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3  E darei poder às minhas duas testemunhas, e profetizarão por mil duzentos e sessenta dias, vestidas de saco.

4  Estas são as duas oliveiras e os dois castiçais que estão diante do Deus da terra.

 

Parte 1

 

*** Duas testemunhas vestidas de saco ***: A mesma voz do Céu continuou falando com John na visão (veja os estudos # 70 e # 71). A voz tinha o poder de mandar João medir o templo, o altar, e os adoradores, e para não medir o átrio exterior (Apocalipse 11:1-2). Ele também tinha o poder de autorizar duas testemunhas a profetizarem por um tempo muito longo (Apocalipse 11:3). John continuou a receber uma mensagem diretamente de Deus, mencionando duas testemunhas. Mas quem são elas?

- O que elas fazem?: As duas testemunhas não parecem ter o poder por conta própria para realizar a missão de Deus. Elas são capazes de seguir em frente com a tarefa porque esse é o plano de Deus. As duas testemunhas foram enviadas para profetizar, assim como João havia sido ordenado no início da visão (Apocalipse 10:11). Como vimos no estudo # 69, a palavra profetizar significa "'pregar' fortalecido pelo poder divino prenunciando, profetizando". Essa é a primeira pista que temos para nos ajudar a identificar as duas testemunhas: elas pregam a mensagem de Deus, através da inspiração divina.

- O que elas vestem?: De acordo com Apocalipse 11:3, as duas testemunhas estão vestidas de saco. A palavra 'saco' foi usada anteriormente em Apocalipse 6:12 para descrever o escurecimento do sol. Nessa comparação, podemos ver que saco era um tecido escuro feito de pelos humanos e de animais. Não é de surpreender que o pano de saco ou roupa peluda era o vestuário típico dos profetas na Bíblia (Isaías 20: 2; Zacarias 13:4; 2 Reis 1:8; Mateus 3:4). Essa roupa também era usada como um símbolo de arrependimento, amargura, e humildade diante de Deus (1 Reis 21:27; 2 Reis 19:1; Isaías 37:1-2; Daniel * 9:3; Joel * 1: 8; Jonas 3:5 -8). A roupa das duas testemunhas sugere que elas têm um papel profético. Elas carregam uma mensagem de Deus. E como os profetas da Bíblia, elas sofrem muito em sua missão, muitas vezes perseguidos, rejeitados, e mortos.

- Duração do seu testemunho enquanto vestidas de saco: Mais uma vez, vemos esse período profético dos 1260 dias. Este é o mesmo período que vimos em Apocalipse 11:2, quando o povo de Deus sofreria opressão nas mãos daqueles que não seguem a Verdade de Deus (veja os estudos #16, #20, #68 e #71 para uma explicação mais aprofundada). Esse período corresponde à Idade Média, um tempo em que o povo fiel de Deus sofreu terrivelmente.

*** As duas testemunhas são as duas oliveiras e dois castiçais ***: Apocalipse 11:4 nos dá um outro aspecto das duas testemunhas, para nos ajudar a identificá-las de forma mais clara. Este texto é uma referência à visão descrita em Zacarias 4. Na visão de Zacarias, ele viu um candelabro e duas oliveiras. As oliveiras eram os "dois ungidos, que assistem junto ao Senhor de toda a terra." (Zacarias 4:14). O sumo sacerdote Josué (Zacarias 3:1), e Zorobabel, o governador de Judá (Zacarias 4:6) representavam os dois ungidos. Estes dois homens estavam envolvidos na restauração do templo em Israel (Esdras 5:2; Zacarias 4:9; Ageu 2:2; Zacarias 4:9-10). As sete lâmpadas na visão de Zacarias eram os "os olhos do Senhor, que percorrem por toda a terra" (Zacarias 4:10). A Palavra de Deus a Zorobabel era a seguinte: "Não por força nem por violência, mas sim pelo meu Espírito, diz o Senhor dos Exércitos" (Zacarias 4:6). Na visão de Zacarias, vemos que a restauração do templo teria que ser feita através da colaboração de dois líderes humanos: o sumo sacerdote e o governador. Um representa a liderança espiritual, e o outro representa o rei. Eles não estavam procurando satisfazer seus próprios desejos egoístas. Eles estavam seguindo as instruções de Deus. Na visão, eles são um símbolo daquilo que Deus espera de Seu povo: que eles se tornam reis e sacerdotes no serviço do Senhor. Agora que entendemos a referência de Zacarias 4, podemos ver que Apocalipse 11:4 descreve ainda um outro aspecto das duas testemunhas: o seu papel como rei e sacerdote (Apocalipse 1:6; Apocalipse 5:10), e objetivo de restauração da Verdade de Deus ao testemunharem pregando o Evangelho a todo o mundo.

*** Por que duas testemunhas? ***: A tradição judaica exigia que no mínimo duas a três testemunhas confirmassem uma ocorrência para que o testemunho pudesse ser considerado verdadeiro (Deuteronômio 19:15; Deuteronômio 17:6; Números 35:30; Mateus 18:16; João 8:17 ; 2 Coríntios 13:1; 1 Timóteo 5:19; Hebreus 10:28). É por isso que Jesus enviou os discípulos a pregar o Evangelho em grupos de dois (Marcos 6: 7; Lucas 10: 1). Esta prática continuou também durante a igreja primitiva (Atos 13: 2; Atos 15:39-41).

*** Quem são as testemunhas de acordo com a Bíblia? ***: Existem vários pontos de vista sobre este assunto. É importante lembrar que apenas os pontos de vista que estão de acordo com a Bíblia devem ser tomados como verdade. Vamos ver o que a Bíblia tem a dizer sobre quem ela considerado como testemunhas de Deus:

- 1 João 5:7-12 - A Trindade, e aqueles que acreditam que a vida está em Jesus: "Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espírito, e a água e o sangue; e estes três concordam num. Se recebemos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior; porque o testemunho de Deus é este, que de seu Filho testificou. Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê mentiroso o fez, porquanto não creu no testemunho que Deus de seu Filho deu. E o testemunho é este: que Deus nos deu a vida eterna; e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho de Deus não tem a vida."

- Apocalipse 1:5 - Jesus Cristo: "E da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dentre os mortos e o príncipe dos reis da terra. Àquele que nos amou, e em seu sangue nos lavou dos nossos pecados"

- João 5:39 - as Escrituras: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam”.

- Lucas 24:27, 44 - Moisés e os profetas, e os Salmos: "E, começando por Moisés, e por todos os profetas, explicava-lhes o que dele se achava em todas as Escrituras." "E disse-lhes: São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: Que convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na lei de Moisés, e nos profetas e nos Salmos."

- Apocalipse 1:2, 9 - O livro do Apocalipse contém a Palavra de Deus e o testemunho de Jesus: "O qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, e de tudo o que tem visto." "Eu, João, que também sou vosso irmão, e companheiro na aflição, e no reino, e paciência de Jesus Cristo, estava na ilha chamada Patmos, por causa da palavra de Deus, e pelo testemunho de Jesus Cristo"

- João 15:27 - Os discípulos: "E vós também testificareis, pois estivestes comigo desde o princípio."

- Lucas 24: 46-48 - Os discípulos: "E disse-lhes: Assim está escrito, e assim convinha que o Cristo padecesse, e ao terceiro dia ressuscitasse dentre os mortos, E em seu nome se pregasse o arrependimento e a remissão dos pecados, em todas as nações, começando por Jerusalém. E destas coisas sois vós testemunhas."

- Atos 2:32; Atos 3:15 - Aqueles que testemunharam a morte e ressurreição de Cristo: "Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas." "E matastes o Príncipe da vida, ao qual Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas."

- Atos 1:8; Atos 5:32 - A igreja: "Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra." "E nós somos testemunhas acerca destas palavras, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obedecem."

*** Visão Geral ***: As duas testemunhas trazem uma mensagem que está garantida ser verdadeira. Elas vêm de uma maneira humilde mas com uma mensagem corajosa, assim como vinham os profetas na Bíblia. Sua mensagem tem o objetivo de trazer as pessoas de volta a Deus. Eles fazem isso em sua capacidade de sacerdote e rei no serviço do Senhor. A Bíblia nos diz que Deus tinha suas testemunhas desde o início dos tempos. As duas primeiras testemunhas são parte da Trindade. Os três membros são testemunhas um do outro (João 3:16; João 15:8; João 16:7-8; Mateus 17: 5; João 5: 36-37; 1 Coríntios 2:12; João 15:26; 1 João 4:2; 1 João 2:23; Romanos 8:14-15). A próxima referência bíblica como testemunha de Deus é a própria Bíblia, através dos livros da lei, os livros dos Profetas e os Salmos. Estes compunham a Bíblia nos tempos antigos. Do ponto de vista de João, ainda não havia o Novo Testamento. É importante compreender claramente que para nós hoje, vivendo nos tempos modernos, podemos incluir os ensinamentos do Novo Testamento como sendo uma testemunha, por ser a própria descrição do ministério do Messias na Terra. A Igreja é a próxima testemunha, mencionada na Bíblia, representada pelos discípulos, João, e aqueles que testemunharam a morte e ressurreição de Jesus. Para resumir, temos aqui três testemunhas: Deus, a Bíblia, e a Igreja. Apocalipse 1:3 começa por dizer que Deus "dará poder a [Suas] duas testemunhas". E esta é a grande pista que precisávamos para saber quem são as duas testemunhas mencionadas em Apocalipse 11: A Bíblia e a Igreja. Sem o poder de Deus, a Igreja seria incapaz de levar a diante a mensagem contida na Bíblia. Sem o poder de Deus, não poderia haver a compreensão da mensagem contida na Sua Palavra. A mensagem seria apenas tinta nas páginas de um livro. As duas testemunhas devem andar unidas, como uma unidade, levando a Palavra de Deus "até aos confins da terra" (Atos 1:8). Elas têm o mesmo propósito: restaurar a Verdade de Deus.

3  And I will give power unto my two witnesses, and they shall prophesy a thousand two hundred and three score days, clothed in sackcloth.

4  These are the two olive trees, and the two lampstands standing before the God of the earth.

 

PART 1

 

*** Two witnesses clothed in sackcloth ***: The same voice from Heaven kept talking to John in the vision (see studies #70 and #71). The voice had the power to command John to measure the temple, the altar, and the worshipers, and not to measure the outer court (Revelation 11:1-2). It also had the power to authorize two witnesses to prophesy for a very long time (Revelation 11:3). John continued to hear a message directly from God. But who are these two witnesses?

- What do they do?: The two witnesses do not seem to have power on their own to carry out God's mission. They are able to move on with the task because that is God's plan. The two witnesses were commissioned to prophesy, just like John had been earlier in the vision (Revelation 10:11). As we saw in study #69, the word prophesy means to "'speak forth' in divinely-empowered forth telling or foretelling". Ths is the first clue we have to help us identify the two witnesses: they preach God's message, through divine inspiration.

- What do they wear?: According to Revelation 11:3, the two witnesses are clothed in sackcloth. The word 'sackcloth' was used previously in Revelation 6:12 to describe the darkening of the sun. In that comparison, we can see that sackcloth was a dark fabric made of human and animal hair. Not surprisingly, sackcloth or hairy clothing was the typical outfit of prophets in the Bible (Isaiah 20:2; Zechariah 13:4; 2 Kings 1:8; Matthew 3:4). It was also used as a symbol of repentance, bitterness, and humbleness before God (1 Kings 21:27; 2 Kings 19:1; Isaiah 37;1-2; Daniel 9:3; Joel 1:8; Jonah 3:5-8). The outfit of the two witnesses suggests they have a prophetic role. They carry a message from God. And as the prophets in the Bible, they suffer greatly in their mission. They are often persecuted, rejected, and killed.

