire (which is the fourth beast). That power was a little horn. This little horn is again mentioned in Daniel 8:9-12. On study #86, we included a table comparing the beasts described in Daniel and Revelation. We saw how the sea beast in Revelation 13 aligns perfectly with the little horn power of Daniel 8:9-12. With this in mind, we must separate the two powers at play in Daniel 7:7-8. The fourth beast is one power and the little horn is another power. The little horn power came from the fourth beast. In other words, the Roman Empire is the fourth beast of Daniel 7 and out of the Roman Empire came this other power, referred to as little horn. When this other power rose up, it destroyed three existing kingdoms (which were part of the ten divided nations that emerged after Rome’s demise). The little horn has eyes like a man and a mouth that speaks boastfully (Daniel 7:8). The sea beast also has a mouth. Its mouth looks like a lion’s mouth, and as we’ve seen in study #89, the lion’s mouth is a proud mouth that does not give glory to God. The sea beast seems to be the little horn in Daniel 7:8, but described in greater detail.

*** Wounded head ***: We must be careful not to mix the seven heads and the ten horns. They represent different aspects of the beast’s powers. The heads are the satanic activities executed by the horns (see study #86). Revelation 13:3 starts out by saying that John saw one of the heads being mortally wounded. It was wounded by a sword (Revelation 13:14). Note that one of the sea beast’s head actually died. It received a mortal wound (Revelation 13:3). The death of this head indicates that the beast was no longer executing its activities the same way it did before. But the wound started to heal. The Bible tells us that it will one day heal completely (Revelation 13:3, 12, 14). When it heals completely, the world will witness the beast’s activities come to life, as strong and active as it was before it received the mortal wound. This scene is Satan’s attempt to imitate what happened to Jesus, who died and resurrected. Once Jesus resurrected, He ascended to Heaven, where the heavenly beings were around the throne worshiping the Father. Once Jesus sat down on the throne with the Father, He went on to exercise His full authority in Heaven and His rulership over the Earth. The Universe marveled before the Lamb who was Slain and worshiped Him (Revelation 5). Pay attention to the order in which the events unfold. The same order. is described in Revelation 13. Once the wound healed, “the world marveled after the beast” (Revelation 13:3), and they worshiped the dragon, and then they worshiped the beast. When we study Revelation 17, we will get an insight as to which of the seven heads was mortally wounded.

*** Worshiping the dragon and the beast ***: The people who marveled with the healing of the mortal wound felt compelled to worship both the dragon and the beast. They worshiped the sea beast by saying: “Who is like unto the beast? who is able to make war with him?” (Revelation 13:4). Here we have two questions. The first question, “who is like the beast”, makes us think they meant that no one else, other than the dragon himself, is like the beast. The question “Who is like the beast” is also a counterpoint to the title Jesus had while fighting the dragon during the war in Heaven. The Bible tells us that Michael and His angels fought the dragon and his angels (Revelation 12:7). The word Michael means “Who is like God”. We also see the question “who is like God” in the Old Testament (Exodus 15:11; Psalm 35:10; Micah 7:18). Satan is trying to imitate every aspect of the Trinity. The second question is “Who is able to wage war with him”. Once again, the implied answer to this question is ‘no one’. The scene of the war in Heaven comes to mind. Satan is the one who rebelled against God. As we saw before, Revelation 12:7 says that the One Who is like God fought agains the dragon. So, the true followers of God know that Jesus is the one defending His people but the people of the earth have been deceived into thinking that no one can go against the sea beast. Not even God Himself.

*** The beast speaks blasphemies ***: Just like the little horn in Daniel 7, the sea beast had a mouth who spoke boastfully. Through its proclamations, the beast was not only elevating itself, but it was also speaking blasphemies. In our studies #87 and #89, we learned that blasphemy happens when someone makes themselves equal with God, and attributes to themselves powers that belong only to God, such as: changing God’s law (Daniel 7:25) and forgiving sin (Luke 5:20-24). The sea beast is announcing to the world its own powers to change God’s law and to forgive sins. The sea beast is a religious power with political influence that claims to have powers that in reality belong only to God. This religious power, the little horn, as the Bible says in Daniel 7, came up during the time of the Roman Empire. As Revelation 13:5 says, this religious-political power continue to exercise its unquestioned power for a prophetic period of forty two months. We’ve seen in many different studies that this period occurs during the Middle Ages, and is a literal period of 1260 years (see studies #16, #20, #68, #71, #72, #80, and #85). This is the same amount of time Daniel 7:25 states that the little horn exercises its activities of speaking blasphemies and pressing the saints. The blasphemies extend not only against God, but also against His name, His tabernacle and His people. This verse expands even more the gravity of what the the beast is saying and amplifies the scope of what blaspheme is:

Blasphemes against God: As we’ve seen before, a blasphemy against God is claiming to have powers that only belong to God, such as changing God’s law (Daniel 7:25) and forgiving sin (Luke 5:20-24).

