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2 A besta que vi era semelhante a um leopardo, mas tinha pés como os de urso e boca como a de leão. O dragão deu à besta o seu poder, o seu trono e grande autoridade. (NVI)

 

PARTE 3

 

*** Contexto Geral ***: A conexão entre Apocalipse 13 e o livro de Daniel é inegável. Mais especificamente, os capítulos 7 e 8 de Daniel fornecem muitos detalhes que nos ajudam a entender a identidade da besta que sai do mar descrita em Apocalipse 13. Para podermos ver o quadro geral, temos que voltar para Daniel 2. Neste capítulo, lemos que o rei babilônico Nabucodonosor teve um sonho sobre os poderes dominantes do mundo, que se estenderam desde a Babilônia até o ponto em que surgiram os governos divididos após a queda do Império romano. O sonho terminou com o reino divino que “o Deus do céu estabelecerá” (Daniel 2:44). No sonho, havia uma estátua, e cada um dos segmentos dela era feito de um material diferente. Cada segmento representava um reino distinto. A cabeça de ouro é Babilônia (Daniel 2:36-38). O peito e os braços de prata representam o reino que causou a queda de Babilônia (Daniel 2:39, primeira parte), e esse reino foi a Medo-Pérsia. Os quadris e coxas de bronze representam o reino que veio a seguir: a Grécia (Daniel 2:39, última parte). O último e quarto reino é representado pelas pernas de ferro. Esse reino iria quebrar e destruir tudo (Daniel 2:40). A história nos diz que o Império Romano é o reino que derrubou a Grécia. Depois que o Império Romano chegou ao poder, nenhum outro reino surgiu com uma mesma força e poder unificados, como aconteceu nos reinados antecedentes. De certa forma, o Império Romano se desintegrou e deu lugar a nações divididas. Impérios menores surgiram, porém, nunca conquistando o domínio com um governo de influência global, como os quatro reinos mencionados no sonho. Diretrizes governantes fragmentadas substituíram o domínio romano. No entanto, a influência romana ainda era predominante, e isso foi representado no sonho como os pés da estátua, que eram de ferro misturado com barro. Para resumir muitos séculos de história, temos neste sonho a sequência dos poderes de governos globais, começando com a Babilônia, seguidoa pela Média-Pérsia, Grécia, e, finalmente, Roma. Depois disso, vemos o surgimento de nações divididas, que ainda continuam divididas hoje.

Daniel 7 e 8 dão mais detalhes sobre os eventos históricos a respeito da ascensão e queda dos regimes políticos poderosos. Ambos os capítulos seguem a mesma ordem apresentada em Daniel 2. Em Daniel 7, o profeta viu 4 animais em vez de uma estátua. Mas os mesmos reinos ainda estavam representados. Daniel viu um leão, um urso, um leopardo, e uma quarta besta. João, por outro lado, viu apenas uma besta, mas esta possuía elementos dos quatro animais mencionados em Daniel 7. A descrição em Apocalipse 13:2 vem na ordem inversa: uma besta que parecia um leopardo, um urso e um leão. Daniel teve a visão enquanto vivia na época do leão, e olhou para o futuro ao descrever os reinos que estavam por vir. João, no entanto, estava vivo durante o reino do quarto animal, e ele olhou para o passado para descrever a natureza da besta que sai do mar. Imagine que há uma linha entre Daniel e João. Ambos estão olhando para a linha. Esta linha representa como a história se desenrola. Quando Daniel vê a linha, ele vê os reinos como eles iriam ascender e cair, em ordem histórica: Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Quando João olha para esta linha do tempo, ele olha para o passado, e vê a história de onde ele está e o que veio imediatamente antes, e assim por diante, de modo que ele vê Roma, Grécia, Medo-Pérsia e Babilônia.

O cronograma dos reinos do mundo também está representado em Daniel 8, mas nessa visão, eles são retratados como outros animais. Na época da visão, Babilônia já tinha caído, por isso, não havia mais necessidade de incluí-la no cenário. Em Daniel 8 vemos 3 elementos importantes: um carneiro, uma cabra e um chifre pequeno que cresceu. Daniel descreveu essas três peças como símbolos para três poderes que iriam surgir.

A besta que sai da água não é uma repetição de todos os quatro animais em Daniel 7. Note que Apocalipse 13:2 diz que a besta que saiu do mar era "como” ou "semelhante". Do ponto de vista de João, ele estava vivendo no momento da quarta besta de Daniel 7. Ao descrever a besta do mar com características dos animais que apareceram antes do Império Romano, João está dizendo que a besta do mar incorporou elementos daqueles três reinos anteriores.

*** Como um leopardo ***: Daniel 7:6 descreveu a terceira besta, e disse “que se parecia com um leopardo. E nas costas tinha quatro asas, como asas de uma ave. Esse animal tinha quatro cabeças, e recebeu autoridade para governar.” A Grécia chegou ao poder muito rapidamente, conquistando uma vasta porção do mundo conhecido, em velocidade nunca antes vista até aquele momento. Daniel 8:5 nos diz que “de repente um bode, com um chifre enorme entre os olhos, veio do oeste, percorrendo toda a extensão da terra sem encostar no chão.” De acordo com Daniel 8:21, “O bode peludo é o rei da Grécia, e o grande chifre entre os seus olhos é o primeiro rei”. Depois que a Grécia conquistou a Medo-Pérsia (a vitória do bode contra o carneiro), “o bode tornou-se muito grande, mas no auge da sua força o seu grande chifre foi quebrado, e em seu lugar cresceram quatro chifres enormes, na direção dos quatro ventos da terra.” (Daniel 8:8). As semelhanças entre o leopardo e o bode são muito fortes. Quando comparamos estes versos com os relatos históricos sobre o surgimento do Império Grego, podemos entender perfeitamente a simbologia. Alexandre o Grande foi o rei da Grécia que percorreu o mundo, conquistando novos territórios tão rapidamente como se tivesse asas. Alexandre tinha quatro generais, que trabalhavam sob sua liderança, Cassandro, Ptolomeu, Antígono e Seleuco. No ápice de seu poder, Alexandre morreu (o grande chifre foi quebrado), e os quatro generais assumiram o poder, dividindo o reino sob cada um dos seus domínios (as quatro cabeças do leopardo e os quatro chifres enormes do bode). Uma coisa que tanto o leopardo quanto a besta que saiu do mar, têm em comum é que ambos receberam poder de uma fonte externa (Daniel 7:6, Apocalipse 13:2).

*** Pés como os de urso ***: Daniel 7:5 descreve a segunda besta como tendo “a aparência de um urso. Ele foi erguido por um dos seus lados, e na boca, entre os dentes, tinha três costelas. E lhe foi dito: ‘Levante-se e coma quanta carne puder!'” A aparência assimétrica da segunda besta (ela tinha um lado maior do que o outro) também é descrita em Daniel 8:3-4, ao mencionar o carneiro que estava em pé perto da água: “e diante de mim, junto ao canal, estava um carneiro, seus dois chifres eram compridos, um mais que o outro, mas o mais comprido cresceu depois do outro. Observei o carneiro enquanto ele avançava para o oeste, para o norte e para o sul. Nenhum animal conseguia resistir-lhe, e ninguém podia livrar-se do seu poder. Ele fazia o que bem queria e foi ficando cada vez maior.” O reino que conquistou Babilônia foi, de fato, os poderes combinados dos medos e persas. No início, os medos eram o poder mais forte dos dois, mas com o tempo os persas se tornaram a parte dominante (mencionada como a besta que foi erguida por um dos seus lados, e, como um chifre passou a ser mais alto do que o outro). As três costelas nos dentes do urso são equivalentes às três direções que o carneiro avançava ao estabelecer seu território. A profecia de Daniel não foi a primeira sobre a conquista dos medos contra Babilônia. Tanto Isaías quanto Jeremias profetizaram sobre a queda de Babilônia. “Eis que eu despertarei contra [Babilônia] os medos, que não farão caso da prata, nem tampouco desejarão ouro.” (Isaías 13:17). “Preparem as nações para o combate contra ela: os reis dos medos, seus governadores e todos os seus oficiais, e todos os países que governam. A terra treme e se contorce de dor, pois permanecem de pé os planos do Senhor contra a Babilônia: desolar a terra da Babilônia para que fique desabitada.” (Jeremias 51:28-29). Estas profecias foram feitas muitos anos antes de Babilônia ter caído nas mãos dos poderes unidos dos medos e persas. A besta-urso em Daniel 7:5 foi chamada para se levantar e devorar muita carne. O carneiro foi descrito como uma força muito forte, tão forte que “nenhum animal conseguia resistir-lhe, e ninguém podia livrar-se do seu poder” (Daniel 8:4). Isso nos faz lembrar de como Apocalipse nos diz que o mundo iria adorar a besta que sai do mar: “Quem é como a besta? Quem pode guerrear contra ela?” (Apocalipse 13:4). O aparecimento da besta do mar foi tão imponente que deu às pessoas do mundo a impressão de que ela era invencível. Ela poderia se levantar e devorar qualquer coisa à sua frente. Assim como a besta-urso, que tinha três costelas em sua boca, a besta do mar (sendo o poder do chifre pequeno em Daniel 7:8) destruiu três chifres quando assumiu seu poder. No ano 538 AD, três dos dez reinos que surgiram após o Império Romano ter se desintegrado, foram destruídos. Esses três reinos foram: Hérulos, Vândalos e Ostrogodos. A História nos diz que um poder religioso que estava se fortalecendo politicamente naquela época foi o responsável pela destruição desses reinos. Exatamente como Daniel havia profetizado.

*** Visão Geral ***: A besta que sai do mar é um sistema político-religioso que surgiu a partir do Império Romano (quarto animal em Daniel 7) e que tem características dos reinos que o precederam. A besta que sai do mar recebeu seu poder do dragão, de modo semelhante ao modo como a besta-leopardo em Daniel 7:6 recebeu seu poder de uma fonte externa. Com seus pés como os de urso, a besta que sai do mar está pronta para se levantar e exercer o poder que recebeu do dragão, da mesma forma como a besta em Daniel 7:5 estava preparada para conquistar os territórios em seu caminho, ao se levantar. Esse poder político-religioso demonstra, através de suas ações, que está disposto a dominar e devorar quem tentar interferir com seus planos. A besta que sai do mar acredita que ninguém pode se livrar de seu domínio. No entanto, a Bíblia é clara a respeito do fim que essa besta terá. Ela não é invencível. Quando Jesus voltar, Ele irá deixar claro que os ensinamentos apresentados pela falsa trindade não vêm de Deus. Com isso, Deus dará fim aos enganos da besta. Veja o relato de João quando descreveu os detalhes de sua visão a respeito de como será o fim da besta que sai do mar e do falso profeta: "E a besta foi presa, e com ela o falso profeta, que diante dela fizera os sinais, com que enganou os que receberam o sinal da besta, e adoraram a sua imagem. Estes dois foram lançados vivos no lago de fogo que arde com enxofre.” (Apocalipse 19:20). Esses falsos sistemas religiosos e políticos serão desfeitos para sempre. A volta de Jesus desmascara todas as falsidades que os agentes de Satanás espalharam pelo planeta. A única maneira de nos protegermos contra os ataques de Satanás através da besta que sai do mar e do falso profeta é permanecer na Verdade de Deus. A besta procura mudar os tempos e a lei de Deus. Mas a Bíblia descreve os fiéis como sendo aqueles que guardam os mandamentos de Deus, exatamente como Ele os estabeleceu.

2 And the beast that I saw was like unto a leopard, and his feet were as the feet of a bear, and his mouth as the mouth of a lion: and the dragon gave him his power, and his throne, and great authority.