- Duration of their witnessing while wearing sackcloth: Once again, we see this prophetic period of 1260 days. This is the same period we saw in Revelation 11:2, when the people of God would suffer oppression in the hand of those who do not follow God's Truth (see studies #16, #20, #68 and #71 for a more in-depth explanation). This period corresponds to the Dark Ages, a time when the faithful people of God suffered terribly.

*** The two witnesses are the two olive trees and two lampstands ***: Revelation 11:4 gives us another aspect of the two witnesses, to help us identify them more clearly. This text is a reference to the vision described in Zachariah 4. In Zachariah's vision, he saw one lampstand and two olive trees. The olive trees were the "two anointed ones, that stand by the Lord of the whole earth." (Zachariah 4:14). The two anointed ones were Joshua the high priest (Zachariah 3:1), and Zerubbabel, the governor of Judea (Zachariah 4:6). These two men were involved in the restoration of the temple in Israel (Ezra 5:2; Zachariah 4:9; Haggai 2:2; Zachariah 4:9-10). The seven lamps in Zachariah's vision were the "the eyes of the LORD, which run to and fro through the whole earth" (Zachariah 4:10). The Word of God to Zerubbabel was this: "Not by might, nor by power, but by my spirit" (Zachariah 4:6). In Zachariah's vision, we see that the restoration of the temple will need to be done through the collaboration of two human leaders: the high priest and the governor. One represents the spiritual leadership, and the other represents the king. These two are not set to satisfy their own selfish desires. They are following God's instructions. In the vision, they are a symbol of what God expects of His people: that they become kings and priests in the service of the Lord. Now that we understand the reference to Zacharia 4, we can see that Revelation 11:4 describes another aspect of the two witnesses: their role as king and priest (Revelation 1:6; Revelation 5:10), in the business of restoring God's Truth as they testify by preaching the Gospel to the world.

*** Why two witnesses? ***: The Jewish custom required that at least two to three witnesses confirm a story so the testimony could be deemed true (Deuteronomy 19:15; Deuteronomy 17:6; Numbers 35:30; Matthew 18:16; John 8:17; 2 Corinthians 13:1; 1 Timothy 5:19; Hebrews 10:28). That is why Jesus sent the disciples to preach the Gospel in groups of two (Mark 6:7; Luke 10:1). And this practice continued through the early church as well (Acts 13:2; Acts 15:39-41).

*** Who does the Bible say are the witnesses? ***: There are several views on this subject. It is important to remember that only the views which are according to the Bible should be taken as true. Let's see what the Bible has to say about who is considered to be God's witnesses:

- 1 John 5:7-12 - The Trinity, and those who believe that Life is in Jesus: "For there are three that bear witness in heaven, the Father, the Word, and the Holy Spirit: and these three are one. And there are three that bear witness in earth, the Spirit, and the water, and the blood: and these three agree in one. If we receive the witness of men, the witness of God is greater: for this is the witness of God which he has testified of his Son. He that believes on the Son of God has the witness in himself: he that believes not God has made him a liar; because he believes not the witness that God gave of his Son. And this is the witness, that God has given to us eternal life, and this life is in his Son. He that has the Son has life; and he that has not the Son of God has not life."

- Revelation 1:5 - Jesus Christ: "And from Jesus Christ, who is the faithful witness, and the first begotten of the dead, and the prince of the kings of the earth. Unto him that loves us, and washed us from our sins in his own blood"

- John 5:39 - The Scriptures: "Search the scriptures; for in them you think you have eternal life: and they are they which testify of me."

- Luke 24:27, 44 - Moses and the prophets, and Psalms: "And beginning at Moses and all the prophets, he expounded unto them in all the scriptures the things concerning himself." "And he said unto them, These are the words which I spoke unto you, while I was yet with you, that all things must be fulfilled, which were written in the law of Moses, and in the prophets, and in the psalms, concerning me."

- Revelation 1:2, 9 - The book of Revelation carrying the Word of God and the testimony of Jesus: "Who bore witness of the word of God, and of the testimony of Jesus Christ, and of all things that he saw." "I John, who also am your brother, and companion in tribulation, and in the kingdom and patience of Jesus Christ, was in the isle that is called Patmos, for the word of God, and for the testimony of Jesus Christ."

- John 15:27 - The disciples: "And you also shall bear witness, because you have been with me from the beginning."

- Luke 24:46-48 - The disciples: "And said unto them, Thus it is written, and thus it was fit for Christ to suffer, and to rise from the dead the third day: And that repentance and remission of sins should be preached in his name among all nations, beginning at Jerusalem. And you are witnesses of these things."

- Acts 2:32; Acts 3:15 - Those who witnessed the death and resurrection of Christ: "This Jesus has God raised up, of which we all are witnesses." "And killed the Prince of life, whom God has raised from the dead; of which we are witnesses."

- Acts 1:8; Acts 5:32 - The church: "But you shall receive power, after the Holy Spirit has come upon you: and you shall be witnesses unto me both in Jerusalem, and in all Judea, and in Samaria, and unto the uttermost part of the earth." "And we are his witnesses of these things; and so is also the Holy Spirit, whom God has given to them that obey him."

*** Overview ***: The two witnesses bring a message that is confirmed to be true. They come in a humble manner with a bold message, much like the prophets in the Bible did. The preach a message which has the goal to bring people back to God. They do so in their capacity of priest and king in the service of the Lord Himself. The Bible tells us that God has had His witnesses from the beginning of the Ages. The first two witnesses are part of the Trinity. They testify of each other (John 3:16; John 15:8; John 16:7-8; Matthew 17:5; John 5:36-37; 1 Corinthians 2:12; John 15:26; 1 John 4:2; 1 John 2:23; Romans 8:14-15). The next Biblical reference as God's witness is the Bible itself, through the books of the law, the books of the Prophets, and Psalms. These made up what the Bible in Ancient times. There was no New Testament yet from Johns perspective. It is important to understand that for our modern times, we can clearly include the New Testament teachings as being a witness, as it is the actual account of the Messiah's ministry on Earth. The Church is the next witness, mentioned in the Bible, represented by the disciples, John, and those who witnessed Jesus' death and resurrection. In summary, we have here three witnesses: the Godhead, the Bible, and the Church. Revelation 1:3 starts by saying that God "will give power unto [His] two witnesses". And this is the big clue we needed to see who are the two witnesses mentioned in Revelation 11: The Bible and the Church. Without God's power, the Church would be unable to carry out the message contained in the Bible. Without God's power, there can't be any understanding of the message contained in His Word. The message would be just ink on the pages of a book. The two witnesses must go hand in hand, as one unit, taking God's Word "unto the uttermost part of the earth" (Acts 1:8). They have a purpose: to restore God's Truth.

2  E deixa o átrio que está fora do templo, e não o meças; porque foi dado às nações, e pisarão a cidade santa por quarenta e dois meses.

 

PARTE 2

 

*** O Átrio Externo ***: Nas medidas anotadas por Ezequiel, vemos a menção a um pátio interior e um exterior (Ezequiel 40:17,19,27,44; Ezequiel 42:1,3,7-9). No tempo de João, o templo havia passado por algumas renovações desde a reconstrução descrita por Ezequiel, mas também continha esses dois átrios. O átrio interior era dividido em três áreas: o Átrio das mulheres, o átrio dos israelitas e o átrio dos sacerdotes. O átrio exterior era o átrio dos gentios. Os gentios não eram israelitas e só podiam entrar até a parte do átrio exterior. Havia alí uma barreira demarcando os limites daquela área. Qualquer gentio que ultrapassasse esses limites iria sofrer a pena de morte. Apocalipse 11:2 diz que o átrio exterior tinha sido dado aos gentios, ou às nações como algumas versões dizem. O versículo diz que este átrio fica do lado de "fora do templo". Este é um contraste ao lugar onde o povo de Deus está: os adoradores estão dentro do templo (Apocalipse 11:1).

*** Não meça ***: Em Apocalipse 11:1, João foi chamado para medir o templo de Deus, o altar e os adoradores. No versículo 2, ele recebe a ordem para não medir o átrio exterior porque este tinha sido dado aos gentios. Quando Ezequiel presenciou a medição do templo em sua visão, Deus disse: "Assim diz o Senhor DEUS: Nenhum estrangeiro, incircunciso de coração ou incircunciso de carne, entrará no meu santuário, dentre os estrangeiros que se acharem no meio dos filhos de Israel." (Ezequiel 44:9). Note que Deus qualificou o estrangeiro: "incircunciso de coração ou incircunciso de carne". Esses são os não-crentes. Trazendo este conceito para o versículo de Apocalipse 11:2, podemos entender que as nações ou gentios ali mencionados, são os que não acreditam verdadeiramente na mensagem de Deus. Estão em oposição ao povo de Deus. Eles não têm uma verdadeira conexão com Deus. Como vimos no estudo #70, a medição tem a ver com a ligação que Deus fez e ofereceu a seus seguidores. As "nações" não estão procurando ter uma ligação com Deus, e por isso não podem fazer parte da medição. Apocalipse 21:15-17 também nos dá as medidas de um outro edifício. A Nova Jerusalém foi medida com uma vara de ouro (Apocalipse 21:15). A Nova Jerusalém é onde Deus irá morar na Nova Terra. Neste sentido, a Nova Jerusalém é um símbolo para o templo de Deus na Nova Terra (Apocalipse 21:2-3). Quem poderá entrar são os "que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro" (Apocalipse 21:27). "Bem-aventurados aqueles que guardam os seus mandamentos, para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas." (Apocalipse 22:14). Do lado de fora dos limites da cidade estão aqueles que decidiram fazer exatamente o oposto. A Bíblia diz: "Mas, ficarão de fora os cães e os feiticeiros, e os que se prostituem, e os homicidas, e os idólatras, e qualquer que ama e comete a mentira." (Apocalipse 22:15).

*** Pisarão por quarenta e dois meses ***: No Antigo Testamento, a expressão "pisotear" ou "pisar" era usada para se referir à opressão que povo de Deus sofreria sob o domínio do inimigo: "Só por um pouco de tempo o teu santo povo a possuiu; nossos adversários pisaram o teu santuário." (Isaías 63:18. Veja também Jeremias 12:10). Também vemos essa expressão no livro de Daniel (Daniel 7:7,19,23), e nas palavras de Jesus (Lucas 21:24). Vemos também a oposição ao povo de Deus em Apocalipse 13:1-10. Existe uma ligação muito forte entre as passagens em Daniel e Apocalipse a respeito do pisar sobre o povo de Deus. Todos esses versos mencionam que essa opressão duraria quarenta e dois meses. Como já dissemos muitas vezes em estudos anteriores, em profecia, o tempo deve ser entendido de forma diferente, onde 1 dia profético = 1 ano literal (Ezequiel 4:6,7; Números 14:34; Levítico 25:8; veja também os estudos #16, #20 e #68 para obter uma explicação mais detalhada). Vamos comparar algumas das passagens envolvendo o pisoteamento do povo de Deus pelos gentios.