Blasphemes against God’s name: Moses one time inquired about God’s name, and “God said to Moses, "I AM WHO I AM. This is what you are to say to the Israelites: 'I AM has sent me to you.” (Exodus 3:14). A blasphemy against God’s name implies that the sea beast is not professing that God is who He says He is. The beast is passing along incorrect information about the character of God. Talking to the religious leaders of the time, Jesus warned them that no one should call them “father upon the earth: for one is your Father, who is in heaven” (see Matthew 23:8-9). The sea beast is claiming to have not only the powers of God, but an equal position to the Father. By making God less than what He is, the beast makes itself more than what it is.

Blasphemes against God’s tabernacle: The Bible mentions a few things that can be considered God’s temple, or tabernacle: His house of worship (Matthew 21:13), Jesus Himself (John 21:19-22) and His people (1 Corinthians 6:19-20;  1 Corinthians 3:16-17). Gods temple is the place where He dwells, where He executes His activities, being in the hearts of His people or in Heaven, or even at His physical temple, which is the symbol of His special connection to His followers. Ultimately, the purpose of the tabernacle is the direct connection between God and the people, now possible through Jesus Christ. The sea beast claims to have the power to alter the order of that connection. The bible says “For there is one God, and one mediator between God and men, the man Christ Jesus” (1 Timothy 2:5). Any religious power teaching that there are other mediators between humans and the Father, is guilty of blasphemy according to this biblical teaching.

Blasphemes against God’s people: The expression “them who dwell in Heaven” is a reference to God’s faithful followers. This is to contrast to those who do not follow God, and are referred to as “those who dwell on earth” (Revelation 13:8, 12, 14). How can the beast blaspheme against humans? Humans do not have innate divine powers or a sovereign position in the Universe. This seems difficult to understand but let’s look at this way: humans have one very special gift from God, which God respects tremendously. Humans were given free-will to choose God or not; to love Him or not. God does not force anyone to serve Him. Let’s see what Jesus instructed the disciples to do when He sent them out to preach the Gospel and what they needed to do if the message was rejected: “And whoever shall not receive you, nor hear your words, when you depart out of that house or city, shake off the dust of your feet.” (Matthew 10:14). Jesus never said to kill or persecute those who disagreed and rejected God’s teachings. The fate of those people are in God’s hands, not up to humans to decide. And their fate will be made known on the day of Judgment (Matthew 10:15). This type of blasphemy is a segway to what we will read in Revelation 13:7-8, where the beast begins its war against God’s people. The sea beast claims to have power over those who do not agree with its proclamations, and determine their fate.

*** Overview ***: The sea beast makes very bold claims. It speaks very highly of itself, and says it has powers that, according to the Bible, belong only to God. With its many blasphemies, it announces to the world that it not only has the power to change God’s law and to forgive sins, but that it also has God’s authority on Earth. Furthermore, the beast claims to have the right to alter the direct connection that God has established with His followers and to decide the fate of God’s people. The blasphemies out of the best’s mouth are the beast’s activities. At the end of the 1260 years, these activities stopped for a period. But as the mortal wound began to heal, these activities gradually began again. Note the order in which the beast’s activities are mentioned. The persecution against God’s people is the last one to be mentioned, as the blasphemies against “them that dwell in heaven”. Once the beast recover the full healing of its injured head, we can expect that the beast will resume all of its activities with full strength. We can see most of the blasphemy activities of the beast in practice today. It comes labeled as Christian religion by certain denominations. The main thing to remember is that God’s people do not need to be defined by a denomination preaching such blasphemies. Many of the people who belong to such denominations truly love Jesus and they will hear God’s voice when he says “Come out of her, my people, that you be not partakers of her sins” (Apocalipse 18:4). God will call His sincere followers to leave any religious-political powers that preach a message contrary to what is contained in the Bible. Those who know God’s voice will hear and follow God’s call. Let’s not forget that the sea beast is not one person. It is a religious system with political influence that has been in place for many centuries. We must not behave like the beast and claim to ourselves the right to decide the beast’s fate either. We would be no better than the beast. Everyone has the right to decide for themselves who they will serve. It is up to God to determine their sentence. And the sentence for the sea beast has been already revealed: “And the beast was seized, and with him the false prophet who performed the signs in his presence, by which he deceived those who had received the mark of the beast and those who worshiped his image; these two were thrown alive into the lake of fire which burns with brimstone.” (Revelation 19:20).