 

PART 3

 

*** Background ***: The connection between Revelation 13 and the book of Daniel is undeniable. More specifically, chapters 7 and 8 of Daniel provide many details that help us understand the identity of the sea beast from Revelation 13. In order to get the overall picture, we must go back even further, to Daniel 2. In that chapter, we read that the Babylonian King Nebuchadnezzar had a dream about the ruling powers of the world, extending from Babylon until the divided governments that emerged after the fall of the Roman Empire. The dream ended with the divine kingdom that “the God of heaven will set up” (Daniel 2:44). In the dream, there was a statue, and each segment of the statue was made of a different material. Each segment represented a different kingdom. The head of gold was Babylon (Daniel 2:36-38). The chest and arms of silver represent the kingdom that caused the fall of Babylon (Daniel 2:39, first part), and that kingdom was Medo-Persia. The hips and thighs of bronze represent the kingdom that came next, and that was Greece (Daniel 2:39, last part). The last and fourth kingdom is represented by the legs of iron. It was a kingdom that would “crush and break all [things] in pieces” (Daniel 2:40). History tells us that the Roman Empire is the kingdom that overthrew Greece. After the Roman Empire came to power, no other kingdom came and took over them with their same strength and unified front, like it had happened in the previous kingdoms. In a way, the Roman Empire disintegrated and gave way to divided nations. Smaller empires came along but were never conquering as a government of global influence, like the four kingdoms mentioned in the dream. Fragmented governing rulers replaced the Roman domain. Nonetheless, Roman influence was still prevalent, and this was represented in the dream as the feet of the statue, which were iron mixed with clay. To summarize many centuries of history, we have in this dream the outline of the global governing powers, starting with Babylon, followed by Medo-Persia, then Greece, and finally Rome. After that, we see the rise of divided nations, which are still divided today.

Daniel 7 and 8 give more details about the historical events concerning the rise and fall of powerful political regimes. In both chapters, they follow the same order laid out in Daniel 2. In Daniel 7, the prophet saw 4 beasts instead of a statue. But the same kingdoms were still represented. Daniel saw a lion, bear, leopard, and a fourth beast. John, on the other hand, saw only one beast, but it had elements from the four creatures mentioned in Daniel 7. The description in Revelation 13:2 comes in the reverse order: a beast that resembled a leopard, a bear, and a lion. Daniel had the vision while living at the time of the lion, and he looked into the future, describing the kingdoms that were to come. John, however, was living at the time of the fourth beast, and he looked into the past to describe the nature of the beast that comes out of the sea. Imagine there is a line between Daniel and John. They both are looking at the line. This line represents how history unfolds. When Daniel sees the line, he sees the kingdoms as they would rise and fall, in historical order: Babylon, Medo-Persia, Greece, and Rome. When John looks at this timeline, he looks towards the past, and he sees history from where he is to what came immediately before, and so forth, so he sees Rome, Greece, Medo-Persia, and Babylon.

The timeline of worldly kingdoms is also represented in Daniel 8, but in that vision, they are portrayed as different animals. At the time of the vision, Babylon had already fallen, so there was no more need to include it in the scenario. In Daniel 8 we see 3 important elements: a ram, a goat, and a little horn that grew. Daniel described those three pieces as symbols for three powers that were going to emerge.

The beast that comes out of the water is not a repetition of all four of the beasts in Daniel. Note that Revelation 13:2 says that the sea beast “was like”. From Johns perspective, he was already living at the time of the fourth beast of Daniel 7. In describing the sea beast with characteristics from the beasts that came before the Roman Empire, John is saying that the sea beast has incorporated elements from those three previous kingdoms.

*** Like a leopard ***: Daniel 7:6 described the third beast “like a leopard, which had on its back four wings of a bird; the beast also had four heads, and dominion was given to it”. Greece came to power very quickly, conquering a vast portion of the known world at speeds never seen before up to that point. Daniel 8:5 tell us that “a male goat came from the west on the face of the whole earth, and touched not the ground: and the goat had a notable horn between his eyes.” According to Daniel chapter 8:21, “the male goat is the king of Greece: and the great horn that is between his eyes is the first king”. After Greece conquered Medo-Persia (the goat victory against the ram), “the male goat grew very great: and when he was strong, the great horn was broken; and instead of it came up four notable ones toward the four winds of heaven.” (Daniel 8:8). The similarities between the leopard and the goat are very strong. When we compare these verses to the historical accounts of the rise of the Greek Empire, we can understand the symbology perfectly. Alexander the great was the king of Greece who ran through the world, conquering new territories so fast as if the had wings. Alexander had four generals, who worked under his leadership, Cassander, Ptolemy, Antigonus, and Seleucus. At the apex of his power, Alexander died (the great horn was broken), and the four generals took over, dividing the kingdom under each of their domains (the four heads of the leopard and the four notable horns of the goat). One thing that both the leopard beast and the sea beast have in common is that they both received dominion from an external source (Daniel 7:6, Revelation 13:2).

*** Feet like feet of a bear ***: Daniel 7:5 described the second beast “like a bear, and it raised up itself on one side, and it had three ribs in its mouth between its teeth: and they said thus unto it, Arise, devour much flesh.” The uneven look the second beast had (one side was higher than the other) is also described in Daniel 8:3-4, when he described the ram that was standing near the water: “there stood before the river a ram which had two horns: and the two horns were high; but one was higher than the other, and the higher came up last. I saw the ram pushing westward, and northward, and southward; so that no beasts might stand before him, neither was there any that could deliver out of his hand; but he did according to his will, and became great.” The kingdom that won over Babylon was, in fact, the combined powers of the Medes and the Persians. Starting out, the Medes were the stronger of the two but in time the Persians became the dominant part (referenced as the beast being raised up on one side, and as one horn being taller than the other). The three ribs in the bear’s teeth parallel the three directions that the ram was pushing as it went on establishing its territory. Daniel’s prophecy was not the first one about how the Medes would overtake Babylon. Both Isaiah and Jeremiah prophesied about the fall of Babylon. “Behold, I will stir up the Medes against them [Babylon], who shall not regard silver; and as for gold, they shall not delight in it.” (Isaiah 13:17). “Prepare against her the nations with the kings of the Medes, their captains, and all their rulers, and all the land of their dominion. And the land shall tremble and sorrow: for every purpose of the LORD shall be performed against Babylon, to make the land of Babylon a desolation without an inhabitant.” (Jeremiah 51:28-29). These prophecies were made many years before Babylon fell to the combined powers of the Medes and the Persians. The bear beast of Daniel 7:5 was called to stand up and “devour much flesh”. The ram was described as a very strong force, so much so that “no beasts might stand before him, neither was there any that could deliver out of his hand” (Daniel 8:4). This reminds us of how Revelation tells us the world would worship the sea beast, as they would say: “Who is like unto the beast? who is able to make war with him?” (Revelation 13:4). The appearance of the sea beast was so imposing that it gave people of the world the impression that it was invincible. It could stand up and devour anything in front of him. Just like the bear beast, who had three ribs in its mouth, the sea beast (as the little horn power of Daniel 7:8) destroyed three horns when it came up and assumed its power. In 538 AD, three of the ten kingdoms that rose after the fall of the Roman Empire were destroyed. These kingdoms were the Heruli, the Vandals, and the Ostrogoths. History tells us that a religious power which had been strengthened politically at that time was responsible for the destruction of these kingdoms, exactly how Daniel had prophesied.

*** Overview ***: The sea beast is a political-religious power that emerged from the Roman Empire (fourth beast) and that has characteristics from the kingdoms preceding it. The sea beast received power from the dragon, similarly to how the leopard beast in Daniel 7:6 received its power from an external source. With its bear-like feet, the sea beast is ready to stand up and exercise the power it received from the dragon, much like the bear beast in Daniel 7:5, who, upon standing, was called to conquer the territories on its path. This political-religious power demonstrates, through their actions, that it is willing to dominate and devour anyone who tries to interfere with their plans. The sea beast believes that no one can get rid of its domain. However, the Bible is clear about the end that this beast will face. It is not invincible. When Jesus returns, He will make it clear that the teachings presented by the false Trinity do not come from God. Thus, God will put an end to the beast'’ deceits. We can read how John described the details of his vision as to how the end will come to the sea beast and the false prophet: "And the beast was taken, and with him the false prophet that worked miracles before him, with which he deceived them that had received the mark of the beast, and them that worshiped his image. These both were cast alive into a lake of fire burning with brimstone." (Revelation 19:20).These false religious and political systems will be destroyed forever. The return of Jesus unmasks all the falsehoods that Satan's agents spread across the planet. The only way to protect ourselves against Satan's attacks through the sea beast and the false prophet is to remain in God's truth. The beast looks to change times and the law of God. But the Bible describes believers as those who keep the commandments of God, just as God gave them.

1 E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.

 

PARTE 2

 

*** Dez chifres ***: Os chifres são um pouco diferentes das cabeças. As cabeças estão relacionadas às actividades da besta ao longo da história, enquanto os dez chifres representam os poderes políticos presentes durante um determinado período de tempo (Apocalipse 17:12). A besta do mar nos faz lembrar da quarta besta de Daniel 7:7, que também tinha dez chifres. Daniel diz que o quarto animal era “diferente de todos os outros”, e que era “muito terrível” (Daniel 7:19). O anjo explicou a Daniel o significado do quarto animal e de seus chifres: “Disse assim: O quarto animal será o quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços. E, quanto aos dez chifres, daquele mesmo reino se levantarão dez reis; e depois deles se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros, e abaterá a três reis. E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo.“ (Daniel 7:23-25). Nestes versos, podemos ver muitos aspectos importantes da besta, mas devemos ressaltar apenas um agora, que tem a ver com a forma como o dragão queria atacar o remanescente, aqueles “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.” (Apocalipse 12:17). Um chifre poderoso iria surgir dentre os outros dez, iria procurar “mudar os tempos e a lei”, e iria dominar o povo de Deus durante o mesmo período de tempo que vimos no estudo das duas testemunhas e da mulher que fugiu para o deserto (estudos #72 e #78). O período é “um tempo, tempos e metade de um tempo”, o que equivale a 3,5 anos proféticos, ou 42 meses proféticos, o que representa 1.260 anos literais. Este é o momento na história em que os cristãos sofreram tremendamente durante a Idade Média. Nesse tempo, o Império Romano estava no comando. Isso coloca o Império Romano como as pernas de ferro e como o quarto reino visto em Daniel 2 e Daniel 7 respectivamente. Agora podemos entender a ascensão e queda dos reinos que possuíam domínio global, exatamente como vimos nas profecias descritas em Daniel 2.

O número 10 não é um número aleatório. A besta tinha dez chifres por uma razão específica. Apocalipse 17:12 nos diz que os dez chifres são dez autoridades políticas que iriam receber poder diretamente da besta, que é a figura política principal. O anjo explicou a Daniel o significado exato dos dez chifres: são dez reinos que viriam a partir do quarto animal (Império Romano). Vimos estes dez reinos como os dez dedos da estátua na profecia descrita em Daniel 2. Eles eram reinos que, em parte, tinham a força do ferro (Império Romano) e a fraqueza do barro. Estes reinos foram divididos para nunca se unirem novamente sob domínio humano.