 

 
Daniel * 7 e 12
Lucas 21
Apocalipse 11
Apocalipse 12
Apocalipse 13
O pisoteamento Um poder que "consumirá os santos do Altíssimo" (Daniel * 7:25) "e Jerusalém será pisada pelos gentios, até que os tempos dos gentios se completem." (Lucas 21:24) "e pisarão a cidade santa" (Apocalipse 11:2) O dragão "perseguiu a mulher" (Apocalipse 12:13)
" E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação." (Apocalipse 13:7)
 
"E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu." (Apocalipse 13:6)
Duração
"os santos lhe serão entregues na mão por um tempo, e tempos, e metade de um tempo." (Daniel * 7:25).
 
"isso seria para um tempo, dois tempos, e metade de um tempo. E quando tiverem acabado de despedaçar o poder do povo santo, cumprir-se-ão todas estas coisas." (Daniel * 12:7)
"até que os tempos dos gentios se completem" (Lucas 21:24) "quarenta e dois meses" (Apocalipse 11:2) "para que voasse para o deserto, ao seu lugar, onde é sustentada por um tempo, e tempos, e metade de um tempo, fora da vista da serpente." (Apocalipse 12:14)
"e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses."
(Apocalipse 13:5)
Quem está pisoteando "um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços" (Daniel * 7:23) "os gentios" (Lucas 21:24) "os gentios" (Apocalipse 11:2) Fugindo "da vista da serpente"(Apocalipse 12:14)
A besta que emerge do mar (Apocalipse 13:1-10)
 
"E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação." (Apocalipse 13:7)

 

*** Aplicação Profética ***: Em Lucas 21:24, Jesus estava se referindo à destruição permanente de Jerusalém no ano 70 AD, e também ao que iria acontecer durante o fim dos tempos. Ele traçou um paralelo entre os dois eventos. Quando comparamos todos estes versículos de Daniel, Lucas e Apocalipse, podemos ver que o povo de Deus são aqueles a quem Deus considera como sendo cidadãos do Céu. Aqueles a quem Ele fez "reis e sacerdotes" (Apocalipse 1:6; Apocalipse 5:10). O Seu povo é a Sua Igreja, simbolizada pela mulher que estava sendo perseguida pela serpente, a qual também é conhecida como Satanás (Apocalipse 12:7, veja também Apocalipse 12:9). Apocalipse 13:6 lança uma luz sobre a natureza do pisoteamento: "E [a besta que emerge do mar] abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu". Como veremos mais adiante em Apocalipse, a besta que emerge do mar é um poder político-religioso que engana todo o mundo e prega uma mensagem contrária à verdade de Deus. Esta entidade é capaz de fazer isso porque tem poder "sobre todas as tribos e línguas e nações" (Apocalipse 13:7). Em outras palavras, este poder controla o "gentios", e está sob a direção de Satanás. A Bíblia diz que Satanás engana o mundo inteiro (Apocalipse 12:9). Comparando esta besta que emerge do mar com a passagem em Daniel * 7:23, podemos ver que esse poder está relacionado com o quarto reino, que seria "diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços". Quando estudamos Daniel * 2 (estudo #3), vimos que o quarto reino foi o Império Romano, que foi representado pelas pernas de ferro. O Império Romano nunca foi realmente derrotado, como vemos nos livros de história. O Império Romano foi de uma certa forma, diluído ou dividido. E é exatamente isso que vemos retratado em Daniel * 2: os pés e dedos de ferro misturado com barro (Daniel * 2:41-43). O poder político-religioso pisoteando o povo de Deus é um poder liderado por Satanás e que tem raízes no Império Romano.

Este período profético de quarenta e dois meses é um período literal de mais de 1200 anos conhecido como a Idade Média, quando os cristãos sofreram terrivelmente. A Bíblia não era um livro permitido ao povo durante esses anos. O tempo profético de 42 meses ou 1260 anos literais aponta para a Idade Média, mas é uma referência para outros períodos de 42 meses mencionados na Bíblia. Dessa forma, podemos ver em contexto, o comportamento dos gentios e o comportamento do povo de Deus durante este período:

- Elias: anunciou que um período de seca que duraria 42 meses (3,5 anos) cairia sobre a nação se Israel. A seca aconteceria devido à apostasia da liderança do povo de Deus (rei Acabe). Acabe levou o povo à idolatria e para longe dos ensinamentos de Deus. Poucos continuaram a ser fiéis. Assim como a mulher de Apocalipse 12, eles tiveram que fugir para o deserto ou se esconder em cavernas.

- Jesus: Seu ministério durou cerca de 3,5 anos. Ele enfrentou muito sofrimento e perseguição pela liderança dos judeus, por causa da pregação da verdade. Ele foi fiel até a morte - que é a forma como Ele venceu e pode se assentar no trono do Pai (Apocalipse 3:21). Mas os líderes da nação judaica foram contra os ensinamentos de Jesus e não O receberam como o Messias (João 1:11; Mateus 26:57-68).

*** Visão Geral ***: Tanto no tempo de Elias, quanto durante o ministério de Jesus na Terra, a liderança do povo de Deus passou a fazer um trabalho contrário aos ensinamentos de Deus. Isso não quer dizer que a liderança de uma igreja local é inevitavelmente ímpia. As referências apontam para a liderança como um sistema. Quando o sistema que deveria seguir os mandamentos de Deus se afasta das instruções Divinas, automaticamente ele se alinha com inimigo de Deus e começa a fazer o trabalho de Satanás. Os fiéis seguidores dos mandamentos de Deus são a verdadeira igreja. Sua Igreja não é feita de pessoas carregando um título que atesta a legitimidade da igreja. O que conta não é dizer que são a igreja de Deus, mas sim viver realmente a verdade de Deus com sinceridade. A igreja fiel no tempo de Elias, e também no tempo antes da morte de Jesus, não estava representada pela liderança do povo. Qualquer pessoa ou qualquer sistema que não se encontre de acordo com a vara divina de medir, Deus o considera como sendo pagão: aqueles que habitam sobre a terra (Apocalipse 13:8; Apocalipse 17:8). E eles serão encontrados fora do templo de Deus, no átrio exterior. Os cidadãos do reino de Deus devem realmente ser confortados pela medição, porque Jesus só irá levar Consigo os verdadeiros adoradores de Deus. Somente eles irão poder entrar dentro templo de Deus no Céu.

2  But the court which is outside the temple leave out, and measure it not; for it is given unto the Gentiles: and the holy city shall they tread under foot forty and two months.

 

PART 2

 

*** Outer court ***: In the measurements noted by Ezekiel, we see the mention to an inner court and to an outer court (Ezekiel 40:17,19,27,44; Ezekiel 42:1,3,7-9). In John's time, the temple had gone through some renovation since the rebuilding described by Ezekiel, but it also had these two courts. The inner court was divided into three areas: the court of the women, the court of the Israelites, and the court of the priests. The outer court was the court of the Gentiles. The Gentiles, meaning non-Israelites, were only permitted to go to the outer court. There was a barrier demarcating the limits of that area. Any Gentile going beyond those limits would suffer the penalty of death. Revelation 11:2 said that the outer court had been given to the Gentiles, or to the nations, as some versions say. The verse says that this court "is outside the temple". This is a contrast to where God's people are: the worshipers are inside the temple (Revelation 11:1).

*** Do not measure ***: In Revelation 11:1, John was called to measure the temple of God, the altar, and the worshipers. In verse 2, he is told not to measure the outer court because it had been given to the Gentiles. When Ezekiel was witnessing the measuring of the temple in his vision, God said: "Thus says the Lord GOD; No foreigner, uncircumcised in heart, nor uncircumcised in flesh, shall enter into my sanctuary, of any foreigner that is among the children of Israel." (Ezekiel 44:9). Note that God qualified the foreigner: "uncircumcised in heart, nor uncircumcised in flesh". Those are the non-believers. Bringing this concept into the verse of Revelation 11:2, we can see that the nations or Gentiles do not truly believe God's message. They stand in opposition to God's people. They do not have a true connection with God. As we saw in study #70, the measuring has to do with the connection God has made available to His followers. The nations are not seeking to have a connection with God, therefore, they are not part of the measuring. Revelation 21:15-17 also gives us measurements of another building. The New Jerusalem was measured with a golden reed (Revelation 21:15). The New Jerusalem is where God will reside in the New Earth. In this sense, the New Jerusalem is a symbol for the temple of God in the New Earth (Revelation 21:2-3). Those who can enter it are the ones "who are written in the Lamb's book of life" (Revelation 21:27). "Blessed are they that do his commandments, that they may have right to the tree of life, and may enter in through the gates into the city." (Revelation 22:14). Outside the city limits are the ones who decided to do the exact opposite. The Bible says: "For outside are dogs, and sorcerers, and fornicators, and murderers, and idolaters, and whosoever loves and makes a lie." (Revelation 22:15).

*** Trampling over for forty-two months ***: In the Old Testament, the expression 'trample over' or 'trodden down' was used to refer to the oppression God's people suffered under enemy rule: "The people of your holiness have possessed it but a little while: our adversaries have trodden down your sanctuary." (Isaiah 63:18. Also see Jeremiah 12:10). We also see this expression in the book of Daniel (Daniel 7:7,19,23), and in the words of Jesus (Luke 21:24). We also see the trampling of the holy city in Revelation 13:1-10. There is a very close link between the passages in Daniel and Revelation, regarding the trampling over God's people. They all last forty-two months. As we've said many times in previous studies, in prophecy, time is to be understood differently, with 1 prophetic day = 1 literal year (Ezekiel 4:6,7; Numbers 14:34; Leviticus 25:8; please also see studies #16, #20 and #68 for a detailed explanation). Let's compare some of the passages involving the trampling of God's people by the Gentiles.

 

 
Daniel 7 and 12
The trampling over A power that will "wear down the saints of the Highest One" (Daniel 7:25) "and Jerusalem will be trampled under foot by the Gentiles" (Luke 21:24) "they will tread under foot the holy city" (Revelation 11:2) The dragon "persecuted the woman" (Revelation 12:13)
"And it was given unto him to make war with the saints, and to overcome them: and power was given him over all tribes, and tongues, and nations." (Revelation 13:7)
 
"And he opened his mouth in blasphemy against God, to blaspheme his name, and his tabernacle, and them that dwell in heaven." (Revelation 13:6)
Duration
"and they will be given into his hand for a time, times, and half a time" (Daniel 7:25).
 