2 A besta que vi era semelhante a um leopardo, mas tinha pés como os de urso e boca como a de leão. O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade. (NVI)

 

PARTE 4

 

*** Boca como a boca de um leão ***: Daniel 7:4 descreveu a primeira besta, e disse que ela “parecia um leão, e tinha as asas de águia. Eu o observei até que as suas asas foram arrancadas, e ele foi erguido do chão de modo que levantou-se sobre dois pés como um homem, e recebeu coração de homem.” Note que a besta-leão tem pelo menos um elemento em comum com os animais que se seguiram: asas (leopardo) e a capacidade de se levantar (urso), e características humanas (chifre pequeno que surgiu da quarta besta). Os reinos da Medo-Pérsia, da Grécia e de Roma tinham coisas em comum com a Babilônia. Vale ressaltar que Daniel 8 não menciona Babilônia porque, no momento da visão descrita em Daniel 8, a Babilônia já tinha caído, como mencionamos anteriormente.

Na noite em que Babilônia caiu, Daniel foi chamado à presença do rei, porque a mão de Deus tinha deixado uma mensagem na parede (Daniel 5:1-12). O rei tinha acabado de pedir que todas as taças de ouro e de prata do templo de Jerusalém que estavam guardadas, fossem trazidas para serem usadas na sua comemoração pagã. Enquanto eles estavam no meio da festa, uma mão apareceu, escrevendo na parede. Ninguém conseguia entender o que estava escrito. Nenhum dos magos, astrólogos, ou adivinhos do rei podiam ler a mensagem. Mas a rainha-mãe se lembrou de como Daniel havia interpretado sonhos no tempo de Nabucodonosor, e assim Daniel foi trazido para interpretar a mensagem. Daniel lembrou o rei de como Deus havia dado tudo para seu pai Nabucodonosor e como, com o passar do tempo, seu coração se encheu de orgulho, até o ponto onde seu coração foi feito semelhante ao de um animal, até Nabucodonosor ser capaz de “reconhecer que o Deus Altíssimo domina sobre os reinos dos homens e coloca no poder a quem ele quer" (Daniel 5:21). Em seguida, Daniel disse ao rei: “Mas tu, Belsazar, seu sucessor, não te humilhaste, embora soubesses de tudo isso. Pelo contrário, tu te exaltaste acima do Senhor dos céus. Mandaste trazer as taças do templo do Senhor para que nelas bebessem tu, os teus nobres, as tuas mulheres e as tuas concubinas. Louvaste os deuses de prata, de ouro, de bronze, de ferro, de madeira e de pedra, que não podem ver nem ouvir nem entender. Mas não glorificaste o Deus que sustenta em suas mãos a tua vida e todos os teus caminhos.” (Daniel 5:22-23). A mensagem na parede dizia: “MENE, MENE, TEQUEL, UFARSlM” (Daniel 5:25), que significa “Deus contou os dias do teu reinado e determinou o seu fim". "Foste pesado na balança e achado em falta." "Teu reino foi dividido e entregue aos medos e persas“ (Daniel 5:26-28).

Ambos os reis da Babilônia (Nabucodonosor e Belsazar) tinham um grave problema de orgulho. Quando Nabucodonosor se vangloriou sobre suas realizações, ele se tornou como um animal selvagem, e passou sete anos pastando, até que reconheceu a soberania de Deus (Daniel 4:28-37). As habilidades mentais de Nabucodonosor foram restauradas nesse ponto, e ele foi capaz de retomar suas atividades de rei. Belsazar, por outro lado, se manteve orgulhoso e não rendeu glória a Deus (Daniel 5:23). Belsazar utilizou incorretamente os itens que haviam sido consagrados a Deus. Ele os usou para seus próprios interesses egoístas. A boca do leão é uma boca orgulhosa que se vangloria, uma boca que proclama a justiça própria, e que afirma ter autoridade para mudar os ensinamentos que foram estabelecidos originalmente pelo próprio Deus. Assim como Belsazar usou as taças que pertenciam ao templo para satisfazer o próprio ego, a boca do leão proclama ter direitos autodeterminados de usar a taça de Deus com um conteúdo diferente, fazendo com que todos os “habitantes da terra se [tornem embriagados] com o vinho da sua prostituição” (Apocalipse 17:2, veja também Apocalipse 17:4). A taça de Deus pode ser entendida como sendo Seus ensinamentos, que estão contidos na Bíblia. Lembre-se que o poder do chifre pequeno tinha feições humanas e procuraria “alterar os tempos e a lei” (Daniel 7:8, 25) contidos na Bíblia.