*** Dez coroas ***: A palavra grega para coroa, usada em Apocalipse 13:1 é a palavra diadema, que significa coroa real. Tanto a besta como o dragão são descritos como tendo a coroa real. Um detalhe interessante é que, enquanto a besta temas dez coroas em seus chifres, o dragão tem sete coroas, e elas estão em suas cabeças (Apocalipse 12:3). Lembre-se que o objetivo do dragão era ser como Deus e se assentar no trono de Deus. Ele queria ter a autoridade suprema para si próprio. Como vimos antes, o número sete é usado na Bíblia com muita frequência, e, muitas vezes, se refere à plenitude, integridade e perfeição. O dragão se apresenta como tendo uma autoridade perfeita e completa enquanto governante. Isso faz parte do seu engano, porque ele não tem nenhuma autoridade divina, sequer. O dragão não só afirma ter autoridade, mas também a capacidade de passá-la para seus agentes (Apocalipse 13:4). A autoridade foi transferida para cada um dos chifres, ou seja, para cada um dos dez poderes políticos que surgiram após a queda do Império Romano. O anjo explicou a Daniel que “os dez chifres, daquele mesmo reino são dez reis que se levantarão” (Daniel 7:24-25). Com o desaparecimento do Império Romano por volta do ano 476 DC, dez tribos surgiram na Europa, e tomaram conta do território romano. Essas tribos eram os: ostrogodos, visigodos, francos, vândalos, alamanos, suevos, anglo-saxões, hérulos, lombardos e burgúndios. (Veja o estudo #79). As coroas são diferentes dos chifres assim como os chifres são diferentes das cabeças. Enquanto os chifres representam um poder político, as coroas representam a autoridade que o dragão passou para cada um dos reinos. Esta é uma estratégia que Satanás está usando para imitar o poder e a autoridade que pertencem a Deus. A Bíblia nos diz que Cristo é "o Senhor dos senhores e o Rei dos reis” (Apocalipse 17:14) e que Jesus tem sobre Sua cabeça "muitas coroas" (Apocalipse 19:12).

*** O nome de blasfêmia *** : Existe mais um detalhe que é revelado sobre a besta que saiu do mar em Apocalipse 13:1. Ela tem nomes de blasfêmia sobre as suas cabeças. A besta descrita em Apocalipse 17 é "cheia de nomes de blasfêmia”. (Apocalipse 17:3). O poder representado pelo chifre pequeno descrito em Daniel 7 tinha uma boca que falava com arrogância (Daniel 7:8, NVI). Daniel 7:25 traz mais detalhes sobre quais eram essas palavras arrogantes: “E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei; e eles serão entregues na sua mão, por um tempo, e tempos, e a metade de um tempo." Apocalipse 13:6 diz: "E [a besta] abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.“ Mas o que é blasfêmia de acordo com a Bíblia? João 10:33 traz a resposta a esta pergunta. Uma certa vez, os líderes judeus queriam apedrejar Jesus porque, em suas mentes, Jesus havia blasfemado contra Deus. Apesar de estarem acusando a Jesus injustamente, as acusações de blasfêmia foram expressadas claramente: “Os judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo.” Jesus lhes respondeu: "que dizer a respeito daquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo? Então, por que vocês me acusam de blasfêmia porque eu disse: ‘Sou Filho de Deus’?" (João 10:36). Uma outra vez, os fariseus acreditaram que Jesus estava falando blasfêmia quando Ele demonstrou sua autoridade de perdoar pecados. Perdoar os pecados só pode acontecer por uma ação divina. Para mostrar que Ele é Deus, um com o Pai, Jesus respondeu a essas acusações, afirmando que "o Filho do homem tem sobre a terra poder de perdoar pecados“ (Lucas 5:24). A blasfêmia acontece quando alguém se faz igual a Deus, e atribui a si mesmo poderes que pertencem somente a Deus, tais como: o poder de mudar a Lei de Deus (Daniel 7:25) e de perdoar pecados (Lucas 5:20-24).

*** Visão Geral e Aplicação Profética ***: O dragão passou a lutar contra os remanescentes da mulher, aqueles que ainda "guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus" (Apocalipse 12:17). A fim de organizar o seu ataque, Satanás recrutou ajudantes para sua equipe. O primeiro foi a besta do mar, um forte poder político que surgiu após a queda do Império Romano e que tentaria fazer coisas que somente Deus é capaz de fazer. As palavras de blasfêmias da besta que saiu do mar refletem as suas falsas alegações de que ela tem autoridade para perdoar pecados, de alterar a Lei de Deus, e de ser igual a Deus. Como temos estudado, a besta representa um poder secular de diferentes nações emergentes na Europa. Dez reinos surgiram após a queda do Império Romano, e estes dez reinos deram origem às nações europeias atualmente em vigor. Note como este poder não é somente político, mas também religioso, pois afirma ter atributos e capacidades divinas. Assim como a besta e a mulher de Apocalipse 17, que, combinados, funcionam como um símbolo para a igreja apostatada (prostituta) e seu poder político (besta), a besta do mar é uma força política que exerce uma influência religiosa sobre o povo. Isto se torna evidente em Apocalipse 13:12, onde lemos que toda a terra adorará a besta que veio do mar. Precisamos estar cientes da origem e dos objetivos desta primeira besta, para que não nos deixemos ser enganados pelas mentiras que Satanás lança sobre as pessoas através de seus agentes. Devemos examinar cada doutrina religiosa e compará-la com o que a Bíblia diz. Se a doutrina em questão não está incluída nas Escrituras, então fica evidente que ela foi criada pelo homem e, portanto, não faz parte da Verdade de Deus. Pode até ser muito próxima de um ensino bíblico, mas se possui algumas pequenas alterações, sabemos que ela não vem de Deus. Lembra como Satanás, no deserto, citou versos bíblicos para Jesus, com leves modificações? (Mateus 4:1-11). Suas citações foram muito parecidas com o versículo original, mas ele mudou o suficiente para que se tornassem uma tentação, um instrumento concebido para fazer Jesus pecar. Veja como mesmo pequenas alterações à verdade de Deus podem ser perigosas! Não devemos nos enganar. Satanás criou uma entidade falsificada para substituir o papel de Jesus como Salvador e rei soberano. A nossa opção deve ser a de permanecer firmes nos ensinamentos de Jesus Cristo, para que possamos ser contados entre os fiéis remanescentes “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).

1 And I stood upon the sand of the sea, and saw a beast rise up out of the sea, having seven heads and ten horns, and upon his horns ten crowns, and upon his heads the name of blasphemy.

PART 2

*** Ten horns ***: The horns are a bit different than the heads. While the heads are related to the beast activities throughout history, the ten horns represent the political powers present during a certain period of time (Revelation 17:12). The sea beast reminds us of the fourth beast of Daniel 7:7, which also had ten horns. Daniel says the fourth beast is “different from all the others”, and that it is “exceedingly dreadful” (Daniel 7:19). The angel explained to Daniel the meaning of the fourth beast and its horns: “Thus he said: ‘The fourth beast will be a fourth kingdom on the earth, which will be different from all the other kingdoms and will devour the whole earth and tread it down and crush it. As for the ten horns, out of this kingdom, ten kings will arise; and another will arise after them, and he will be different from the previous ones and will subdue three kings. He will speak out against the Most High and wear down the saints of the Highest One, and he will intend to make alterations in times and in law; and they will be given into his hand for a time, times, and half a time.” (Daniel 7:23-25). In these verses, we can see many important aspects of the beast, but we must underline one right now, that has to do with how the dragon wished to attack the remnant, those “who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.” (Revelation 12:17). A strong emerging horn, out of the ten, will seek to “make alterations in times and in law”, and the people of God would suffer under their domain for the same period of time we saw when we studied the two witnesses and the woman who fled to the wilderness (studies #72 and #78). The period is “a time, times, and half a time”, which equals 3.5 prophetic years, or 42 prophetic months, which equals 1260 literal years. This is the time in history where Christians suffered tremendously during the Middle Ages. During this time, the Roman Empire was in charge. This places the Roman Empire as the legs of iron and as the fourth kingdom seen in Daniel 2 and Daniel 7. Now we can see how the rise and fall of the kingdoms which possessed global domination happened exactly how it was laid out in prophecy, as we saw in Daniel 2.

The number 10 is not a random number. The beast had ten horns for a reason. Revelation 17:12 tells us the ten horns are ten political authorities who will receive power directly from the beast, who is the main political figure. The angel explained to Daniel the exact meaning of the ten horns: they are ten kingdoms which will come from the fourth beast (the Roman Empire). We saw these ten kingdoms as the ten toes of the statue in the prophecy written in Daniel 2. They were kingdoms that partly had the strength of iron (Roman Empire) and the weakness of clay. These kingdoms were divided and not to ever unite again under human rule.

*** Ten crowns ***: The Greek word for crown used in Revelation 13:1 is the word diadema, which means royal crown. Both the beast and the dragon are described as having the royal diadem. One interesting detail is that while the beast has ten crowns on its horns, the dragon has seven and they are on his heads (Revelation 12:3). Remember that the dragon’s goal was to be like God and sit on God’s throne. He wanted the supreme authority for himself. As we’ve seen before, the number seven is used in the Bible very frequently, and it often refers to fullness, completeness, and perfection. The dragon presents himself has having a perfect and complete authority as ruler. This is part of his deceit because he has absolutely no divine authority. The dragon not only claims to have the authority but also the ability to pass it along to his agents (Revelation 13:4). That authority was transferred to each of the horns, meaning to each of the ten political powers that emerged after the Roman Empire fell. The angel explained to Daniel that “the ten horns out of this kingdom are ten kings that shall arise” (Daniel 7:24-25). With the fading away of the Roman Empire around the year 476 AD, ten tribes emerged in Europe, taking over what was once a united Roman territory. These tribes were: Ostrogoths, Visigoths, Franks, Vandals, Alemannians, Suevi, Anglo-Saxons, Heruli, Lombards, and Burgundians. (See study #79). The crowns differ from the horns just as the horns differed from the heads. While the horns represent an actual political power, the crowns represent the authority that the dragon had given them. This is a strategy Satan is using to mimic the power and authority that belongs to God. The Bible tells us that Christ is "Lord of lords and King of kings” (Revelation 17:14) and that Jesus wears on His head “many crowns” (Revelation 19:12).

*** The name of Blasphemy ***: There is one more thing that is revealed about the sea beast in Revelation 13:1. It has names of blasphemy upon his heads. The beast described in Revelation 17 is "full of blasphemous names” (Revelation 17:3). The little horn power of Daniel 7 had a mouth that was speaking boastful words (Daniel 7:8). Daniel 7:25 goes more into detail about what these boastful words were: “He will speak against the Most High and oppress his holy people and try to change the set times and the laws. The holy people will be delivered into his hands for a time, times and half a time.” Revelation 13:6 says “[the beast] opened its mouth to blaspheme God, and to slander his name and his dwelling place and those who live in heaven.” But what is blasphemy according to the Bible? John 10:33 brings the answer to this question. Once the Jewish leaders wished to stone Jesus because, in their minds, Jesus had blasphemed against God. Even though they were accusing Jesus unjustly, the accusations of blasphemy were clearly stated: “The Jews answered Him, ’For a good work we do not stone You, but for blasphemy; and because You, being a man, make Yourself out to be God.’ Jesus answered: ‘do you say of Him, whom the Father sanctified and sent into the world, you are blaspheming, because I said, I am the Son of God’?” (John 10:36). Another time, the Pharisees believed Jesus was speaking blasphemy when He demonstrated His authority to forgive sins. Forgiving sins can only happen by a divine action. To show that He is God, one with the Father, Jesus answered those Pharisees, stating "the Son of Man has authority on earth to forgive sins“ (Luke 5:24). Blasphemy happens when someone makes themselves equal with God, and attributes to himself powers that belong only to God, such as: changing God’s law (Daniel 7:25) and forgiving sin (Luke 5:20-24).