"it would be for a time, times, and half a time; and as soon as they finish shattering the power of the holy people, all these events will be completed" (Daniel 12:7)
"until the times of the Gentiles are fulfilled" (Luke 21:24) "for forty-two months" (Revelation 11:2) "into the wilderness, into her place, where she is nourished for a time, and times, and half a time" (Revelation 12:14) "And there was given unto him a mouth speaking great things and blasphemies; and power was given unto him to continue forty and two months." (Revelation 13:5)
Who is trampling "a fourth kingdom on the earth, which will be different from all the other kingdoms and will devour the whole earth and tread it down and crush it" (Daniel 7:23) "the Gentiles" (Luke 21:24) "the Gentiles" (Revelation 11:2) Running away "from the face of the serpent" (Revelation 12:14)
The sea beast (Revelation 13:1-10)
 
"was given him over all tribes, and tongues, and nations" (Revelation 13:7)

 

*** Prophetic Application ***: In Luke 21:24, Jesus was referring to the actual destruction of Jerusalem in the year 70 AD, and to what would happen during the end times. He was drawing a parallel between the two events. When we compare all these verses from Daniel, Luke, and Revelation, we can see that the people of God are the ones whom God consider as being citizens of Heaven. Those whom he made "kings and priests" (Revelation 1:6; Revelation 5:10). His people are His church, symbolized by the woman. The woman was being persecuted by the serpent, also known as Satan (Revelation 12:7, see also Revelation 12:9). Revelation 13 sheds some light over the nature of the trampling: "And [the sea beast] opened his mouth in blasphemy against God, to blaspheme his name, and his tabernacle, and them that dwell in heaven". As we will see later in Revelation, the sea beast is a politico-religious power that deceives the entire world and preaches a message contrary to God's truth. This entity is able to do that because it has power "over all tribes, and tongues, and nations" (Revelation 13:7). In other words, this power controls the "Gentiles", and it is under Satan's direction. The Bible says that Satan is the one deceiving the whole world (Revelation 12:9). Comparing this sea beast power with the passage in Daniel 7:23, we can see that this power has to do with the fourth kingdom, which is "different from all the other kingdoms and will devour the whole earth". When we studied Daniel 2 (study #3), we saw that the fourth kingdom was the Roman Empire, which was represented by the legs of iron. The Roman Empire was never really defeated, as we see in the History books. The Roman Empire was, in a way, diluted or divided. And that is exactly what we see portrayed in Daniel 2: the feet and toes of iron are mixed with clay (Daniel 2:41-43). The politico-religio power trampling over God's people is a power led by Satan and that has its roots in the Roman Empire.

This prophetic period of forty-two months is the period of more than 1200 years known as the Middle Ages when Christians suffered tremendously. The Bible was not allowed in the hand of the people during that time. The prophetic time of 42 months, or 1260 literal years, points to the Middle Ages but is a reference to other 42 month periods mentioned in the Bible. This way we can see in context the behavior of the Gentiles and the behavior of God's people during this period:

- Elijah: He announced that a period of drought lasting 42-month (3.5 years) would fall over the nation if Israel. The drought happened because of the apostasy of the leadership of God's people (king Ahab). Ahab led the people into idolatry and away from God's teachings. Few continued to be faithful, but as the woman in Revelation 12, they had to flee into the wilderness or hide in caves.

- Jesus: His ministry lasted about 3.5 years. He faced much suffering and persecution by the leadership of the Jews, as He spread the Truth. He was faithful to the point of death, and that is how He overcame and was able to sit in the Father's throne (Revelation 3:21). But the leaders of the Jewish nation were against Jesus' teachings and did not receive Him as the Messiah (John 1:11; Matthew 26:57-68).

*** Overview ***: Both in the time of Elijah and during Jesus' ministry on Earth, the leadership of God's people was doing work contrary to God's teachings. That is not to say that the leadership of a local church is inevitably wicked. The references are pointing to the leadership as a system. When the system which was supposed to follow God's commands move away from God's instructions, they automatically align themselves with God's enemy and start doing Satan's work instead. Those faithfully following God's commands are God's true church. His church is not made of people carrying a title that states they are God's church. What counts is not saying you are God's church, but actually living God's Truth with sincerity. His faithful church at the time of Elijah or prior to Jesus' death was not represented by the leadership of the people. Anyone or any system who is not aligning themselves with God's measuring reed is considered a Gentile: those who dwell on the earth (Revelation 13:8; Revelation 17:8). And they will be found outside of God's temple, in the outer court. The citizens of God's kingdom should actually be comforted by the measuring taking place because Jesus will only take with Him the true worshipers of God. They will be able to go inside the actual Temple of God in Heaven.

1  E foi-me dada uma cana semelhante a uma vara; e chegou o anjo, e disse: Levanta-te, e mede o templo de Deus, e o altar, e os que nele adoram.

 

*** A vara de medir ***: A cana era uma planta longa e reta, utilizada como uma vara de medir. Mais uma vez, João deveria participar ativamente na visão. Ele deveria se levantar e medir diferentes itens. O verbo medir nesse versículo vem do grego metreó. Essa palavra também é usada em Mateus 7:2 e Marcos 4:24: "Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós." (Mateus 7:1,2). 2 Coríntios 10:12 também nos dá uma ideia do que a palavra metreó significa no contexto bíblico: "Porque não ousamos classificar-nos, ou comparar-nos com alguns, que se louvam a si mesmos; mas estes que se medem a si mesmos, e se comparam consigo mesmos, estão sem entendimento". De acordo com este versículo, os membros da Igreja de Corinto estavam "[medindo] a si mesmos", o que não era uma atitude muito sábia. Não temos condição de medir a nós mesmos "porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas, sim, aquele a quem o Senhor louva." (2 Coríntios 10:18).

Essa vara de medir é muito especial porque ela pode medir não somente o templo de Deus, mas também o altar, bem como o povo. Tendo em mente os versos em Mateus 7:1-2, Marcos 4:24, e 2 Coríntios 10:12, podemos ver que apalavra metreó foi utilizada como uma medida que não deve ser feita de acordo com padrões humanos. Quando se trata de avaliação espiritual, qualquer medição deve ser feita apenas pelo equipamento providenciado por Deus. Ele está encarregado da vara que pode avaliar com precisão objetos e também pessoas. No Antigo Testamento, vemos um ato de medir como símbolo de julgamento, podendo decidir quem iria viver e quem iria morrer (2 Samuel 8:2).

*** Medir o templo de Deus ***: Ezequiel também foi chamado em uma visão para tomar notas sobre as medidas do templo (Ezequiel 40-42). No caso de Ezequiel, o objetivo era restaurar o templo em Israel e Israel enquanto nação (Ezequiel 39:25-29). Os israelitas tinham sido levados em cativeiro à Babilónia por causa da sua apostasia e desobediência. No tempo designado, Deus permitiu que regressassem à sua terra e que restaurassem não somente o templo, mas também os rituais de sacrifício, e a prórpria nação de Israel. O ritual de sacrifício era uma forma tangível que as pessoas tinham para representar sua conexão com Deus. A restauração do Templo significaria uma reconexão com o Criador. O primeiro item da lista de coisas a serem medidas era o Templo de Deus (Apocalipse 1:1). João estava sendo chamado para medir a naos (ou naon), que é a palavra grega usada para a parte mais íntima do templo, o lugar Santíssimo. É nesse lugar que a Arca da Aliança era colocada (representando o trono de Deus). O hieron é o nome usado para o lugar Santo - o primeiro cômodo no templo. Alí ficavam o altar do incenso, a mesa e os castiçais. A palavra hieron não é mencionada em Apocalipse, mas os objetos do lugar Santo são frequentemente mencionados.

Ao instruir João a medir o lugar onde Deus habita, Deus estava dando a ele a oportunidade de se certificar de que as promessas de Deus são verdadeiras. João seria capaz de verificar que a ligação que Deus estava oferecendo ao povo era autêntica. Deus deseja restabelecer e solidificar o relacionamento com o seu povo. Alguns estudiosos interpretam que o templo sendo medido representa a Igreja. Embora a expressão 'templo' possa significar 'igreja' em algumas ocasiões, a igreja já está representada na lista de coisas que João deveria medir: os adoradores. Outros sugerem que o templo seja uma referência ao verdadeiro templo em Jerusalém. No entanto, quando João escreveu o livro do Apocalipse, o templo já havia sido destruído cerca de vinte anos antes. A passagem de Ezequiel certamente esclarece bastante o propósito da medição do templo: "Quando eu os tornar a trazer de entre os povos, e os houver ajuntado das terras de seus inimigos, e eu for santificado neles aos olhos de muitas nações, então saberão que eu sou o Senhor seu Deus, vendo que eu os fiz ir em cativeiro entre os gentios, e os ajuntarei para voltarem a sua terra, e não mais deixarei lá nenhum deles." (Ezequiel 39:27,28).

*** Medir o altar ***: Haviam dois altares no templo terrestre: o altar de sacrifício (localizado na parte externa, no átrio), e o altar do incenso (localizado no lugar santo). À primeira vista, Apocalipse 11:1 não aparenta especificar qual deles João deveria medir. Mas quando lemos o próximo versículo (Apocalipse 11:2), podemos ver que João não deveria medir o átrio. Então podemos concluir que João deveria medir o altar do incenso. Esse é o mesmo altar onde as orações dos santos haviam sido oferecidas a Deus (Apocalipse 8:3-6). O altar representa a própria ligação, entre Deus e o povo. Faz sentido, então, que João deveria medir primeiro a fonte da conexão (Deus), depois o meio pelo qual a fonte estabelece a conexão (altar/orações), e por último o receptor da conexão (pessoas).

*** Medir os adoradores ***: Estando na extremidade de recepção do canal que Deus havia aberto, o adorador tem a opção de iniciar uma comunicação com o Criador. Cabe ao adorador decidir querer ou não, estabelecer essa conexão. As medidas de Deus bem como as medidas do canal (altar) não se alteram. A variável neste cenário é o adorador. A vara medidora irá determinar se a pessoa sendo avaliada está ou não disposta a se conectar com Deus. Tanto a medição quanto o selamento do povo ocorrem durante o interlúdio das trombetas e dos selos, respectivamente. Podemos então compreender como ambos os eventos estão relacionados. Como estudamos na lição #46, o selo é o que identifica aqueles que pertencem a Deus - aqueles que aceitaram a graça salvífica de Jesus Cristo. A vara que Deus usa para medir, citada em Apocalipse 11, é o meio pelo qual esta identificação acontece. O dispositivo medidor pertence a Deus. Ele está encarregado de avaliar as informações. As medidas que João deve tirar servem como uma maneira de nos assegurar de que os métodos de Deus são verdadeiros e precisos.

*** A linguagem do Santuário ***: Como lemos no Antigo Testamento, no Dia da Expiação, o sacerdote deveria oferecer um sacrifício especial, a fim de purificar o santuário de todos os pecados que haviam sido registrados ali ao longo de todo o ano. Os pecados já haviam sido perdoados, removido do povo, mas eram "guardados" no santuário até o Dia da Expiação. Esse ritual apontava para o trabalho que o Messias iria fazer pela salvação dos seres humanos, abrangendo Sua morte na cruz até o fim dos tempos, quando o inimigo de Deus for derrotado. A cerimônia do Dia da Expiação incluía a aspersão do sangue do sacrifício oferecido sobre os itens que deveriam ser limpos (Levítico 16:14-16,18-19), o sacrifício queimado do carneiro (Levítico 16:5), e as ofertas pelos pecados com um novilho e os dois bodes (Levítico 16:5-6). A purificação do santuário, do altar, e do povo era simbolizada pela da aspersão do sangue sobre alguns ítens dentro do santuário. No Antigo Testamento, a purificação (Levítico 16) e a medição (Ezequiel 49-43) estavam relacionadas com o Dia da Expiação, e tinham como objetivo os mesmos pontos encontrados em Apocalipse 11:1. Vamos comparar os versos:

 

Medição na visão de João
(Depois de Cristo)
Purificação do Santuário
(Antigo Israel, Antes de Cristo)
Medição na visão de Ezequiel
(Antigo Israel, Antes de Cristo)
Apocalipse 11:1
Levítico 16
Ezequiel 40, 43, 44
O templo de Deus (lugar Santíssimo) Tampa da arca (no lugar Santíssimo)  -Levítico ; Levítico O templo (Ezequiel 40:3 to Ezequiel 43:12)
O altar de incenso O altar de incenso  (No lugar Santo) - Levítico ; Levítico O altar de incenso  (Ezequiel 43: 13-27)
O povo O povo - Levítico ; Levítico O povo (Ezequiel 43:18-27; Ezequiel 44)

 

*** Visão Geral ***: A medição do templo, o altar e as pessoas mencionadas em Apocalipse 11:1, devem ser entendidos à luz dos versículos do Antigo Testamento, onde todos os três elementos que devem ser purificados estão incluídos. Tanto nas passagens de Levítico quanto as passagens de Ezequiel se referem ao Dia da Expiação, quando o santuário era purificado dos pecados que haviam se acumulado ali durante o ano. O pecado não permanecia na pessoa arrependida, mas os pecados confessados permaneciam no Templo até que fosse purificado. O sangue derramado de Jesus (simbolicamente através do ritual de sacrifício, ou literalmente através de Sua morte na cruz) é suficiente para cobrir os pecadores e os purificar completamente. A festa do Dia da Expiação servia como um símbolo do plano da salvação. Esse plano será concluído na Segunda Vinda de Jesus, com a determinação definitiva de quem será salvo e quem irá se perder. Essa determinação é feita por Deus, com base no tipo de relacionamento que a pessoa deseja ter com ele. Com a medida do templo de Deus e do canal de comunicação (altar/orações) que Ele disponibilizou para nós, podemos ter a certeza de que Ele mantém a Sua promessa de proteger e de permanecer com Seu povo. Precisamos apenas ir a Ele em oração, em arrependimento, aceitando o sacrifício de Jesus por nós.