*** Presentes do dragão ***: Vimos no nosso último estudo como Satanás criou uma versão falsificada da Trindade, onde ele se coloca no lugar do Pai e a besta que sai do mar se coloca no lugar de Jesus. Mais à frente no capítulo 13 de Apocalipse, iremos ver quem se coloca no lugar do Espírito Santo. O final do verso de Apocalipse 13:2 diz: “O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade.” O dragão está imitando as ações do Pai. O Pai deu o Seu poder, trono e autoridade para Cristo (Apocalipse 2:27; Apocalipse 3:21). O fato de que essa figura político-religiosa, simbolizada pela besta que sai do mar, aceitou poderes do dragão torna evidente que eles estão trabalhando em conjunto para enganar o mundo. Ambos têm o mesmo objetivo (Apocalipse 12:9; Apocalipse 17:2).

*** Visão Geral ***: A besta que sai do mar recebeu seu poder do dragão (como leopardo), e imediatamente se prontificou para devorar aqueles que se opusessem aos seus decretos (como o urso). Ela exerce o poder que recebeu ao proclamar orgulhosamente a sua autoridade para alterar princípios espirituais estabelecidos pelo próprio Deus, e para tomar decisões no lugar de Deus. Esse comportamento é muito semelhante ao da besta-leão em Daniel 7:4, que se levantou como um homem (em dois pés) e que tinha a mente (ou coração) de um homem. Este é um contraste com o que aconteceu com Nabucodonosor, um homem que foi reduzido a ficar de quatro, como um animal, e que recebeu a mente de um animal até que pudesse reconhecer a soberania de Deus. O homem que foi transformado em uma besta teve que desistir de sua autoridade de domínio. Por outro lado, a besta que foi transformada em homem reivindicou sua autoridade de domínio. A boca prepotente do leão indica que a besta que saiu do mar não reconhece a Deus como governante supremo, mas sim o dragão, de quem ele aceita poder, autoridade e um trono para reinar sobre os habitantes do planeta. Deus nos revelou essa informação para que não nos encontremos entre aqueles que são enganados pelos esquemas satânicos. Devemos nos perguntar se os ensinamentos que estamos seguindo estão contaminados pelo veneno saindo da taça da besta. Os falsos ensinos que saem de sua taça podem embebedar as pessoas com crenças que os distraem da verdadeira mensagem contida na Bíblia. Se você está acreditando em doutrinas que foram alteradas por seus líderes religiosos, você deve orar por orientação divina e coragem para romper com a tradição. Ninguém na Terra tem poderes para alterar o que foi determinado por Deus. Jesus disse: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til jamais passará da lei, sem que tudo seja cumprido.” (Mateus 5:18).

2 And the beast that I saw was like unto a leopard, and his feet were as the feet of a bear, and his mouth as the mouth of a lion: and the dragon gave him his power, and his throne, and great authority.

 

PART 4

 

*** Mouth like the mouth of a lion ***: Daniel 7:4 described the first beast “like a lion, and had eagle's wings: I beheld till its wings were plucked, and it was lifted up from the earth, and made stand upon the feet as a man, and a man's heart was given to it.” Note that the lion beast has at least one element that the beasts that followed also have: wings (leopard), the ability to stand up (bear), and human characteristics: eyes and a mouth (little horn coming out of the fourth beast). Medo-Persia, Greece and Rome had things in common with Babylon. It’s important to note that Daniel 8 does not mention Babylon, because, at the time of the vision described in Daniel 8, Babylon had already fallen, as we’ve mentioned before.