*** Overview and Prophetic Application ***: The dragon went on to fight the remnants of the woman, those who still "keep the commandments of God and hold the testimony of Jesus" (Revelation 12:17). In order to organize his attack, Satan enlisted helpers to his team. The first helper was the sea beast, a strong political power that followed the demise of the Roman Empire and that ultimately wished to do the things that only God is capable of doing. The sea beast’s blasphemous words reflect its false claims of having authority to forgive sins, alter God’s law, and of being equal to God. As we’ve studied, the beast represents a secular power of different nations rising in Europe. Ten kingdoms emerged after the fall of the Roman Empire, and these ten kingdoms gave origin to the current European nations. Note how this power is not only political but also religious, as it claims to have divine attributes and capacities. Just like the beast and the woman of Revelation 17, who, combined, function as a symbol for the apostate church (prostitute) and the political power (beast), the sea beast is a political force that exercises some religious influence over the people. This becomes evident in Revelation 13:12, where it says the whole earth will worship the sea beast. We need to be aware of the origin and objectives of this first beast, so we are not deceived by Satan’s lies, which he throws at the people through his agents. We must exam every doctrinal information and compare it to the Bible. If it is not included in Scripture, then it is created by man and therefore not part of God’s Truth. It could even be very close to a Biblical teaching, but if it has some minor alterations, we know that it does not come from God. Remember how Satan misquoted Scripture to Jesus during His time in the Wilderness? (Matthew 4:1-11). It sounded very much like the original Bible verse, but he changed it enough that it became a temptation, an instrument designed to make Jesus sin. See how dangerous slight alterations to God’s truth can be? We must not deceive ourselves. Satan has created a counterfeit unit to replace the role of Jesus as Savior and sovereign king. Let’s choose to remain firmly in the teachings of Jesus Christ, so we can be counted among the faithful remaining ones, “who keep the commandments of God and hold the testimony of Jesus” (Revelation 12:17).

 

1 E eu pus-me sobre a areia do mar, e vi subir do mar uma besta que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre os seus chifres dez diademas, e sobre as suas cabeças um nome de blasfêmia.

 

PARTE 1

 

*** Besta ***: Ao se tornar um inimigo derrotado, o dragão passou a perseguir os que permaneceram fiéis a Deus (Apocalipse 12:17). Seu objetivo é enganar tantas pessoas quanto possível. Qualquer pessoa disposta a beber da sua água será envenenada com suas mentiras a respeito do que está contido na Bíblia. Você se lembra de como a Bíblia descreveu aqueles que não haviam sido enganados pelo dragão? Eles são os “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus Cristo.” (Apocalipse 12:17). O capítulo 13 de Apocalipse fala sobre como o dragão vai atacar as pessoas. Ele vai agir através de seus agentes: a besta que vem do mar e a besta que vem da terra.

Vamos começar por discutir em detalhe a besta que vem do mar. Existe muito em comum com as bestas descritas em Daniel 7 e 8, e uma forte correlação com a estátua em Daniel 2. Mas antes de mergulharmos no assunto, precisamos entender o conceito do símbolo usado aqui: uma besta. O que é essa besta? Definitivamente não é um animal selvagem. A Bíblia nos diz a resposta. Lembre-se que a chave para os símbolos de Apocalipse é encontrada na própria Bíblia, não na tecnologia, invenções modernas, ou superstição. A besta é um símbolo para rei ou reino (Daniel 7:17, Daniel 7:23). A primeira característica do símbolo 'besta' é o seu poder político. Ela representa um sistema de governo muito forte.

Satanás quer enganar as pessoas em larga escala, e por isso precisou contar com a ajuda de alguns grandes governos que surgiram ao longo da história. Podemos observar que o capítulo 13 de Apocalipse não contém um texto politicamente correto de acordo com parâmetros atuais, mas a Bíblia é muito clara sobre o papel que esses governos conhecidos tiveram em ajudar o dragão. É importante compreender que o livro de Apocalipse não aponta para um único indivíduo como sendo a besta. A besta é um sistema, composto de muitas pessoas, e essas pessoas podem mudar ao longo dos anos. Essas pessoas também foram confrontadas com os seus desafios pessoais de aceitar a Cristo ou o dragão. Devemos entender esse ponto sobre as bestas de Apocalipse 13, caso contrário, vamos ficar muito confusos, tentando encaixar um único indivíduo como sendo a identidade da besta. A besta é um governo, não uma pessoa.

*** Na areia do mar ***: Algumas traduções bíblicas de Apocalipse 13:1 dizem que João é quem estava na praia. Já outras, colocam lá o dragão, em vez de João. De qualquer maneira, esse detalhe não é relevante, porque o verso diz que João viu o que aconteceu ali, e isso o coloca nesse local, através da visão. A Bíblia diz que a besta que veio do mar e o dragão estavam trabalhando juntos. Nesse sentido, o dragão também estava ali, esperando a besta a surgir, para que pudesse dar a ela o seu poder (Apocalipse 13:5). Note que eles estavam de pé “sobre a areia do mar”. Vemos essa expressão na Bíblia quando o texto tenta transmitir a idéia de uma quantidade muito grande, na maioria das vezes, referindo-se à quantidade de pessoas (alguns exemplos: Isaías 10:22; Gênesis 32:12; Jeremias 15:8;  2 Samuel 17:11; Oséias 1:10; Jeremias 33:22;  1 Samuel 13:5; Romanos 9:27; Hebreus 11:12).

*** Saiu do mar ***: Vimos em estudos anteriores que Satanás veio para os habitantes do mar e os da terra (veja os estudos #84 e #85). Essas pessoas representam a totalidade do planeta que havia rejeitado a pura mensagem de Deus (Apocalipse 17:8). Agora vemos que este grupo é muito numeroso. O fato de que a besta sai do mar apenas reforça esse entendimento. O Antigo Testamento menciona o mar como sendo a morada de uma criatura terrível que iria oprimir Israel (Jó 26:12-13 [Raab, em hebraico significa monstro marinho, às vezes traduzido como “soberba”]; Salmo 74:13-14; Isaías 27:1; Isaías 51:9-10; Ezequiel 32:2) . Os animais em Daniel 7 também saíram do mar (Daniel 7:3). Em Apocalipse 17:3,7,8,12, João descreve a besta como vindo do abismo (veja também Apocalipse 9:1 e o estudo #57), que é o lugar reservado para as forças demoníacas. Em Apocalipse 17:1,3, lemos que a mulher sobre a besta está sentada sobre muitas águas. Há muitos paralelos entre o símbolo 'besta que vêm do mar' e o símbolo de 'mulher sentada sobre a besta, que está sentada sobre muitas águas'. Vamos estudar isso com mais detalhes mais à frente. Apocalipse 17:15 diz que as águas onde ela está assentada são “povos, e multidões, e nações, e línguas”. O poder político que estava alinhado com Satanás estava saindo de uma região onde havia muitas pessoas. Essa área era geograficamente importante porque a partir dali eles poderiam tentar enganar o mundo inteiro.

*** Sete cabeças ***: A besta que vem do mar está profundamente ligada ao dragão, e de acordo com a Bíblia, o dragão é Satanás (Apocalipse 12:9). Note que o próprio dragão tem sete cabeças, dez chifres e sete diademas (Apocalipse 12:3). A besta descrita em Apocalipse 13:1 e o animal descrito em Apocalipse 17:3 têm também sete cabeças e dez chifres. O dragão e a besta do mar trabalham como uma unidade. As cabeças da besta parecem estar relacionadas com a capacidade da besta de executar suas atividades. Ao longo da história, a besta estava trabalhando através de uma de suas cabeças, uma após a outra. Em um determinado ponto, uma das cabeças recebeu um ferimento muito grave, e a besta parou suas atividades por algum tempo. Mas, ela retornou ao seu trabalho satânico, uma vez que a lesão começou a sarar (Apocalipse 13:12-13).

*** Visão Geral ***: O dragão recrutou dois agentes para executar seu plano de engano em uma escala global. O primeiro agente foi a besta que emerge do mar. Essa besta representa um forte poder político e religioso que trabalha diretamente com Satanás. A semelhança entre o dragão e a besta não é mera coincidência. Basicamente quem vê a besta, vê o dragão. Satanás criou uma cópia do relacionamento da Trindade. Satanás quer ocupar o lugar de Deus Pai, e a besta que sai do mar se posiciona também como Deus, mas numa função como a de Cristo. Jesus disse certa vez: "Se vocês realmente me conhecessem, conheceriam também o meu Pai. Quem me vê, vê o Pai.” (Trechos dos versos em João 14:7,9). É esse relacionamento de unidade entre o Pai e o Filho que Satanás tenta imitar, ao apresentar a besta que sai do mar. Esse poder político e religioso tem sua missão na terra, de influenciar e enganar o mundo inteiro e espalhar suas filosofias contrárias aos ensinamentos de Deus (Apocalipse 17:2). Satanás criou um plano elaborado para levar as pessoas à direção contrária do caminho da salvação. Por isso devemos procurar analisar os ensinos religiosos que aprendemos e compará-los ao que está escrito na Bíblia. Veja que os enganos de Satanás estão disfarçados de cristianismo! Quando o dragão saiu para atacar os remanescentes, sua tática principal foi se infiltrar no sistema político e religioso onde os fiéis estavam. A falta de conhecimento da Bíblia coloca as pessoas em risco de serem enganadas pela falsa trindade de Satanás. Crer nas tradições que são passadas de geração em geração sem compará-las com as Escrituras é um comportamento muito comum, e no entanto, extremamente perigoso. A Bíblias diz: “Tenham cuidado para que ninguém os escravize a filosofias vãs e enganosas, que se fundamentam nas tradições humanas e nos princípios elementares deste mundo, e não em Cristo” (Colossenses 2:8). As atividades de Satanás representadas pelas cabeças do dragão ou da besta têm o objetivo de escravizar as pessoas da forma descrita em Colossenses 2:8. Somente se estivermos enraizados em Cristo poderemos resistir aos ataques do inimigo.

Abaixo, está uma tabela comparando as visões contidas nos livros de Daniel e Apocalipse, descrevendo as potências mundiais que surgiram desde a Babilônia até a Segunda Vinda de Jesus.

 

Interpretação

Daniel * 2:

1 Estátua

Daniel *  7:

4 Bestas

Daniel * 8:

2 Animais

Apocalipse 13:1-6: Besta

Apocalipse 17:

1 mulher em 1 besta

Bestas = reinos -  Daniel 7:17

O rei da Babilônia, teve um sonho: viu uma estátua

Daniel 2:31

O profeta teve uma visão: viu o mar e 4 animais grandes

Daniel 7:2-3

O profeta teve uma visão: ele se viu perto da água, e viu 2 animais

Daniel 8:2

O profeta teve uma visão: ele viu o mar e uma besta

Apocalipse 13:1

 

Reino: Babilônia

 

A cabeça de ouro é o reino da Babilônia -  Daniel 2:38

Descrição: cabeça de ouro

Daniel 2:32

Descrição: leão com asas de águia

Daniel 7:4

(Babilônia não está representada nesse capítulo porque já tinha perdido o domínio quando o profeta recebeu a visão)

Descrição: boca de um leão

Apocalipse 13:2

 

Reino: Medo-Pérsia

 

Depois de Babilônia surgiu um reino inferior -  Daniel 2:39

-

O carneiro com o dois chifres representa os reis da Média e da Pérsia -  Daniel 8:20

Descrição: o tórax e braços de prata

Daniel 2:32

Descrição: urso devorador, com lados desiguais

Daniel 7:5

Descrição: um carneiro com 2 chifres desiguais

Daniel 8:3

Descrição: pés de urso

Apocalipse 13:2

 

Reino: Grécia

O reino de bronze é um reino que governaria sobre toda a terra -  Daniel 2:39

-

O bode representa o reino da Grécia, e o grande chifre é o primeiro rei. Os quatro chifres que surgiram no lugar do chifre quebrado representam quatro reinos que surgiriam a partir dessa nação -  Daniel 8:21-22

Descrição: ventre e coxas de bronze

Daniel 2:32

Descrição: leopardo com 4 asas e 4 cabeças

Daniel 7:6

Descrição: um bode com um chifre, que se partiu, e 4 chifres surgiram em seu lugar

Daniel 8:5-8

Descrição: leopardo

Apocalipse 13:2

 

Reino: Roma (pernas) e Europa dividida (pés e 10 dedos)

Um reino forte como ferro, que esmagaria tudo a sua frente. Em seguida, vemos os reinos divididos, que seriam em parte fortes e em parte frágeis, mas que não mais se tornariam um só reino -  Daniel 2:40-43)

-

Reino que dominaria e esmagaria todo o mundo. Este reino iria dar origem a outros 10 reis. Um outro reino iria surgir e fazer com que três deles caíssem. Esse reino iria falar contra o Altíssimo; oprimiria os santos por um tempo, dois tempos e metade de um tempo; e tentaria alterar tempos e a lei-  Daniel 7:23-25

-

Reino: o chifre pequeno é um governante que iria se considerar superior aos outros; destruiria os homens poderosos e o povo santo;  teria sucesso por meio de seus enganos; e iria se opor ao Príncipe dos príncipes -  Daniel 8:23-25

Descrição: pernas de ferro e pés de ferro misturado com barro (10 dedos do pé estão implícitos)

Daniel 2:33

Descrição: uma besta com 10 chifres, dentes de ferro, e um pequeno chifre com olhos como um homem e uma boca que falava blasfêmias. Quando o chifre pequeno surgiu, 3 chifres foram destruídos.