1   And there was given me a reed like unto a rod: and the angel stood, saying, Rise, and measure the temple of God, and the altar, and them that worship therein.

 

PART 1

 

*** The measuring reed ***: The reed was a plant which was used as a measuring rod. It was long and straight. Once again, John was given an active role in the vision. He was supposed to rise and measure different items. The word measure in this verse comes from the Greek metreó. This word is also used in Matthew 7:2 and Mark 4:24: "Judge not, that you be not judged. For with what judgment you judge, you shall be judged: and with what measure you measure, it shall be measured to you again." (Matthew 7:1-2). 2 Corinthians 10:12 also gives us an insight of what the word metreó means in the Biblical context: "For we dare not make ourselves of the number, or compare ourselves with some that commend themselves: but they measuring themselves by themselves, and comparing themselves among themselves, are not wise." According to this verse, the members of the church in Corinth were "measuring themselves by themselves", and that was not a wise thing to do. We are not qualified to measure ourselves because "not he that commends himself is approved, but whom the Lord commends" (2 Corinthians 10:18).

This measuring rod is very special because it can measure not only the temple of God, but it can also measure the altar, as well as the people. In light of the verses we've read in Matthew 7:1-2, Mark 4:24, and 2 Corinthians 10:12, we can see that metreó was used as a measurement which should not be done according to human standards. Measurements, when it comes to spiritual assessment, should only be done by God's measuring device. He is in charge of the reed that can accurately assess things as well as people. In the Old Testament, we also see measuring as a symbol of judgment, to decide who would live and who would die (2 Samuel 8:2).

*** Measure the temple of God ***: Ezekiel was also called in a vision to take notes on the measurements of the temple (Ezekiel 40-42). In the case of Ezekiel, the goal was to restore the actual temple and the people as a nation (Ezekiel 39:25-29). The Israelites had been taken into Babylonian captivity because of their apostasy and disobedience. At the appointed time, God was going to allow them to return and restore the temple, the sacrificial rituals, and the nation of Israel. The sacrificial ritual was a tangible way which the people connected to God. Restoration of the Temple meant a reconnection with the Creator. In Revelation 1:1, the first item in the list of things to be measured was the Temple of God. John was being called to measure the naos (or naon), which is the Greek word for the innermost portion of the temple, the Most Holy Place. That is where the Arc of the Covenant was placed (representing the throne of God). The hieron is the name used for the Holy place, the first room in the temple, where the altar of incense, table and the candlesticks were. The word hieron is not mentioned in Revelation, but its contents are.

By instructing John to measure the very place where God dwells, God was calling John to verify that God's promises are true. John would be able to check that the connection God was offering to the people was genuine. God wants to re-establish and solidify a relationship with His people. Some scholars interpret the measuring of the temple as a symbol of the church. Even though the expression can refer to the church in some occasions, the church in this passage is already represented on the list of things that John had to measure: the worshipers. Others suggest that the temple in this verse referred to the actual temple in Jerusalem. However, by the time John wrote the book of Revelation, the temple had been destroyed about twenty years earlier. The passage in Ezekiel is certainly clarifying as to the purpose of the measuring of the temple: "When I have brought them again from the people, and gathered them out of their enemies' lands, and am sanctified in them in the sight of many nations; Then shall they know that I am the LORD their God, who caused them to be led into captivity among the nations: but I have gathered them unto their own land, and have left none of them any more there."(Ezekiel 39:27-28).

*** Measure the altar ***: There were two altars in the actual temple: the altar of sacrifice (located in the outer court), and the altar of incense (located in the Holy Place). At a first glance, Revelation 11:1 does not appear to specify which one John was supposed to measure. But when we read the next verse (Revelation 11:2), we can see that John was not supposed to measure the outer court. We can conclude that John was supposed to measure the altar of incense. That is the same altar where the prayers of the saints were offered to God (Revelation 8:3-6). The altar represents the connection itself, between God and the people. It makes sense that John had to first measure the source (God), then measure the means by which the source establishes a connection (the altar/prayers), and lastly the receiving end of the connection (the people).

*** Measure the worshipers ***: As the receiving end of the channel God had opened for them, the worshiper has the option to initiate communication with the Creator. It is up to the worshiper to decide if they want to establish a connection or not. God's measurements as well as the measurements of the channel (the altar) don't change. The variable in this scenario is the worshiper. The measuring reed will determine if the person being measured is willing to connect with God or not. Being that both the measuring of the people and the sealing of the people happen in the interlude section of the trumpets and seals, respectively, we can understand how they must be connected. As we studied in lesson #46, the seal is what identifies those who belong to God - those who have accepted the saving grace of Jesus Christ. God's measuring reed of Revelation 11:1 is the means by which this identification takes place. The measuring device belongs to God. He is in charge of assessing the information. John's measurements are a way to reassure all of us that God's methods are true and accurate.

*** The Sanctuary language ***: As we read in the Old Testament, on the Day of Atonement, the priest was supposed to offer a special sacrifice, in order to cleanse the sanctuary from all the sins that had been recorded there throughout the year. The sins had been forgiven, removed from the people, but they were "stored" in the sanctuary until the Day of Atonement. This ritual served to point to the work the Messiah would one day do, for the salvation of the human race, from the cross to the end of times, when the enemy of God is defeated. The ceremony of the Day of Atonement included the sprinkling of the blood of the sacrificed offering over the items being cleansed (Leviticus 16:14-16,18-19), the ram as burnt offering (Leviticus 16:5), and the bull and the two goats as sin offerings (Leviticus 16:5-6). The cleansing of the sanctuary, the altar, and the people was accomplished by the sprinkling of the blood over some of the items inside the sanctuary. The cleansing (Leviticus 16) and the measuring (Ezekiel 40-43) in the Old Testament were all related to the Day of Atonement. They targeted the same points mentioned in Revelation 11:1. Let's compare the verses:

 

Measuring in John's vision
(After Christ)
Cleansing of the Sanctuary
(Ancient Israel,  Before Christ)
Measuring in Ezekiel's vision
(Ancient Israel, Before Christ)
Ezekiel 40, 43, 44
The temple of God (in the Most Holy place) The mercy seat (in the Most Holy place)  - Leviticus ; Leviticus The temple (Ezekiel 40:3 to Ezekiel 43:12)
The altar of incense The altar of incense (In the Holy Place) - Leviticus ; Leviticus The altar of incense (Ezekiel 43: 13-27)
The people The people - Leviticus ; Leviticus The people (Ezekiel 43:18-27; Ezekiel 44)

 

*** Overview ***: The measuring of the temple, the altar, and the people mentioned in Revelation 11:1, must be understood in light of the verses in the Old Testament, where all the three elements to be cleansed are included. The passages of Leviticus and the passages of Ezekiel refer to the Day of Atonement, when the sanctuary was cleansed from the sins of the people which had accumulated there throughout the year. The sin no longer remained on the repenting individual, but the sins which were confessed, remained in the temple until it was cleaned. The blood Jesus shed (symbolically through the sacrificial ritual or literal with His death on the cross) is enough to cover sinners and cleanse them completely. The feast of the Day of Atonement served as a symbol for God's plan of salvation, which will come to completion at the Second Coming of Jesus as the well defined determination of who will be saved and who will be lost. That determination is made by God, based on what type of relationship we want to have with Him. By measuring the temple of God and the channel of communication (the altar/prayers) he made available to us, we can be assured that He keeps His promise to stay with and protect His people. What we need to do is to come to Him in prayer, repent, and accept Jesus' sacrifice for us.

8 Depois falou comigo mais uma vez a voz que eu tinha ouvido falar do céu: "Vá, pegue o livro aberto que está na mão do anjo que se encontra de pé sobre o mar e sobre a terra".

9 Assim me aproximei do anjo e lhe pedi que me desse o livrinho. Ele me disse: "Pegue-o e coma-o! Ele será amargo em seu estômago, mas em sua boca será doce como mel".

10 Peguei o livrinho da mão do anjo e o comi. Ele me pareceu doce como mel em minha boca; mas, ao comê-lo, senti que o meu estômago ficou amargo.

11 Então me foi dito: "É preciso que você profetize de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis".
(Nova Versão Internacional)

 

*** Uma voz que vinha do céu ***: Até o momento descrito em Apocalipse 10:7, João ainda não sabia qual era o conteúdo do pequeno livro. Ele sabia de onde tinha vindo (do Céu), quem havia enviado (Deus), quem havia trazido (o anjo forte), e que era uma mensagem de importância global. A voz do céu disse a João que não escrevesse as palavras que os sete trovões haviam dito (Apocalipse 10:4). Em seguida, essa voz fez também um pedido um tanto incomum. João deveria interagir ativamente na visão: ele deveria "tomar o pequeno livro aberto da mão do anjo que está sobre o mar e sobre a terra" (Apocalipse 10:8).

*** Toma-o, e come-o***: A maneira como João experimentou pela primeira vez o conteúdo do pequeno livro foi de fato incomum, mas não única. Ezequiel também foi instruído em visão a comer o livro. Aqui está o texto de Ezequiel 2:9 a Ezequiel 3:4:

"Então vi, e eis que uma mão se estendia para mim, e eis que nela havia um rolo de livro. E estendeu-o diante de mim, e ele estava escrito por dentro e por fora; e nele estavam escritas lamentações, e suspiros e ais. E disse-me: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre, e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Então o comi, e era na minha boca doce como o mel. E disse-me ainda: Filho do homem, vai, entra na casa de Israel, e dize-lhe as minhas palavras."

O Anjo presente na visão de Ezequiel pediu que ele comesse um livro muito parecido com o livro selado que vimos em Apocalipse 5. Esse livro também havia sido escrito em ambos os lados (Ezequiel 2:9,10). Ezequiel deveria comê-lo antes de sair para pregar uma mensagem ao povo.