The night that Babylon fell, Daniel was called to the presence of the king, because the hand of God had left a message on the wall (Daniel 5:1-12). The king had just ordered all the gold and silver cups from the Jerusalem temple to be brought up from storage and to be used in their pagan festivities. While they were in the middle of their party, a hand appeared, writing on the wall. Nobody could understand what was written. None of the king’s magicians, astrologers, or soothsayers could read it. But the queen remembered how Daniel interpreted dreams in the time of Nebuchadnezzar, and so Daniel was brought in to interpret the message. Daniel reminded the king of how God had given everything to his father Nebuchadnezzar and how, as time passed, his heart filled up with pride, to the point where his heart was made like that of an animal, until Nebuchadnezzar was able to recognize that “the most high God ruled in the kingdom of men, and that he appoints over it whomever he will.” (Daniel 5:21). Then Daniel told the king: “And you his son, O Belshazzar, have not humbled your heart, though you knew all this; But have lifted up yourself against the Lord of heaven; and they have brought the vessels of his house before you, and you, and your lords, your wives, and your concubines, have drunk wine in them; and you have praised the gods of silver, and gold, of bronze, iron, wood, and stone, which see not, nor hear, nor know: and the God in whose hand your breath is, and whose are all your ways, have you not glorified” (Daniel 5:22-23). The message on the wall read: “MENE, MENE, TEKEL, UPHARSIN” (Daniel 5:25), which means “God has numbered your kingdom, and finished it. You are weighed in the balances, and are found wanting. Your kingdom is divided, and given to the Medes and Persians.” (Daniel 5:26-28).

Both kings of Babylon (Nebuchadnezzar and Belshazzar) had a serious problem of pride. When Nebuchadnezzar boasted on his accomplishments, he became like a wild animal, and spent seven years roaming and grazing, until he recognized the sovereignty of God (Daniel 4:28-37). Nebuchadnezzar’s mental abilities were restored at that point, and he was able to resume his kingly activities. Belshazzar, on the other hand, remained proud and did not give glory to God (Daniel 5:23). Belshazzar misused the items that had been consecrated to God. He used them for his own selfish interests. The mouth of a lion is a proud mouth that boasts, a mouth that proclaims self-righteousness, and that claims to have the authority to change the teachings that were established originally by God Himself. Just like Belshazzar used the cups that belonged to the temple to satisfy his own ego, the mouth of the lion proclaims it’s self-given rights to use God’s vessel with a different content, using it to make all the “inhabitants of the earth [...] drunk with the wine of her fornication” (Revelation 17:2, see also Revelation 17:4). God’s vessel can be understood as His teachings, which are contained in the Bible. Remember that the little horn power had human features and would seek to “alter the times and the law” (Daniel 7:25) contained in the Bible.

*** Gifts from the dragon ***: We saw in our last study how Satan created a falsified version of the Trinity, where he takes the place of the Father and the sea beast takes the place of Jesus. We will see who takes the place of the Holy Spirit later in Revelation 13. The end of Revelation 13:2 says “and the dragon gave him his power, and his throne, and great authority.” The dragon is imitating the actions of the Father. The Father gave His power, throne, and authority to Christ (Revelation 2:27; Revelation 3:21). The fact that this political-religious figure, symbolized by the sea beast, accepted powers from the dragon makes it evident that they are working together to deceive the world. They both have the same goal (Revelation 12:9; Revelation 17:2).

*** Overview ***: The sea beast exercises its given power by proclaiming boastfully it’s authority to alter spiritual mandates that were established by God Himself and to make decisions on God’s behalf. This behavior is much like that of the lion beast in Daniel 7:4, who stood up as a man (on two feet) and had the mind (or heart) of a man. This is a contrast to what happened to Nebuchadnezzar, a man who was brought down on all fours like a beast and who received the mind of a beast until he could recognize the sovereignty of God. The man who was made into a beast had to give up his ruling authority. On the other hand, the beast who was made into a man claimed its ruling authority. The boastful mouth of the lion indicates that the sea beast does not recognize God as supreme ruler, but rather the dragon, from whom it accepts power, authority an a throne to reign over the inhabitants of the planet. God has revealed this information to us so we are not found among those who are deceived by satanic schemes. We must ask ourselves if the teachings that we are following are contaminated by the poison coming out of the beast’s cup. The false teachings coming out of his cup can get people drunk with beliefs that distract them away from the true message contained in the Bible. If you find yourself believing in doctrines that have been altered by your religious leaders, you must pray for God’s guidance and courage to break with tradition. No one on Earth has powers to change what has been determined by God. Jesus said: “For verily I say unto you, Till heaven and earth pass away, one jot or one tittle shall in no wise pass from the law, till all be fulfilled.” (Matthew 5:18).

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