Daniel 7:7-8

Descrição: um chifre pequeno que se achava  ser igual a Deus, e que cresceu excessivamente

Daniel 8:9-12

Descrição: 7 cabeças com um nome de blasfêmia sobre elas, 10 chifres com coroas, e uma boca para proferir blasfêmias; tendo autoridade para agir por quarenta e dois meses.

Apocalipse 13:1, 5

Descrição: uma mulher sentada sobre uma besta escarlate. A besta está cheia de nomes de blasfêmia e tem 7 cabeças e 10 chifres.

Apocalipse 17:3

 

 

1 And I stood upon the sand of the sea, and saw a beast rise up out of the sea, having seven heads and ten horns, and upon his horns ten crowns, and upon his heads the name of blasphemy.

 

PART 1

 

*** Beast ***: As a defeated enemy, the dragon went on to persecute the remaining people still faithful to God (Revelation 12:17). His goal is to deceive as many people as possible. Anyone willing to drink from his water will be poisoned with his lies about the what is actually contained in the Bible. Remember what described those who had not been deceived by the dragon? They are the ones “who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.” (Revelation 12:17). Chapter 13 of Revelation talks about how the dragon will attack the people. He will do it through his agents: the beast that comes from the sea and the beast that comes from the earth.

We will start by discussing in detail the beast that comes from the sea. There is a lot in common with the beasts described in Daniel 7 and 8, and a strong correlation with the statues in Daniel 2. But before we dive in, we first need to understand the concept of the symbol used here: a beast. What is a beast? It most definitely not a wild animal. The Bible tells us the answer. Remember, the key to the symbols in Revelation is found in the Bible itself, not in technology, modern inventions, or superstition. A beast is a symbol for king or kingdom (Daniel 7:17; Daniel 7:23). The first characteristic of the symbol ‘beast’ is its political power. It represents a very strong governing system.

Because Satan wishes to deceive people in a large scale, he enlisted the help of some big governments seen throughout history. It is apparent that the text in chapter 13 of Revelation is not necessarily politically correct, but the Bible is very clear about the role that these well-known governments had in assisting the dragon. It is important to understand that Revelation does not point to a single individual as the beast. It’s a system, composed of many people, and these people may change over the years. And as people, they are also faced with their personal challenges of accepting Christ or the dragon. We must understand this point about the beasts of Revelation 13, otherwise, we will be very confused, trying to fit a single individual as the face of the beast. The beast is a government, not a person.

*** At the sand of the sea ***: Some translations of Revelation 13:1 place John standing at the shore, and others place the dragon there instead. Either way, that part is not crucial, because John did see what happened, and this places him there, through the vision. And the Bible says that the sea beast and the dragon were working together. In that sense, the dragon was also there, waiting for the beast to emerge, so he could give his power to that beast (Revelation 13:5). Note that they were standing “upon the sand of the sea”. We see this expression in the Bible when trying to convey a very large quantity, most often than not, of people (just a few examples, Isaiah 10:22; Genesis 32:12; Jeremiah 15:8; 2 Samuel 17:11; Hosea 1:10; Jeremiah 33:22;  1 Samuel 13:5; Romans 9:27; Hebrews 11:12).

*** Coming out of the sea ***: We saw in previous studies that Satan had come down to the people of the sea and of the earth (see studies #84 and #85). These people represent the totality of the planet that had rejected the pure message of God (Revelation 17:8). Now we see that this group is very numerous. The fact that the beast comes out of the sea only reinforce this understanding. The Old Testament mentions the sea as the dwelling place of a terrible creature who would oppress Israel (Job 26:12-13 [in Hebrew, Rahab, means sea monster, sometimes its translated as “the proud”]; Psalm 74:13-14; Isaiah 27:1; Isaiah 51:9-10; Ezekiel 32:2). The beasts in Daniel 7 also come out of the sea (Daniel 7:3). In Revelation 17:3, 7, 8, 12, John describes the beast as coming from the abyss (or bottomless pit, see also Revelation 9:1 and study #57), which is the place reserved for the demonic forces. In Revelation 17:1, 3, we read that the woman on the beast sits on many waters. There are many parallels between the symbol ‘beast coming from the sea’ and the symbol ‘woman sitting on the beast, who sits on many waters’. We will study this in more detail in just a little bit. Revelation 17:15 says that the waters she is sitting on are “peoples and multitudes and nations and tongues”. The politic power which became aligned with Satan was emerging from a region where there were many people. This area was geographically significant because from there, they could attempt to deceive the whole world.

*** Seven heads ***: The beast coming from the sea is deeply connected to the dragon, whom the Bible says is Satan (Revelation 12:9). Note that the dragon himself has seven heads, ten horns, and seven diadems (Revelation 12:3). The beast described in Revelation 13:1 and the beast described in Revelation 17:3 both have seven heads and ten horns. The dragon and the sea beast work in unity. The heads of the beast seem to be related to the ability of the beast to execute its activities. Throughout history, the beast had been working through one of its heads, one after another. At one point, one of the heads received a severe injury, and the beast stopped its activities for a while and resumed its satanic work once the injury began to heal (Revelation 13:12-13).

*** Overview ***: The dragon has recruited two agents to perform their deception plan on a global scale. The first agent was the beast rising from the sea. This beast is a strong political and religious power that works directly with Satan. The similarities between the dragon and the beast are not a mere coincidence. Basically, those who see the beast, see the dragon. Satan has created a copy of the relationship of the Trinity. Satan wants to take the place of God the Father. The beast out of the sea also positions itself as God, but in a function similar to that of Christ. Jesus once said, "If you had known Me, you would have known My Father also. He who has seen Me has seen the Father." (Excerpts of the verses in John 14:7, 9). It is this unity of the relationship between the Father and the son that Satan tries to imitate, as he presents the beast that comes out of the sea. This political and religious power has its mission on earth, to influence and deceive the whole world and spread its philosophies, which are contrary to the teachings of God (Revelation 17:2). Satan created an elaborate plan to lead people to the way that is opposite to the path of salvation. That is why we must analyze all the religious teachings we have learned and compare them to what is written in the Bible. Satan's deceptions are disguised as Christianity! When the dragon went out to attack the remnant, his main tactic was to infiltrate the political and religious system where the faithful were. The lack of knowledge of the Bible puts people at risk of being deceived by the false trinity of Satan. Believing in the traditions that are passed on from generation to generation without comparing them to the Scriptures is a very common behavior, and yet extremely dangerous. The Bible says: "See to it that no one takes you captive through philosophy and empty deception, according to the tradition of men, according to the elementary principles of the world, rather than according to Christ." (Colossians 2:8). The activities of Satan represented by the heads of the dragon or of the beast aim to enslave people in the way described in Colossians 2:8. Only if we are rooted in Christ we can resist the enemy's attacks.

Below, is a table comparing the visions seen in the books of Daniel and Revelation, describing the world powers from Babylon era to the Second Coming of Jesus.

 

Interpretation

Daniel 2:

1 Statue

Daniel 7:

4 Beasts

Daniel 8:

2 Animals

Revelation 13:1-6

1 Beast

Revelation 17

a woman on a beast

Beasts = kingdoms  -  Daniel 7:17

The king of Babylon had a dream: he saw a statue

 

Daniel 2:31

The prophet had a vision: he saw the sea and 4 great beasts

 

Daniel 7:2-3

The prophet had a vision: he sees himself near water, and sees 2 animals

 

Daniel 8:2

The prophet had a vision: he saw the sea and a beast

 

Revelation 13:1

 

Kingdom: Babylon

 

The head of gold is the kingdom of Babylon  -  Daniel 2:38

Description: head of gold

 

Daniel 2:32

Description: lion with wings of an eagle

 

Daniel 7:4

(Babylon is not represented in this chapter because it had already lost its domain when the prophet received the vision)

Description: mouth of a lion

 

Revelation 13:1

 

Kingdom: Medo-Persia

 

After Babylon would arise an inferior kingdom to them  -  Daniel 2:39

 

 

The ram with the two horns represents the kings of Media and Persia   -  Daniel 8:20

Description: silver breast and arms

 

Daniel 2:32

Description: devouring bear, with uneven sides

 

Daniel 7:5

Description: a ram with  2 uneven horns

 

Daniel 8:3

Description: feet of a bear

 

Revelation 13:1

 

Kingdom: Greece

 

The kingdom of bronze is a kingdom that will rule over all the earth  -  Daniel 2:39

 

 

The goat represents the kingdom of Greece, and the large horn is the first king. The four horns that arose in place of the broken one represent four kingdoms which will arise from this nation  -  Daniel 8:21-22

Description: bronze belly and thighs

 

Daniel 2:32

Description: leopard with 4 wings and 4 heads

 

Daniel 7:6

Description: a goat with  1 horn, which broke off and 4 horns came up in its place

 

Daniel 8:5-8

Description: leopard

 

Revelation 13:1

 

Kingdom: Rome (legs) and divided Europe (feet and 10 toes)

 

A kingdom strong as iron, who crushes everything into pieces. Then, the divided kingdoms, which are part strong part brittle, but will not become one anymore  -  Daniel 2:40-43)

 

 

Kingdom that will take over the world and crush it. This kingdom will give rise to 10 other kings. One kingdom will arise and cause three of them to fall. It will speak against the Most High; destroy and wear down the holy people for a time, times and half a time; and think to make alterations in times and in law  -  Daniel 7:23-25

 

 

Kingdom: the little horn is a ruler who will magnify himself; will destroy mighty man and holy people;  will succeed by deceit; and will oppose the Prince of princes  -  Daniel 8:23-25

Description: iron legs, and  feet of iron mixed with clay (10 toes implied)

 

Daniel 2:33

Description: a beast with 10 horns, iron teeth, and a little horn with eyes like a man and a mouth speaking blasphemies. The little horn came up and 3 horns were destroyed.

 

Daniel 7:7-8

Description: a little horn who considered itself to be equal with God, and it grew exceedingly

 

Daniel 8:9-12

Description: 7 heads with the name of blasphemy on them, 10 horns with crowns, and a mouth speaking blasphemies, with authority to act for forty-two months.

 

Revelation 13:1, 5

Description: a woman sitting on a scarlet beast. The beast is full of blasphemous names and has 7 heads and 10 horns.

 

Revelation 17:3

 

12 Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo.

13 E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.

14 E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.

16 E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.

17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.