*** O gosto do pequeno livro ***: Ezequiel descreveu a respeito de sua experiência: na boca, o livro era doce como mel (Ezequiel 3:3). De forma semelhante, também é forte, a imagem simbólica no texto de Apocalipse 10:9-10. Tanto na visão de Ezequiel quanto na de João, o anjo não estava pedindo que comessem as páginas reais de um rolo. A importância do simbolismo está na sua mensagem, não nos elementos físicos que a transportam. Também não podemos nos esquecer de que em ambos os casos, os profetas estavam em visão. Eles não tinham como comer um livro fisicamente. No texto de Apocalipse, João está sendo solicitado a absorver a mensagem de maneira tão profunda que seria como tomar a verdade de Deus e incorporá-la ao mais íntimo da sua alma. O anjo pediu a Ezequiel e também a João para que vivessem a mensagem de forma completa. O sabor da mensagem de Deus é descrito em outras partes da Bíblia.

 

Jeremias "Achando-se as tuas palavras, logo as comi, e a tua palavra foi para mim o gozo e alegria do meu coração; porque pelo teu nome sou chamado, ó Senhor Deus dos Exércitos."
Ezequiel 3:3 "E disse-me: Filho do homem, dá de comer ao teu ventre, e enche as tuas entranhas deste rolo que eu te dou. Então o comi, e era na minha boca doce como o mel."
Salmo 19:8-10 "Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e ilumina os olhos. O temor do Senhor é limpo, e permanece eternamente; os juízos do Senhor são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos."

 

 Na boca, a Palavra de Deus é descrita como sendo doce, e fonte de alegria. Mas vemos uma mudança drástica em seguida. O sabor amargo veio após o profeta ter ingerido a mensagem. Todas as pessoas que escreveram os versos mencionados na tabela acima estavam receptivas à Verdade, portanto, para elas, obter a informação de Deus foi uma experiência agradável, "doce como mel". No entanto, a digestão provou ser um desafio. Tanto o comer quanto o digerir do livro são símbolos da mensagem que está sendo espalhada por todo o mundo. O versículo de Ezequiel 3:4 nos diz que Ezequiel deveria ir para Israel e apresentar a verdade ao povo. Esse é um cenário muito mais difícil. Ezequiel tinha de pregar para um grupo que não seria tão receptivo quanto ao que ele tinha a dizer. Pregar o Evangelho nestas circunstâncias muitas vezes pode gerarfrustração, decepção, rejeição e até mesmo perseguição. Todas estas coisas tornam amargo no estômago, o dosto da experiência, assim como o anjo havia alertado.

*** Os povos e nações, e línguas e reis ***: João deveria profetizar novamente após comer o livro. Duas palavras se destacam nessa declaração: "novamente" e "profetizar". A palavra "novamente" implica que João já havia cumprido essa tarefa. Mas o anjo disse a João que as atividades deveriam se iniciar mais uma vez. Seu trabalho realmente ainda não havia terminado. A visão de João nos mostra que ele foi chamado a profetizar no interlúdio entre a sexta e a sétima trombetas. A palavra "profetizar" vem do grego prophéteuó. O HELPS word-studies nos diz que esta palavra é formada pela combinação de duas outras palavras: "pró", que significa "antes" e phēmí, que significa "elevar uma declaração sobre uma outra". Em outras palavras, isso significa "pregar" fortalecido pelo poder divino prenunciando, profetizando." João deveria pregar a mensagem de Deus, "a cerca de muitos povos e nações, e línguas e reis" (Apocalipse 10:11). Em Apocalipse 14:6-12, vemos a iminente pregação do Evangelho, com a primeira mensagem dos três anjos: "E vi outro anjo voar pelo meio do céu, e tinha o evangelho eterno, para o proclamar aos que habitam sobre a terra, e a toda a nação, e tribo, e língua, e povo" (Apocalipse 14:6)

Com base nestes textos, podemos ver que haverá uma proclamação final da mensagem de Deus. Jesus também mencionou este fato em Mateus 24:14: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim." O fim virá somente depois que a mensagem for apresentada de uma maneira global. A pregação no tempo do fim tem o objetivo de preparar as pessoas para o tempo do fim. A mensagem dos três anjos dá ao povo uma última oportunidade para ouvir a verdade, e tem como ponto central o louvor: o primeiro anjo saiu "Dizendo com grande voz: Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas." (Apocalipse 14:7). Essa mensagem revela o carácter dAquele a Quem devemos adorar: o Criador do universo. E a mensagem do terceiro anjo também revela a existência de outra entidade que está tentando mudar o foco do louvor centralizado em Deus: "E seguiu-os o terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro." (Apocalipse 14:9,10). A besta e sua imagem querem se colocar numa posição de receberem o louvor e adoração das pessoas. Isso é diretamente contrário aos mandamentos de Deus.

*** Visão Geral ***: A mensagem do pequeno livro parece ser a respeito dos eventos do tempo do fim, tratando das questões as quais as pessoas que vivem nesse ponto da história estarão enfrentando: quem deveriam eles escolher como a fonte da verdade? A mensagem do pequeno livro traz a certeza de que Deus não irá perder esta batalha pela mente das pessoas. A verdade de Deus encoraja aqueles que estão dispostos a ouvir o que Deus tem a lhes dizer, a deixar que Deus transforme seu caráter. Eles estão prontos a deixar que a mensagem de Deus se torne uma parte integrante da sua existência. Eles têm como missão a pregação final do evangelho. No entanto, informar aos habitantes do mundo que eles estão sendo enganados por falsos ensinamentos e que eles devem abandonar as práticas que vão contra as instruções de Deus, pode ser uma grande fonte de decepção e frustração para o portador da mensagem. Isso irá deixar um gosto amargo, que não poderá ser evitado. Da mesma forma como Ezequiel e João experimentaram esse amargor, nós também o sentiremos, se estivermos dispostos a praticar a mensagem divina. O importante é estarmos dispostos - dispostos a internalizar a mensagem de Deus e nos arrependermos. Deus está nos chamando para entrarmos em ação. Aprender o que Deus está nos dizendo não é suficiente. Temos que viver a verdade que aprendemos para testemunhar aos outros da nossa experiência transformadora com o único ser que é digno do nosso louvor, o Senhor Deus, o Todo Poderoso.

8 And the voice which I heard from heaven spoke unto me again, and said, Go and take the little scroll which is open in the hand of the angel who stands upon the sea and upon the earth.

9 And I went unto the angel, and said unto him, Give me the little scroll. And he said unto me, Take it, and eat it up; and it shall make your stomach bitter, but it shall be in your mouth sweet as honey.

10 And I took the little scroll out of the angel's hand, and ate it up; and it was in my mouth sweet as honey: and as soon as I had eaten it, my stomach was bitter.

11 And he said unto me, you must prophesy again about many peoples, and nations, and tongues, and kings.

 

*** A voice from Heaven ***: Up to Revelation 10:7, John still didn't know what the contents of the little scroll were. He knew where it had come from (Heaven), who had sent it (God), who had brought it (the strong angel), and that it was a message of global importance. The voice from Heaven had just spoken, telling John not to write down the words that the seven thunders had uttered (Revelation 10:4). The voice from Heaven then made an unusual request. John was expected to take an active role in the vision: "take the little scroll which is open in the hand of the angel who stands upon the sea and upon the earth" (Revelation 10:8).

*** Take it, and eat it up ***: The way that John first experienced the contents of the little scroll was indeed unusual, but not unique. Ezekiel was also instructed in a vision to eat the scroll. Here is the text from Ezekiel 2:9 to Ezekiel 3:4:

"And when I looked, behold, a hand was sent unto me; and, lo, a scroll of a book was in it; And he spread it before me; and it was written inside and outside: and there was written in it lamentations, and mourning, and woe.
Moreover he said unto me, Son of man, eat that you find; eat this scroll, and go speak unto the house of Israel. So I opened my mouth, and he caused me to eat that scroll. And he said unto me, Son of man, feed your belly, and fill your stomach with this scroll that I give you. Then did I eat it; and it was in my mouth as honey for sweetness. And he said unto me, Son of man, go, get unto the house of Israel, and speak with my words unto them."

The angel in Ezekiel's vision had also asked him to eat a scroll. Much like the sealed scroll in Revelation 5, the scroll Ezekiel was given was also written on both sides (Ezekiel 2:9,10). Ezekiel was supposed to eat the scroll before preaching a message to the people.

*** The taste of the little book ***: Ezekiel described what the experience of eating the scroll was like for him: sweet as honey in the mouth (Ezekiel 3:3). In a similar way, the symbolic imagery used in the text of Revelation 10:9-10 is strong. In both cases, the angel was not asking them to eat the actual pages of a scroll. The importance of the symbolism is in the message itself, not on the physical elements that may form the vessel that carries it. Let's not forget that both prophets were in a vision. They could not physically eat anything. In the text of Revelation, John is being asked to absorb the message in such a profound way that it would be like making God's Truth become embedded in the deepest parts of his soul. The angel was asking Ezekiel and also John to live the message fully. The taste of God's message is described in other portions of the Bible.

 

Jeremiah "Your words were found, and I did eat them; and your word was unto me the joy and rejoicing of my heart: for I am called by your name, O LORD God of hosts."
Ezekiel 3:3 "And he said unto me, Son of man, feed your belly, and fill your stomach with this scroll that I give you. Then did I eat it; and it was in my mouth as honey for sweetness."
Psalm 19:8-10 "The statutes of the LORD are right, rejoicing the heart: the commandment of the LORD is pure, enlightening the eyes. The fear of the LORD is clean, enduring forever: the judgments of the LORD are true and righteous altogether. More to be desired are they than gold, yea, than much fine gold: sweeter also than honey and the honeycomb."

 

 The bitter taste came after the prophet had ingested the message. The people writing about the taste of God's message were already receptive to it, so taking in the information was a pleasant experience, "sweet as honey". However, digestion proved to be challenging. Both the eating and digesting are symbols of the message being spread throughout the world. The verse in Ezekiel 3:4 tells us that Ezekiel was supposed to go to Israel and present the truth to the people. That is a much harder scenario. Ezekiel had to preach to a group who was not going to be so receptive to what he had to say. Preaching the Gospel under this circumstance often brings in frustration, disappointment, rejection and even persecution. All these things make up the bitter taste in the stomach which the angel talked about.

*** Peoples, and nations, and tongues, and kings ***: John was urged to prophesy again after eating the scroll. Two words stand out in this statement: 'again' and 'prophesy'. The word 'again' implies that John had already done that, and finished the task. But the angel told John the activity had to start once more. His work was actually not finished just yet. In the vision, John was called to prophesy during the interlude between the sixth and the seventh trumpets. The word 'prophesy' comes from the Greek prophéteuó. The HELPS word studies tell us that this word is formed by combining two other words: 'pró', which means 'before' and phēmí, which means "assert by elevating one statement over another". In other words, it means to "'speak forth' in divinely-empowered forth telling or foretelling; prophesy." John was being asked to preach God's message, and it was about "peoples, and nations, and tongues, and kings" (Revelation 10:11). In Revelation 14:6-12, we see the imminent preaching of the Gospel, with the first message of the three angels: "And I saw another angel fly in midheaven, having the everlasting gospel to preach unto them that dwell on the earth, and to every nation, and tribe, and tongue, and people, Saying with a loud voice, Fear God, and give glory to him; for the hour of his judgment has come: and worship him that made heaven, and earth, and the sea, and the fountains of waters." (Revelation 14:6)

Based on these texts, we can see that there will be a final proclamation of God's message. Jesus also mentioned this in Matthew 24:14: "And this gospel of the kingdom shall be preached in all the world for a witness unto all nations; and then shall the end come." Only after the message is presented on a world-wide scale, the end will come. The preaching at the time of the end aims to prepare people for the last events. The message of the three angels gives people a final opportunity to listen to the Truth. It focuses on worship: the first angel was "Saying with a loud voice, Fear God, and give glory to him; for the hour of his judgment has come: and worship him that made heaven, and earth, and the sea, and the fountains of waters." (Revelation 14:7). The third angel message reveals the character of the One we should worship: He is the Creator of the Universe. It also reveals the existence of another power who is trying to shift the focus of God-centered worship: "And the third angel followed them, saying with a loud voice, If any man worships the beast and his image, and receives his mark in his forehead, or in his hand, The same shall drink of the wine of the wrath of God, which is poured out undiluted into the cup of his indignation; and he shall be tormented with fire and brimstone in the presence of the holy angels, and in the presence of the Lamb". (Revelation 14:9-10). The beast and his image want to position themselves in a way that they could receive praise and worship. This behavior is directly opposite to God's commands.