 

PARTE 2

 

*** O que o dragão fez? ***: Agora, vamos analisar com bastante atenção os versos nesse trecho. Nos últimos três estudos, vimos como a morte de Cristo, Sua ressurreição e ascensão ao trono de Deus significou que Satanás passou a ser um inimigo derrotado. O dragão percebeu que já não mais podia atacar Jesus diretamente, então ele voltou sua atenção para o povo de Deus. Mais uma vez, a palavra 'dragão' é usada como um símbolo para Satanás (Apocalipse 12:9), e a expressão 'mulher que dera à luz o filho homem' é usada como um símbolo para a Igreja cristã (veja os estudos #78 e #80 para mais detalhes). Satanás começou a perseguir a mulher (Apocalipse 12:13).

*** O que a mulher fez? ***: Há dois versos que falam sobre o que a mulher fez após o parto. Esses versos são muito importantes. Eles nos ajudam a entender a proteção de Deus, e nossa liberdade de aceitar ou não a Sua ajuda. Vamos analisar esses versos:

Apocalipse 12:6: “E a mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus, para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias.

Apocalipse 12:14: “E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

Após o parto, a mulher fugiu para o deserto. O que não podemos perder de vista aqui, é que o 'deserto' não era um lugar aleatório, para onde ela fugiu. Apocalipse 12:6 diz que a mulher foi para um “lugar preparado por Deus”. Assim como Ele havia guiado o antigo Israel ao deserto e providenciado alimento para o povo, Ele também guiou a mulher durante de seu momento de dificuldades. Ele providenciou de tudo para o Seu povo. Veja como Deuteronômio 8:12,14-16 descreve quão milagroso foi o cuidado de Deus para com Israel: “Não aconteça que, [...] o seu coração fique orgulhoso e vocês se esqueçam do Senhor, do seu Deus, que os tirou do Egito, da terra da escravidão. Ele os conduziu pelo imenso e pavoroso deserto, por aquela terra seca e sem água, de serpentes e escorpiões venenosos. Ele tirou água da rocha para vocês, e o sustentou no deserto com maná, que os seus antepassados não conheciam, para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês.” (NVI). Preste atenção nos elementos perigosos contra as quais Deus protegeu Israel: serpentes, escorpiões e falta de água. Todos esses elementos estão presentes em Apocalipse, como vimos em nossos estudos anteriores. E também veja, na última parte do texto, o porquê dessa atitude de Deus: “para humilhá-los e prová-los, a fim de que tudo fosse bem com vocês”. Muitas vezes na Bíblia, Deus dirige Seu povo amado para o deserto, para que eles possam estabelecer e fortalecer a sua ligação com o Pai Celestial. Aqui estão alguns exemplos de como Deus guiou diversas pessoas pelo deserto: Davi (1 Samuel 23:14), Elias (1 Reis 17:3-4), João Batista (Isaías 40:3-5; Mateus 3:1-3), e Jesus (Lucas 4:1,2; Mateus 4:11).

*** Asas de grande águia ***: A forma como a Igreja foi protegida durante sua jornada para o deserto não é nada menos que um milagre. Apocalipse 12:14 nos diz que a mulher recebeu asas de grande águia que lhe permitiram voar para o lugar que Deus havia preparado para ela. Ter asas como águias em um momento em que a força humana não seria suficiente para continuar a jornada, nos faz lembrar dos versos em Isaías 40:29-31: “Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” Como diz o versículo, o segredo é ‘esperar no Senhor’. Assim como Deus levou Israel para fora do Egito em Suas asas (Êxodo 19:4; Deuteronômio 32:11-12), Ele também preparou uma maneira de proteger a Igreja e de guiá-la com segurança em Suas asas.

*** Sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo ***: Esse período profético de tempo continua a aparecer em Apocalipse. Já discutimos isso muitas vezes. Veja os estudos #16, #20, #68, #71, #72 e #80). Esse é o momento em que as duas testemunhas estiveram profetizando vestidas de saco e em que os gentios pisaram sobre a cidade santa (Apocalipse 11:2,3, veja também Daniel 7:25). Esse período abrange 1260 anos literais durante a Idade Média, durante os quais os cristãos sofreram muito, e praticamente não tinham acesso às Escrituras. Ainda assim, Deus manteve viva Sua mensagem, e ainda tinha seguidores fiéis durante todos esses anos. O estar no “deserto” tem mais a ver com o cuidado de Deus do que com o próprio deserto. O foco deve estar sobre a nutrição divina, e não sobre os perigos ao redor.

*** A arma da serpente ***: Como vimos na parte 1 desse estudo, a arma da serpente é água. O símbolo para Satanás neste versículo é 'serpente', que faz lembrar da forma que ele tomou quando ele enganou Eva no jardim do Éden (Gênesis 3:1-4). A água está saindo de sua boca. Assim como a verdade de Jesus sai da Sua boca como uma espada de dois gumes para libertar as pessoas do pecado (Apocalipse 1:16; Apocalipse 2:12; Hebreus 4:12), as mentiras de Satanás fluem para fora de sua boca para enganar as pessoas e prendê-las à morte. Jesus está oferecendo Sua água eterna, então nunca deveríamos ter sede espiritual. A água que emana de Jesus, ou seja, a Sua Verdade, não muda e dura para sempre. A mensagem de Deus é como um rio que flui na vida do Cristão, e que o leva à Vida Eterna (João 4:14; João 7:37-39; Apocalipse 21:6-7). Já o rio que flui da boca da serpente leva à morte eterna. Satanás quer inundar a igreja com ensinamentos venenosos. Podemos ver quão claro o verso em Apocalipse 12:15 é a respeito do que Satanás quer fazer com a Igreja. Ele deseja que ela seja levada pela corrente. Ele quer afogá-la com suas mentiras. E também quer prejudicar e enganar as pessoas.

*** O que a terra fez? ***: Vimos no nosso último estudo que, quando Satanás foi expulso do Céu, ele passou a perseguir as pessoas da terra e do mar. Nós estudamos em detalhes que os habitantes da terra e do mar representam aqueles que rejeitaram a mensagem de Deus. Essas pessoas já haviam sido enganadas pelo inimigo. A participação súbita da terra nessa secção pode levantar uma questão muito importante em nossas mentes. Se Deus já estava protegendo a mulher, será que ela realmente precisava de ajuda externa? Deus estava protegendo a mulher. A terra, porém, ofereceu ajuda e, em seguida, a mulher se viu confrontada com 2 opções: aceitar uma ajuda visível e rápida da terra ou a aceitar formas não convencionais de proteção de Deus. A mulher aceitou a ajuda da Terra, e então, a terra absorveu toda a agua envenenada da serpente, aparentemente salvando a Igreja dessa maneira. A Igreja começou a sofrer de envenenamento de segunda-mão. Ao escolher deixar a proteção de Deus, uma boa parte da Igreja começou a receber seu alimento da terra, a qual havia sido envenenada pela água que saiu da boca da serpente. Os ensinamentos falsos haviam sido incorporados à Igreja de uma forma muito discreta e gradual. A maior parte da Igreja havia sido comprometida. Tanto é que Apocalipse 12:17 diz que Satanás parou de perseguir exclusivamente a mulher e passou a perseguir “o remanescente da sua semente”, ou seja, aqueles que permaneceram fiéis a Deus. As imagens dos que se rebelaram contra Deus, sendo engolidos pela terra são vistas na Bíblia quando Corá, Datã e Abirã se rebelaram contra Moisés (Números 16:32; Números 26:10; Deuteronômio 11:6; Salmo 116:17). Essa visualização também é vista quando a terra engoliu os egípcios que estavam perseguindo os Israelitas ao fugirem para o deserto (Êxodo 15:12). Nesses exemplos, as pessoas rebeldes foram engolidas. Em Apocalipse, embora a terra estivesse abrindo sua boca para engolir, ela estava, na realidade, absorvendo mentiras, e não pessoas. Em ambos os cenários, onde a terra estava engolindo pessoas más ou ensinamentos maus, Deus ainda está no controle da situação. Ele permitiu que a terra engolisse a enxurrada, já que as pessoas envolvidas em cada uma dessas histórias haviam escolhido se afastar do plano original de Deus. Deus ainda estava trabalhando para salvar a Sua Igreja.

*** O que o remanescente fiel fez? ***: Quando lemos Apocalipse 12:17 muito rapidamente, corremos o risco de perder algo muito importante. O dragão estava irado contra a mulher, e ainda assim, ele parou de persegui-la e foi atrás dos seus remanescentes. Vemos aqui uma divisão no símbolo 'mulher'. Uma divisão que separa a parte da Igreja que havia aceitado a nutrição contaminada da terra, da parte da Igreja que havia permanecido fiel. A expressão “fazer guerra ao remanescente da sua semente” neste versículo é, em algumas versões, traduzido como 'saiu para guerrear contra o restante da sua descendência". A palavra remanescente vem do loipos palavra grega, que significa “o resto, os restantes”. Mas podemos nos perguntar: o que que o remanescente fez de tão diferente da mulher que levou o dragão a deixar a mulher de lado e ir atrás deles? A resposta vem no final de Apocalipse 12:17: “os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.” Esta é a chave para compreendermos que tipo de veneno a serpente colocou na água. Ela queria enganar as pessoas para que quebrassem os mandamentos de Deus e abandonassem os ensinamentos de Jesus. Ao quebrarem os mandamentos de Deus (Êxodo 20), as pessoas quebram o espelho que lhes diz que precisam de um Salvador. Os mandamentos não podem salvar ninguém, mas podem lhes mostrar que precisam de um Salvador. Se as pessoas não reconhecem sua necessidade de Jesus, elas irão rejeitar a morte de Cristo na cruz como o pagamento por nossa transgressão. Sua morte não vai significar nada para elas. Desta forma, o ataque direto de Satanás nas pessoas passa a ser um ataque indireto contra o plano de Deus. O testemunho de Jesus aponta para o próprio Salvador. Esse testemunho é de Jesus, ou seja, ele é enviado a nós por Jesus e fala a respeito do próprio Jesus.

*** Visão Geral ***: Quando Satanás viu que havia sido vencido no final da guerra no Céu (Apocalipse 12:7,13), ele começou a atacar diretamente as pessoas. Seu ataque não foi apenas contra o povo de Deus, mas também contra todas as pessoas que haviam rejeitado a Sua Verdade. A arma é a mesma: os falsos ensinos que fluem da sua boca para enganar as pessoas e impedi-las de reconhecer sua necessidade de ter um Salvador que é Jesus Cristo. Deus sempre tem um plano para proteger Seus fiéis seguidores. Às vezes, esse plano pode parecer estranho, pode até levar os crentes para o deserto e a situações aparentemente perigosas. Mas Deus sempre fornece os cuidados de que necessitam. Cabe a nós confiar nEle, e aceitar Sua ajuda. A serpente está tentando impedir o povo de Deus de guardar os Seus mandamentos e quer manter a todos longe dos ensinamentos de Jesus. Mas é através da fé em Jesus que somos salvos por Sua graça. Não podemos nos afastar da verdade bíblica e trocá-la por tradições humanas simplesmente porque parecem ser mais convenientes. Os falsos ensinamentos que vêm da serpente parecem ser muito bons, e podem até trazer um sentimento superficial de conforto e segurança. Mas não devemos deixar que seu dilúvio de mentiras nos engane. O objetivo dessas mentiras é a nossa destruição. Devemos permanecer firmes na verdadeira fonte da Vida Eterna, onde brota a Água que permanece para sempre: Jesus.

12 Therefore rejoice, you heavens, and you that dwell in them. Woe to the inhabitants of the earth and of the sea! for the devil has come down unto you, having great wrath, because he knows that he has but a short time.

13 And when the dragon saw that he was cast unto the earth, he persecuted the woman who brought forth the male child.

14 And to the woman were given two wings of a great eagle, that she might fly into the wilderness, into her place, where she is nourished for a time, and times, and half a time, from the face of the serpent.

15 And the serpent cast out of his mouth water as a flood after the woman, that he might cause her to be carried away by the flood.