*** Overview ***: The message of the little scroll seems to deal with the end-time events concerning the issues the people living at that time will be facing: who should they choose as their source of truth? The message in the little scroll is the assurance that God will not lose this battle for the mind. God's Truth is encouraging to those who are open to hearing what God has to tell them and act on that information, allowing transformation to occur. They are prepared to let the message of God become an integral part of their existence. On the other hand, telling the inhabitants of the world that they are being deceived by false teachings and that they should abandon the practices that go against God's instructions, can be a great source of disappointment and frustration for the one bringing the message. It can leave a bitter aftertaste, which will not be avoided. The same way Ezekiel tasted it, John did as well, and so will we if we are willing to practice the message ourselves. The important thing is to be willing - willing to internalize God's message and repent. We are receiving a call for action. It is not enough to learn what God is telling us. We have to live the Truth we learn and witness to others our transforming experience with the only One who is worthy of our praise, the Lord God Almighty.

5 E o anjo que vi estar sobre o mar e sobre a terra levantou a sua mão ao céu,

6 E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há, que não haveria mais demora;

7 Mas nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos.

 

Parte 3 - Apocalipse 10:5-7

 

*** Contexto Geral ***: Lemos a respeito de uma cena muito semelhante em Daniel * 12:7: "E ouvi o homem vestido de linho, que estava sobre as águas do rio, o qual levantou ao céu a sua mão direita e a sua mão esquerda, e jurou por aquele que vive eternamente que isso seria para um tempo, tempos e metade do tempo, e quando tiverem acabado de espalhar o poder do povo santo, todas estas coisas serão cumpridas." Vamos comparar o texto em Apocalipse 10:1, 2, 6 e 7 e Daniel * 12:7, para podermos ter uma melhor compreensão do que João estava vendo em sua visão.

 

  Apocalipse 10:1, 2 e 7 Daniel * 12:7
Um mensageiro vestido com uma nuvem (verse 1) em linho
Estava de pé o seu pé direito sobre o mar, e o esquerdo sobre a terra (versos 2 e 5) estava sobre as águas do rio
Com suas mãos levantadas levantou a sua mão ao céu (verso 5) levantou ao céu a sua mão direita e a sua mão esquerda
Jurou por Deus E jurou por aquele que vive para todo o sempre, o qual criou o céu e o que nele há, e a terra e o que nela há, e o mar e o que nele há (verso 6) jurou por aquele que vive eternamente
O juramento tinha a ver com tempo que não haveria mais demora (tempo) (verso 6) que isso seria para um tempo, tempos e metade do tempo
O período nos dias da voz do sétimo anjo, quando tocar a sua trombeta, se cumprirá o segredo de Deus, como anunciou aos profetas, seus servos. (verso 7) quando tiverem acabado de espalhar o poder do povo santo, todas estas coisas serão cumpridas

 

Os mensageiros nos textos de Apocalipse 10 e Daniel * 12:7 estão fazendo um juramento sobre um tempo profético. Em Daniel * 12:7, a ênfase está no período de tempo que vai acabar. Já no texto de Apocalipse, está no tempo que iria começar. Será que eles estão falando sobre o mesmo período de tempo? Ou será que um período começa quando o outro termina? E se forem diferentes, qual deles vem primeiro? Claramente, ambas as passagens estão relacionadas. Vamos, então, examinar mais detalhadamente o texto de Apocalipse, a fim de responder a essas perguntas.

*** Mãos levantadas ***: João estava prestando atenção no anjo forte em sua visão. No estudo #66 e #67, vimos a descrição do anjo e a importância da mensagem profética, não-selada, que Deus estava enviando. João viu o anjo levantar a sua mão para o céu (Apocalipse 10:5). O anjo estava prestes a declarar um juramento. O anjo é o veículo transmissor da mensagem, mas o juramento sendo pronunciado vinha do próprio Deus. Esse anjo não tem controle sobre o inicio ou fim dos eventos de Deus. Deus é quem determina quando acabaria o tempo (Apocalipse 10:6).

*** O juramento: já não mais haverá tempo ***: o juramento em si é muito curto. Uma tradução literal do manuscrito grego diz: "já não mais haverá tempo" (Apocalipse 10:6). Em contraste, o juramento em Daniel* 12:7 tem a ver com o início de um tempo: "um tempo, tempos e metade do tempo". Em outras palavras, na passagem de Apocalipse, não há mais tempo. Na de Daniel, ainda existe tempo. Aqui podemos ver que estes juramentos ocorrem em diferentes momentos na história da humanidade. A mensagem de Apocalipse está aberta, e não está selada. As palavras da mensagem em Daniel 12 estavam "fechadas e seladas até ao tempo do fim". (Daniel * 12:9). Então, podemos nos perguntar: o que Deus quer dizer com "tempo"? Existem duas palavras gregas que são traduzidas como tempo: kairós e chronos. Kairós se refere a um único ponto fixo no tempo, como um momento de um dia ou de uma temporada. Chronos, que é a raiz da palavra cronômetro, se refere a um período de tempo, à duração de um período de tempo, a uma extensão com um início e fim. Em termos matemáticos, seria o mesmo que descrever kairós como um ponto e chronos como uma linha. A palavra usada para 'tempo' em Apocalipse 10 é a palavra chronos. Várias traduções da Bíblia apresentam a frase "não haverá mais 'demora'". A palavra "demora", no entanto, implica que os acontecimentos do tempo do fim foram deslocados para um momento posterior. O tempo de Deus é perfeito e nenhum imprevisto pode levá-Lo a alterar o tempo dos eventos que Ele já tem planejado. Talvez uma melhor compreensão do juramento seria dizer que o período de tempo especificado chegou ao fim. O tempo de datas marcadas, reveldas aos seres humanos, chegou ao fim. Os últimos acontecimentos estão prestes a se desdobrar.

A profecia em Daniel 12:7 também cobre um período de tempo: "um tempo, tempos e metade do tempo". A palavra hebraica traduzida como tempo é moed, que significa "tempo designado, lugar ou encontro". Em hebraico, eles utilizavam essa palavra para se referir a um ano. A expressão 'tempos' significava dois anos. A profecia de Daniel 12:7 quer dizer, então: "um ano, 2 anos, e metade de um ano", que totaliza 3,5 anos. Como vimos nos estudos #16 e #20, muitas vezes, os períodos de tempo incluídos nas profecias não são literais. Em se tratando de profecia, 1 dia profético equivale a 1 ano literal (Ezequiel 4:6,7; Números 14:34; Levitioco 25:8). No caso de Daniel 12:7, que inclui 3,5 anos proféticos, o período literal é de 1260 anos. Vamos ver em mais detalhes como chegamos a este número:

- Em primeiro lugar, precisamos saber que o povo judeu contava os anos e os meses de forma diferente de como fazemos hoje. Eles seguiam o ciclo lunar. Os meses tinham trinta dias e um ano tinha 360 dias. Com certa frequência, eles acrescentavam mais um mês para compensar o ciclo. Hoje, fazemos basicamente a mesma coisa no nosso calendário. Adicionamos um dia extra em fevereiro a cada 4 anos e temos alguns meses com 31 dias.

 

Em linguagem profética:

- 1 ANO = 360 dias

- 3 anos = 3 x 360 = 1260 dias

- 1 dia profético = 1 ano literal

- 1260 dias proféticos literais = 1260 anos

 

Este período profético em Daniel é parte de uma profecia ainda maior: a profecia dos 2300 dias (Daniel* 8:14). Essa profecia é a mais longa profecia de tempo mencionada na Bíblia. Usando a regra "1 dia = 1 ano", a profecia em Daniel * 8:14 equivale a 2300 anos. Este período seria inútil para nós se não soubéssemos quando começou. Mas a Bíblia nos diz exatamente quando iniciou: foi quando saiu o decreto para restaurar Jerusalém (Daniel * 9:25), que aconteceu em 457 AC. Quando acrescentamos 2300 anos ao ano 457 AC, chegamos no ano de 1844. Se você for fazer esse cálculo, lembre-se de adicionar 1 ano ao seu resultado para compensar pela falta do ano zero. Não houve ano zero. O calendário do AD começou no ano 1.

A profecia de Daniel * 12:7 não termina em 1844, mas está contida dentro da profecia dos 2300 dias. O estudo de hoje não tem como objetivo descrever as profecias do livro de Daniel em grande detalhe, mas apenas situá-las em relação ao juramento declarado em Apocalipse 10:6. As divisões de tempo contidas na profecia dos 2300 dias são bastante precisas e apontam para um ano exato no calendário. Mas a Bíblia não nos dá uma profecia de tempo específica após o final dos 2300 anos. Recebemos profecias de acontecimentos que vão ocorrer após o ano de 1844, tais como os eventos finais e a segunda vinda. Mas não sabemos o ano exato em que essas coisas vão acontecer. Nesse sentido, não haverá mais "tempo" após 1844. Datas exatas já não são mais diretamente reveladas aos seres humanos após esse ano. E assim, após 1844, começou o último período da história da humanidade.

*** O segredo de Deus ***: O pequeno rolo continha apenas uma parte do segredo de Deus. A revelação do conteúdo do livro maior, que estava selado em Apocalipse 5, só irá ocorrer ao som da sétima trombeta (Apocalipse 10:7). A cena em que o pequeno rolo está sendo apresentado a João acontece entre a sexta e a sétima trombeta. Mas Deus sempre revelou porções de Seu segredo aos seres humanos, desde o Jardim do Éden. Ele continuou a revelar mesmo ao longo da história, através de muitos dos livros da Bíblia, especialmente os livros proféticos do Antigo Testamento (tais como Isaías, Jeremias, Daniel, Zacarias, e muitos outros). Deus nunca deixa Seu povo sem informações. Ele sempre lhes diz quais são os Seus planos: "Certamente o Senhor DEUS não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas". (Amós 3:7). Hoje, continuamos a espalhar o segredo de Deus, ao pregarmos o Evangelho (Romanos 16:25-26; Efésios 3:4-12; Colossenses 1:26,27). Assim como o pequeno livro que João viu, também hoje sabemos apenas uma parte das complexidades que estão envolvidas na totalidade do segredo de Deus. Nenhum profeta recebeu a mensagem completa. Mesmo se juntarmos tudo o que sabemos até o momento, ainda assim não conseguiríamos compreender a profundidade do amor de Deus, o Seu plano de salvação, ou mesmo o próprio Deus.

*** Visão Geral ***: O anjo forte fez um anúncio, mas na verdade foi Deus Quem fez o juramento. Quando Deus faz uma declaração, ela não pode ser revogada: "Por isso, querendo Deus mostrar mais abundantemente a imutabilidade do seu conselho aos herdeiros da promessa, se interpôs com juramento; Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta" (Hebreus 6:17,18). A promessa de Deus é imutável, assim como é o juramento que confirma Sua promessa. A morte de Cristo na cruz foi a revelação de uma grande parte do segredo de Deus. A salvação, por meio do sacrifício de Jesus, é o elemento-chave na proclamação do segredo de Deus através do Evangelho (Romanos 16:25,26; Efésios 1:9; Efésios 3:4-12; Colossenses 1:26,27). A cena com o pequeno livro acontece em/ou após 1844, muito mais tarde do que o final da profecia de Daniel 12, que se deu em 1798. Os tempos que haviam sido precisamente definidos, estão agora no passado - "já não mais haverá tempo" (Apocalipse 10:6). O tempo contíguo do fim já começou.

Agora podemos responder às nossas perguntas iniciais sobre os juramentos em Daniel * 12 e Apocalipse 10: Será que eles estão falando sobre o mesmo período de tempo? Não, eles são referentes a períodos diferentes da história. Será que um tempo começa quando o outro termina? Não exatamente. A profecia de Daniel 12 termina em 1798, e o juramento de Apocalipse marca o tempo começando após o ano de 1844. Existe aí um espaço que é coberto por outras profecias.

O ponto principal do juramento dito em Apocalipse 10:6 é mostrar que assim como Deus havia cumprido a Sua promessa na profecia dada em Daniel * 12, Ele continuará a manter suas promessas dadas ao Seu povo após a sexta trombeta. Esta mensagem é dirigida aos cristãos que vivem nos últimos dias. Deus está novamente nos dando Sua garantia de que Ele é a Verdade. As circunstâncias em que os crentes do final dos tempos se encontrão podem ser cruéis, como se o inimigo estivesse dominando a guerra espiritual. Mas não devemos ter medo. Podemos confiar em Deus. Podemos nos sentir encorajados, porque Sua palavra é imutável (Hebreus 6:17,18). Deus irá prevalecer!

5 And the angel whom I saw stand upon the sea and upon the earth lifted up his hand to heaven,

6 And swore by him who lives forever and ever, who created heaven, and the things that are therein, and the earth, and the things that are therein, and the sea, and the things which are therein, that there should be time no longer:

7 But in the days of the voice of the seventh angel, when he shall begin to sound, the mystery of God should be finished, as he has declared to his servants the prophets.

 

Part 3 - Revelation 10:5-7

 

*** Background text ***: We read about a very similar scene in Daniel 12:7:"And I heard the man clothed in linen, who was above the waters of the river, when he held up his right hand and his left hand unto heaven, and swore by him that lives forever that it shall be for a time, times, and a half; and when he shall have accomplished the shattering of the power of the holy people, all these things shall be finished." Let's take a look, and compare the text in Revelation 10:1, 2, 6 and 7 and Daniel 12:7, so we can have a better understanding of what John was seeing in his vision.

 

  Revelation 10:1, 2, 6 and 7 Daniel 12:7
A messenger clothed with a cloud (verse 1) in linen
Was standing up with his right foot upon the sea, and his left foot on the earth (verses 2 and 5) above the waters of the river
Had hands lifted up lifted up his hand to heaven (verse 5) he held up his right hand and his left hand unto heaven
Swore the oath by God swore by him who lives forever and ever, who created heaven, and the things that are therein, and the earth, and the things that are therein, and the sea, and the things which are therein (verse 6) swore by him that lives forever
The oath had to do with time there should be time no longer (verse 6) it shall be for a time, times, and a half
The time frame in the days of the voice of the seventh angel, when he shall begin to sound, the mystery of God should be finished, as he has declared to his servants the prophets (verse 7) when he shall have accomplished the shattering of the power of the holy people, all these things shall be finished.

 

The messengers in the texts of Revelation 10 and Daniel 12:7 are making an oath about a prophetic time. In Daniel 12:7, the emphasis is on when that period of time will end. The emphasis in Revelation is on when that time would begin. Are they talking about the same period of time? Or does one time begin when the other one ends? If they are different, which one comes first? Clearly, both passages are related. Let's look further into the text in Revelation, in order to answer these questions.

*** Hands lifted up ***: John was paying close attention to the strong angel in his vision. In study #66 and #67, we saw the description of the angel and the importance of the unsealed prophetic message of God. John saw the angel lift up his hand to Heaven (Revelation 10:5). The angel was about to swear an oath. The angel is the vessel for the message, but the oath the angel is pronouncing is God's own oath. The angel has no control over God's timing of events. God is in control of determining when "there should be time no longer" (Revelation 10:6).

*** The oath: There should be time no longer ***: The oath itself is very short. It tell us that "there should be time no longer" (Revelation 10:6). In contrast, the oath in Daniel 12:7 has to do with the setting of a time: "it shall be for a time, times, and a half". In other words, in Revelation, there is no more time. In Daniel, there is one. Here we can see that these oaths refer to different moments in the history of humanity. The message in Revelation is open, unsealed. The message in Daniel 12 is to be "closed up and sealed up until the time of the end" (Daniel 12:9). Then we ask ourselves: what does God mean by "time"? There are two Greek words which are translated as time: kairos and chronos. Kairos refers to a single and fixed point in time, like a moment, a day, or a season. Chronos, which is the root of the word chronometer, refers to a span of time, the duration of a period, a time frame with a beginning and end. In mathematical terms, it would be the same as describing kairos as a dot, and chronos as a line. The word used for 'time' in Revelation 10 is the word chronos. Some Bible scholars suggest that the phrase could read as "there will be no more 'delay'". The word 'delay', however, implies that the events of the time of the end have been shifted to a later time. God's time is perfect, and nothing is unforeseen that should make Him change His timing of things. Perhaps, a better understanding of the oath would be to say that the span of time given is over. The time of precisely determined dates being revealed to mankind is up. The last events are about to unfold.

The time mentioned in Daniel 12:7 is also a span of time: "it shall be for a time, times, and a half". The Hebrew word translated as time is moed, which means "appointed time, place, or meeting". In Hebrew, they used this term "a time" to refer to one year. The term times referred to two years. The prophecy in Daniel 12:7 then reads as "a year, 2 years, and half a year", which totals 3.5 years. As we've seen in studies #16 and #20, the time periods in prophecy are often not literal. In prophecy, 1 prophetic day equals 1 literal year (Ezekiel 4:6,7; Numbers 14:34; Leviticus 25:8). In the case of Daniel 12:7, which includes 3.5 prophetic years, the span of literal time of this prophecy is actually 1260 literal years. Le'ts take a closer look at how we arrived at this number:

- First, we need to know that the Jewish people counted years and months differently than we do today. They followed the lunar cycle. The months had 30 days, and a year had 360 days. Every so often, they would have an extra month to compensate. Today, we do basically the same thing on our calendar. We add an extra day to February every 4 years and we have some months with 31 days.

 

- 1 year = 360 days
- 3.5 years = 3 x 360 = 1260 days

- 1 prophetic day = 1 literal year
- 1260 prophetic days = 1260 literal years

 

This prophetic period in Daniel is part of an even bigger time prophecy: the 2300-day prophecy (Daniel 8:14). The 2300-day prophecy is the longest time-prophecy stated in the Bible. Using the '1 day = 1 year' rule, the prophecy in Daniel 8:14 equals to 2300 years. This period would be useless to us if we did not know when it started. But the Bible tells us exactly when it did. This period started when the decree to restore Jerusalem (Daniel 9:25). That happened in 457 BC. When we add 2300 years to the year 457 BC, we arrive at the year 1844. If you are calculating it yourself, remember to add 1 year to your result to compensate for the lack of a year zero. There was no year zero. The AD calendar started in the year 1.

The prophecy of Daniel 12:7 does not end in 1844, but is rather contained within the 2300 prophecy. The study today is not aimed to describe the prophecies in the book of Daniel in great detail, but just to situate them in relation to the oath stated in Revelation 10:6. The sections of time contained in the 2300-day prophecy were very accurate and pointed to an exact year in the calendar. The Bible, however, does not give us a specific time prophecy after the end of the 2300-day one. We have prophecies of things that will happen after the year 1844, such as the final events and the Second Coming itself. But we don't know the exact year when those things will happen. In that sense, "time should be no longer" after 1844. Exact dates are no longer directly revealed to humans after that year. And so, after 1844, the last period of human history began.

*** The mystery of God ***: The little scroll contained a small section of the mystery of God. The disclosure of the contents of the larger sealed scroll seen in Revelation 5 will only take place at the sound of the seventh trumpet (Revelation 10:7). The scene where the little scroll is being presented to John happens between the sixth and the seventh trumpet. But God has always revealed portions of His mystery to humans. He has been doing that since the Garden of Eden. He continued to do so throughout History. We can see God's revelations through many books in the Bible, especially the prophetic ones in the Old Testament (such as Isaiah, Jeremiah, Daniel, Zachariah, and many others). God never leaves His people in the dark. He always tells them what His plans are: "Surely the Lord GOD will do nothing, unless he reveals his secret unto his servants the prophets." (Amos 3:7). Today, we continue to preach God's mystery, as we spread the Gospel (Romans 16:25-26; Ephesians 3:4-12; Colossians 1:26,27). Just like the small scroll John saw, at this point, we only have a portion of the complexities that are involved in the entirety of God's mystery. No one prophet was given the complete message. Even when we put together all that we know to date, we still can't comprehend the depths of the love of God, His plan of Salvation, or God Himself.

*** Overview ***: The strong angel is the one proclaiming the statement, but actually, God is the One making the oath. When God makes such a declaration, it cannot be revoked: "So God, willing more abundantly to show unto the heirs of promise the immutability of his counsel, confirmed it by an oath: That by two immutable things, in that it was impossible for God to lie, we might have strong encouragement, who have fled for refuge to lay hold upon the hope set before us" (Hebrews 6:17,18). God's promise is immutable, as well as the oath that confirms His promise. Christ's death on the cross was in itself the revelation of a great part of God's mystery. Salvation through Jesus' sacrifice is the key element in the proclamation of God's mystery through the Gospel (Romans 16:25,26; Ephesians 1:9; Ephesians 3:4-12; Colossians 1:26,27). The scene with the little scroll takes place in or after 1844, which is much later than the end of the prophecy of Daniel 12 in 1798. Times which had been set are now in the past - "there should be time no longer" (Revelation 10:6). The contiguous time of the end has started.

To answer our initial questions regarding the oaths in Daniel 12 and Revelation 10: Are they talking about the same period of time? No. they refer to different periods in history. Does one time begin when the other one ends? Not quite. The prophecy in Daniel 12 ends in 1798, and the oath marks the time beginning after the year 1844. There is a gap there, which is covered by other prophecies.

The main point of the oath stated in Revelation 10:6 is that just as God had kept His promise regarding the prophecies given in Daniel 12, He will continue to keep His promises to His people after the sixth trumpet. This message is directed to Christians living in the last days. God is once again reassuring us that He is Truth. The circumstances around the end-time believers may be grim as if the enemy could be dominating the spiritual war. But we must not be afraid. We can trust God. We can feel encouraged because His word is immutable (Hebrews 6:17,18). God will prevail!

 

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