16 And the earth helped the woman, and the earth opened its mouth, and swallowed up the flood which the dragon cast out of his mouth.

17 And the dragon was angry with the woman, and went to make war with the remnant of her offspring, who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.

 

PART 2

 

*** What did the dragon do? ***: It’s time now to look more closely at the verses in this section. Over the past three studies, we saw how Christ’s death, resurrection, and ascension to the throne of God meant that Satan became a defeated enemy. The dragon realized he could no longer attack Jesus directly, so he turned his attention to God’s people. Once again, the word ‘dragon’ is used in this section as a symbol for Satan (Revelation 12:9), and the expression ‘woman who had brought forth the male child’ is used as a symbol for the Church (see studies #78 and #80 for details). Satan began persecuting the woman (Revelation 12:13).

*** What did the woman do? ***: There are two verses that talk about what the woman did after giving birth. These verses are very important. They help us understand God’s protection, and our freedom to accept or not His help. Let’s look at these verses:

Revelation 12:6: “Then the woman fled into the wilderness where she had a place prepared by God, so that there she would be nourished for one thousand two hundred and sixty days.” (NAS)

Revelation 12:14: “But the two wings of the great eagle were given to the woman, so that she could fly into the wilderness to her place, where she was nourished for a time and times and half a time, from the presence of the serpent.” (NAS)

After giving birth, the woman fled to the wilderness. What we cannot miss here, is that the ‘wilderness’ was not a random place where she ran away to. Revelation 12:6 tells us that the woman went to “a place prepared by God”. Just like He had guided the ancient Israel to the wilderness, and nourished them there, He guided the woman through her difficult time. He provided everything for His people. Look at how Deuteronomy 8:14-16 describes how miraculous was God’s care for Israel: “Then your heart be lifted up, and you forget the LORD your God, who brought you forth out of the land of Egypt, from the house of bondage; Who led you through that great and terrible wilderness, in which were fiery serpents, and scorpions, and thirsty land, where there was no water; who brought you forth water out of the rock of flint; Who fed you in the wilderness with manna, which your fathers knew not, that he might humble you, and that he might test you, to do you good in the end”. Look at the elements that God protected them from: serpents, scorpions, and lack of water. All of these are present in Revelation, as we’ve seen in our previous studies. And also pay close attention to why He did it, on the last part of the text: “that he might humble you, and that he might test you, to do you good in the end”. Many times in the Bible, God directs His beloved people to the wilderness, so they can keep and grow their connection with the Heavenly Father. Here are a few examples of how God guided people to and through the wilderness: David (1 Samuel 23:14), Elijah (1 Kings 17:3-4), John the Baptist (Isaiah 40:3-5; Matthew 3:1-3), and Jesus (Luke 4:1,2; Matthew 4:11).

*** Wings of an eagle ***: The way the Church was protected during her journey to the wilderness is nothing short of a miracle. Revelation 12:14 tells us the woman received wings of a great eagle which allowed her to fly to the place where God had prepared for her. Having wings like eagles in a moment where human strength would just not be enough to keep going, reminds us of the verses in Isaiah 40:29-31: “He gives power to the faint; and to them that have no might he increases strength. Even the youths shall faint and be weary, and the young men shall utterly fall: But they that wait upon the LORD shall renew their strength; they shall mount up with wings as eagles; they shall run, and not be weary; and they shall walk, and not faint.” As the verse says, the key is to “wait upon the Lord”. Just as God carried Israel out of Egypt on His wings (Exodus 19:4; Deuteronomy 32:11-12), he had also prepared a way to protect the Church and carry her to safety on His wings.

*** Nourished for a time, and times, and half a time ***: This prophetic period of time keeps showing up in Revelation. We have discussed this many times. Please see studies #16, #20, #68, #71, #72, and #80). This is the time the two witnesses would be prophesying in sackcloth and the gentiles would be treading over the holy city (Revelation 11:2,3, see also Daniel 7:25). This period covers literal 1260 years during the Dark Ages, where Christians suffered greatly, and had practically no access to scripture. Still, God kept His message alive, and He still had faithful followers throughout all those years. Being in the “wilderness” is more about God’s care than it is about the wilderness itself. The focus is on the divine nourishing, not on the dangers all around.

*** The serpent’s weapon ***: As we saw in part 1 of this study, the serpents weapon is water. The symbol for Satan in this verse is ‘serpent’, which reminds of the form he took when he deceived Eve in the garden of Eden (Genesis 3:1-4). The water is coming out of his mouth. Just as Jesus’ Truth comes out of His mouth as a two-edged sword to free people from sin (Revelation 1:16; Revelation 2:12; Hebrews 4:12), Satan’s lies flow out of his mouth to deceive people and bind them to death. Jesus is offering His everlasting water, so we would never thirst again. The water that flows from Jesus, meaning His Truth, doesn’t change and lasts forever. God’s message is like a river that flows in the life of the Christian and that takes them to Eternal life (John 4:14; John 7:37-39; Revelation 21:6-7). On the other hand, the river that flows from the serpent’s mouth leads to eternal death. Satan wants to flood the church with poisonous teachings. We can see how clear it says in Revelation 12:15 that Satan wants to cause the Church “to be carried away by the flood.” He wants to wash her out with his lies. He wants to harm and deceive people.

*** What did the earth do? ***: We saw in our last study that when Satan wasn’t cast out of Heaven, he went on to persecute the people of the earth and of the sea. We studied in detail that the people of the earth represent those who have rejected God’s message. These people had already been deceived by the enemy. The sudden participation of the earth in this section can raise a very important question in our minds. If God was already protecting the woman, did she really need outside help? God was indeed protecting the woman. The earth, however, offered help, and then the woman was faced with 2 choices: to accept a visible and quick fix help from the earth or to accept God’s unconventional ways of protection. The woman accepted the earth's help, and so the earth absorbed all the serpent’s poisonous water, apparently saving the Church that way. The Church began to suffer from Second-hand poisoning. By choosing to leave God’s protection, a good portion of the Church began to receive its nourishment from the earth, which had been poisoned by the water that came from the serpent’s mouth. False teachings were incorporated into the Church in a very inconspicuous and gradual way. The majority of the Church was compromised. So much so that Revelation 12:17 says that Satan stopped persecuting the woman exclusively and went on to persecute "the remnant of her offspring”, those who remained faithful to God. The imagery of evildoers being swallowed by the earth is seen in the Bible when Korah, Dathan, and Abiram rebelled against Moses (Numbers 16:32; Numbers 26:10; Deuteronomy 11:6; Psalms 116:17). It is also seen when the earth swallowed the Egyptians who were pursuing the Israelites as they were fleeing to the wilderness (Exodus 15:12). In those cases, the rebellious people were swallowed. In Revelation, even though the Earth is opening its mouth to swallow, it is actually absorbing lies, not people. In both scenarios, where the earth is swallowing evil people or evil teachings, God is still under control of the situation. He allowed the swallowing to happen, given that the people involved in each of those stories had chosen to move away from God’s original plan. God was still working to save His Church.

*** What did the faithful remnant do? ***: If we read Revelation 12:17 too quickly, we may miss something very important. The dragon was angry at the woman, and yet, he stopped persecuting her and went after her remnant. We see here a division in the ‘woman’ symbol. A split separating the part of the Church who had accepted nourishment from the contaminated earth, and the part of the Church who had remained faithful. The expression “the remnant of her offspring” in this verse is, in some versions, translated as ‘the rest of her children’ and ‘the remnant of her seed’. The word remnant comes from the Greek word loipos, which means “the rest, the remaining”. But we can ask ourselves, what makes the remnant so different from the woman that prompts the dragon to leave the woman alone and go after them instead? The answer comes at the end of Revelation 12:17: they are the ones “who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.” This is the key to understand what kind of poison the serpent used on the water coming out of his mouth. He wanted to trick people into breaking God’s commandments and abandoning the teachings of Jesus. By breaking God’s commandments (Exodus 20), people break the mirror that tells them they need a Savior. The commandments cannot save anyone, but it can show them they need One. If people don’t recognize their need for Jesus, they will reject Christ’s death at the cross as the payment for our transgression. His death will mean nothing to them. This way, Satan’s direct attack on the people would be an indirect attack on God’s plan. The testimony of Jesus points to the Savior Himself. The testimony of Jesus is at the same time from Jesus to us and about Jesus.

*** Overview ***: When Satan saw that he had been defeated at the end of the war in Heaven (Revelation 12:7,13), he started his direct attack on the people. His attack was not only on God’s people but also on the people who had rejected God’s Truth as well. The weapon is the same: false teachings that flow out of his mouth to deceive people and keep them from recognizing their need for a Savior, who is Jesus Christ. God always has a plan to protect His faithful followers. It may seem like a strange plan sometimes, it may take believers to the wilderness and harsh environments. But God always provides the care that they need. It is up to us to trust Him, and accept His help. The serpent is trying to keep Gods people from keeping God’s Commandments and to keep them away from Jesus’ teachings. But it is by faith in Jesus that we are saved by His grace. We cannot move away from Biblical truth and exchange it with humanity traditions because it is more convenient. The false teachings coming from the serpent sound very good, and may even bring a superficial sense of comfort and safety. But we must not be deceived by his flood of lies, which are intended to destroy us. We must stand firm on the source of the Everlasting Water, the true fountain of Eternal Life: Jesus.

12 Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo.

13 E, quando o dragão viu que fora lançado na terra, perseguiu a mulher que dera à luz o filho homem.

14 E foram dadas à mulher duas asas de grande águia, para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente.

15 E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.

16 E a terra ajudou a mulher; e a terra abriu a sua boca, e tragou o rio que o dragão lançara da sua boca.

17 E o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao remanescente da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.

 

PARTE 1

 

Antes de nos aprofundarmos no texto, detalhando cada palavra de cada verso, precisamos entender os elementos-chave nessa secção: os habitantes da terra e do mar, e a água como um rio saindo da boca da serpente. Apocalipse 12:12 nos diz que depois de ter perdido o governo do planeta para Cristo, o Diabo, com grande ira, dirigiu sua atenção para os “que habitam na terra e no mar”. A terra e o mar representam a totalidade do planeta, mas note que o alvo da ira de Satanás eram os habitantes. Mas quem são esses habitantes? Será que as pessoas da terra são diferentes das pessoas do mar? Apocalipse 12:12 não é o primeiro verso do livro que menciona os seres da terra e do mar.

Vimos uma referência específica a eles quando estudamos as trombetas. Então, vamos ver o que a Bíblia nos diz sobre quem são essas pessoas que habitam na terra e no mar:

1a. Trombeta (Apocalipse 8:7 - veja o estudo #52): “E o primeiro anjo tocou a sua trombeta, e houve saraiva e fogo misturado com sangue, e foram lançados na terra, que foi queimada na sua terça parte; queimou-se a terça parte das árvores, e toda a erva verde foi queimada.” Note que a calamidade caiu sobre a terra, mas o dano aconteceu com parte das árvores e a relva. Como vimos detalhes no estudo #52, as árvores e a a erva eram um símbolo do povo de Deus que rejeitou a Sua mensagem.

- 2a. Trombeta (Apocalipse 8:8-9 - veja o estudo #53): “E o segundo anjo tocou a trombeta; e foi lançada no mar uma coisa como um grande monte ardendo em fogo, e tornou-se em sangue a terça parte do mar. E morreu a terça parte das criaturas que tinham vida no mar; e perdeu-se a terça parte das naus.” Aqui, a calamidade caiu sobre o mar e parte da vida marinha acabou morrendo. Este evento também teve um efeito sobre a economia como simbolizado pela destruição de uma parte dos navios. Discutimos esses versos extensivamente no estudo #53, e aprendemos que esse evento se refere à queda do Império Romano. O Império Romano ativamente se opunha e perseguia o povo de Deus durante os dias da Igreja primitiva.

Apocalipse 12:12 diz que o Diabo estava vindo com grande indignação para com o povo da terra e do mar. Em outras palavras, ele estava vindo para aqueles que rejeitaram a verdade e aqueles que se opunham a Deus. É evidente que Satanás está interessado em manter essas pessoas onde elas estão, no escuro, longe de Deus. O povo da terra e do mar já havia sido enganado. A ira de Satanás já havia caído sobre elas. Essas pessoas tinham abandonado os puros ensinamentos de Deus. E assim, as ações do dragão descritas em Apocalipse 12:12-13 passam a fazer mais sentido agora que temos esta informação em mente. O dragão então voltou sua atenção para a mulher que tinha dado à luz. A mulher ainda era fiel, e estava no lado de Deus. O dragão não estava feliz com a fidelidade da mulher para o Senhor. No estudo #80, vimos como a mulher, após o parto, se tornou um símbolo da Igreja cristã. Portanto, Satanás precisava encontrar uma maneira de atacar a Igreja, de enganá-la, assim como ele uma vez enganou a Eva.

Agora vamos ver o que a Bíblia nos diz sobre o outro elemento em nosso texto de estudo de hoje: a água. Apocalipse 12:15 diz: “E a serpente lançou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, para que pela corrente a fizesse arrebatar.” Satanás usou 'água' para atacar a mulher. Assim como 'mulher' simboliza a Igreja, 'água' também simboliza a arma que a serpente usou para atacar a Igreja.

- 3a. Trombeta (Apocalipse 8:10-11 - Estudo #54): “E o terceiro anjo tocou a sua trombeta, e caiu do céu uma grande estrela ardendo como a tocha, e caiu sobre a terça parte dos rios, e sobre as fontes das águas. E o nome da estrela era Absinto, e a terça parte das águas tornou-se em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque se tornaram amargas.“ Aqui vemos o mesmo elemento 'água' de Apocalipse 12:15-16. Na terceira trombeta, as águas tornaram-se contaminadas. Como aprendemos no estudo #54, a água é um símbolo para a mensagem espiritual. Jesus é a fonte da água viva, mas as metas de Satanás são envenenar o fluxo da Verdade. Jesus disse: “Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre.” (João 7:38). Ele também disse em Apocalipse 21:6: “Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida.“ O alimento espiritual vem da Água Viva espiritual, que mantém vivos os que aceitam a fonte da água: Jesus. Fontes de água representam os ensinamentos que podem enriquecer o crescimento espiritual de uma pessoa. É o conhecimento que vem da verdade. Por outro lado, o envenenamento espiritual é uma condição muito perigosa. As mentiras do dragão foram intencionalmente dirigidas à igreja, a fim de inundá-la com os ensinamentos que foram poluídos. Ao se combinar mentiras com a verdade surge uma mistura mortal. O envenenamento das águas resultou na escuridão espiritual vista na quarta trombeta (Apocalipse 8:12 - estudo #55).

Veja que a palavra ‘água’, no singular, é frequentemente usada para representar a fonte da água da vida, a mensagem de Cristo (João 4:14; Apocalipse 7:17; Apocalipse 21:6; Apocalipse 22:1, 17). Apocalipse 17:15 menciona ‘águas’, no plural, como símbolo de “povos, multidões, nações, e línguas”. Podemos ver a diferença do significado de ‘fonte de água’ e ‘águas'. Apocalipse 22:15 não deixa nenhuma dúvida a respeito da fonte usada para atacar a mulher. A arma que Satanás usou, e ainda usa contra a Igreja são suas mentiras persuasivas, que são o oposto da Água Viva que Jesus oferece. A água que sai da boca do dragão é uma água falsificada, que leva à condenação eterna. Cristo oferece a Água da Vida direto da fonte. Satanás oferece o rio da morte.

*** Visão Geral ***: Os ataques à Igreja são reais. A antiga serpente está procurando enganar o mundo inteiro, assim como ele fez com Eva. Mas não precisamos ter medo. Deus nos oferece o que precisamos para nos proteger das mentiras do inimigo. Jesus é o nosso verdadeiro representante, e Ele é a Água Viva. Cabe a nós aceitar o Seu presente da Verdade. Mesmo Satanás lutando contra a Igreja, as pessoas que rejeitam a verdade ou que se opõem a Deus não estarão fora do alcance das águas envenenadas do dragão. O planeta inteiro está sofrendo com suas mentiras (Apocalipse 12:9). Em Apocalipse 13, vemos dois poderes político-religiosos representados por uma besta que vem do mar e uma que vem da terra. Ambos são agentes do dragão e estão envolvidos em atividades satânicas destinados a enganar as pessoas. Apocalipse 12:13 é claro sobre a intenção do dragão, ele pretende enganar o mundo inteiro. Desde sua queda, ele está focado a perseguir a igreja cristã. Como veremos na parte 2 deste estudo, Deus tinha um plano para proteger seu povo. Mas, assim como o antigo Israel, a Igreja é livre para escolher de quem ela está disposta a receber ajuda e a quem ela está disposta a seguir. A partir de qual fonte de água vamos escolher beber? De Jesus ou da boca da serpente?

12 Therefore rejoice, you heavens, and you that dwell in them. Woe to the inhabitants of the earth and of the sea! for the devil has come down unto you, having great wrath, because he knows that he has but a short time.

13 And when the dragon saw that he was cast unto the earth, he persecuted the woman who brought forth the male child.

14 And to the woman were given two wings of a great eagle, that she might fly into the wilderness, into her place, where she is nourished for a time, and times, and half a time, from the face of the serpent.

15 And the serpent cast out of his mouth water as a flood after the woman, that he might cause her to be carried away by the flood.

16 And the earth helped the woman, and the earth opened its mouth, and swallowed up the flood which the dragon cast out of his mouth.

17 And the dragon was angry with the woman, and went to make war with the remnant of her offspring, who keep the commandments of God, and have the testimony of Jesus Christ.

 

PART 1

 

Before we dive in, detailing every word of every verse, we need to understand the key elements in this section: the inhabitants of the earth and of the sea, and water as flood coming out of the mouth of the serpent. Revelation 12:12 says that after losing his rulership to Christ over the planet, the Devil headed towards the “inhabitants of the earth and of the sea” having great wrath. The earth and the sea represent the totality of the planet, but note that the “inhabitants” were the target of Satan’s wrath. But who are these inhabitants? Are the people from the earth different from the people of the sea? Revelation 12:12 is not the first verse in the book to mention the beings of the earth and of the sea.

We saw a specific reference to them when we studied the trumpets. So let’s look at what the Bible tells us about who these people are, who inhabit the earth and the sea:

1st Trumpet (Revelation 8:7 - see study #52): “and there followed hail and fire mingled with blood, and they were cast upon the earth: and the third part of trees was burnt up, and all green grass was burnt up.” Note that the strike fell on the earth but the damage happened to part of the trees and grass. As we saw in great detail in study #52, the trees and the grass were a symbol for the people of God who ended up rejecting His message.

2nd Trumpet (Revelation 8:8-9 - see study #53): “And the second angel sounded, and as it were a great mountain burning with fire was cast into the sea: and the third part of the sea became blood; and the third part of the creatures which were in the sea, and had life, died; and the third part of the ships were destroyed.” Here, the strike falls on the sea and part of the marine life ended up dying. This event also had an effect on the economy, symbolized by the destruction of a portion of the ships. We discussed these verses extensively in study #53, and we learned that this event refers to the fall of the Roman Empire. The Roman Empire actively opposed and persecuted God’s people during the early Church days.

Revelation 12:12 says that the Devil was coming with great wrath towards the people of the earth and of the sea. In other words, he was coming towards those who rejected the Truth and those who opposed God. Clearly, Satan is interested in keeping those people where they are, in the dark, away from God. The people of the earth and of the sea had already been deceived. Satan’s wrath had already fallen over them. These people had abandoned God’s pure teachings. And so, the dragon's actions described in Revelation 12:13 make more sense now that we have this background information in mind. He turned his attention to the woman who had given birth. The woman was still faithful, on God’s side. The dragon was not happy with the woman's loyalty to the Lord. In study #80, we saw how the woman, after giving birth, became a symbol for the Christian Church. Therefore, Satan needed to find a way to attack the Church, to deceive her, just as he once deceived Eve.

Now let’s see what the Bible tells us about the other element in our study text for today: water. Revelation 12:15 says: “And the serpent cast out of his mouth water as a flood after the woman, that he might cause her to be carried away by the flood.” Satan used ‘water' to attack the woman. Just as ‘woman’ is a symbol for the Church, ‘water’ is also a symbol for the actual weapon the serpent used to attack the Church.

3rd Trumpet (Revelation 8:10-11 - study #54): “And the third angel sounded, and there fell a great star from heaven, burning as it were a lamp, and it fell upon the third part of the rivers, and upon the fountains of waters; and the name of the star is called Wormwood: and the third part of the waters became wormwood; and many men died of the waters, because they were made bitter.” Here we see the same water element of Revelation 12:15-16. In the third trumpet, the waters became contaminated. As we learned in study #54, water is a symbol for the spiritual message. Jesus is the source of the Living Water but Satan’s goals are to poison the stream of Truth. Jesus said: “He that believes on me, as the scripture has said, out of his heart shall flow rivers of living water.” (John 7:38). He also said in Revelation 21:6: “And he said unto me, It is done. I am Alpha and Omega, the beginning and the end. I will give unto him that is thirsty of the fountain of the water of life freely.” Spiritual nourishment comes from the spiritual Living Water, which keeps alive those who accept the source of that water: Jesus. Springs of water represent the teachings that can enrich the spiritual growth of a person. It is the knowledge that comes from the truth. On the other hand, Spiritual poisoning is a very dangerous condition. The dragon’s lies were intentionally directed at the church, in order to flood her with teachings that were polluted. Combining lies with truth creates a deadly mixture. The poisoning of the waters resulted in the spiritual darkness seen in the fourth trumpet (Revelation 8:12 - study #55).

Note that the word ‘water’, when in the singular form, is frequently used to represent the fountain of the water of life, Jesus’ message (John 4:14; Revelation 7:17; Revelation 21:6; Revelation 22:1, 17). Revelation 17:15 mentions ‘waters’, in the plural form, as a symbol of “peoples and multitudes and nations and tongues”. We can see the difference in the meaning of ’spring (or source) of water’ and ‘waters'. Revelation 12:15 leaves no doubt about the source of the water used to attack the woman. The weapon that Satan used, and still uses actions the Church, are his persuasive lies, which are opposite to the Living Water that Jesus offers. The water that comes out of the mouth of the dragon is a falsified water, which leads to eternal condemnation. Christ offers Living Water straight from the spring. Satan offers a river of death.

*** Overview ***: The attacks on the Church are real. The old serpent is looking to deceive the whole world, just as he did with Eve. But we do not need to be afraid. God has given us all that we need to know to protect us from the enemy's lies. Jesus is our true representative, and He is the Living Water. It’s up to us to accept His gift of Truth. Even though Satan is fighting against the Church, the people who have rejected the Truth or who oppose God are not out of the range of the dragon’s poisoned waters. The entire planet is suffering from his lies (Revelation 12:9). In Revelation 13, we are introduced to two politico-religious powers represented by a beast that comes from the sea and one that comes from the earth. They are both agents of the dragon and are involved in satanic activities intended to deceive the people. Revelation 12:13 is clear about the dragon’s intention, he aims to deceive the entire world. Since his fall, he is focused on persecuting the Christian church. As we will see in part 2 of this study, God had a plan to protect His people. But just like the ancient Israel, the Church is free to choose from whom she is willing to receive help and who she is willing to follow. From which water source are we going to drink? From Jesus or from the serpent's mouth?

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