Saturday, 06 October 2018 17:50

97. O nome e o número da besta: as dimensões de 666 * Apocalipse 13:16-18 - PARTE 3 de 3

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16 E faz que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos, lhes seja posto um sinal na sua mão direita, ou nas suas testas,

17 Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome.

18 Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis.

 

PARTE 3

 

*** O nome da besta ou o número do seu nome ***: Apocalipse 13:18 começa com uma afirmação poderosa que é a base sobre a qual o nome e o número da besta devem ser entendidos. A tradução direta do grego "Hōde hē sophia estin" diz "Aqui está a sabedoria". De fato, todo o livro deve ser entendido sob este princípio: sabedoria. Mas não qualquer sabedoria - a sabedoria. Este texto começa apontando para uma forma específica de conhecimento e experiência que é necessária para entender a mensagem nesse versículo. Segundo a Bíblia, a sabedoria do homem é diferente da sabedoria de Deus: “Todavia falamos sabedoria entre os perfeitos; não, porém, a sabedoria deste mundo, nem dos príncipes deste mundo, que se aniquilam”. “As quais também falamos, não com palavras que a sabedoria humana ensina, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais.” (1 Coríntios 2:6, 13). A sabedoria de Deus é encontrada em Sua escritura. E assim, a fim de descobrir o nome e o número da besta, devemos nos voltar para a própria Bíblia para encontrar a resposta. Não podemos esperar entender a simbologia de Deus usando métodos de cálculo humanos.

*** Contexto Geral ***: Antes de nos aprofundarmos nesse tópico denso, devemos nos lembrar das coisas que estudamos até agora. Tudo no plano de ataque de Satanás é um engano. Ele é um falsificador. O que ele apresenta ao povo é uma mensagem muito próxima dos ensinamentos cristãos. Mesmo que seus argumentos soem bem, eles contêm alterações mortais em comparação com o original. Com isso em mente, vamos analisar mais uma vez como existe um nome ligado ao selo de Deus e um nome associado à marca da besta.

O selo de Deus é representado em Apocalipse 14:1 pelo nome de Deus escrito na testa do povo salvo. Em Apocalipse 13:17, a marca da besta é representada pelo nome da besta, visível na forma escrita ou em uma versão numérica. Como já estudamos antes, a besta que sai da terra é um poder político com valores aparentemente cristãos que ajudarão Satanás a implementar seus planos para enganar o mundo inteiro (veja os estudos #93 e #94). A besta que sai da terra chama todos para criar uma imagem da primeira besta e adorá-la. Aqueles que se recusam a adorá-la devem ser mortos. Este cenário traz à mente outra história na Bíblia, sobre uma situação muito parecida com esta. Encontramos esta história em Daniel 2 e 3, sobre uma imagem criada para ser adorada.

*** Um rei e uma imagem ***: Em Daniel * 2, lemos sobre como Deus enviou um sonho ao rei da antiga Babilônia. O rei era chamado Nabucodonosor. Seu sonho era sobre como se desdobraria a história dos reinos da terra até o dia em que seriam destruídos pelo reino eterno de Deus. A imagem era uma linha do tempo destacando como os reinos humanos são finitos. Um reino humano iria derrubar e substituir o anterior. Um após o outro. Cada reino da imagem era feito de um material diferente. Babilônia era a cabeça e era feita de ouro. Podemos imaginar que, na mente do rei, o conhecimento de que seu reino estava apenas representado pela cabeça de ouro significava que seu império não duraria tanto quanto ele gostaria. E assim, em Daniel * 3, lemos sobre uma imagem que o rei havia construído, feita completamente de ouro. Essa imagem foi uma declaração ousada. À luz da linha do tempo dos reinos, dada por Deus no sonho, Nabucodonosor estava deliberadamente dizendo que havia rejeitado a linha do tempo de Deus e que, por seu próprio poder, seu reino duraria para sempre. A imagem não teria apenas a cabeça feita de ouro, mas todo o corpo seria de ouro. O rei desejou que toda a extensão da linha do tempo humana estivesse sob domínio babilônico. Como a besta que saiu da terra em Apocalipse 13:15, Nabucodonosor ordenou que ao seu comando, todos os “povos, nações e línguas” adorassem a imagem (Daniel * 3:4-5). Aqueles que se recusassem a adorar a imagem seriam enviados para a fornalha ardente (Daniel * 3:6). Assim como a besta da imagem em Apocalipse, a imagem na antiga Babilônia também tinha números associados a ela. De acordo com o costume hebraico, quando as medidas de um objeto não incluíam a profundidade, é porque era igual à largura (Esdras 6:3). Nós lemos na Bíblia as medidas para aquela imagem em Daniel 3:1. Podemos entender que as medidas eram 60 côvados de altura, 6 côvados de largura e, consequentemente, 6 côvados de profundidade (2.7432 m de largura, 2.7432 m de profundidade, e 27.432 m de altura).

A imagem mostrada por Deus no sonho do rei era diferente daquela criada pelos homens sob a liderança de Nabucodonosor. O objetivo da imagem original era mostrar que um reino de duração infinita destruiria a imagem e seria estabelecido por Deus. O objetivo da imagem falsificada era mostrar que um reino estabelecido por um homem teria uma longevidade impressionante, conforme mostrado pelas medidas da imagem.

*** O número da besta ***: Apocalipse 13:18 nos chama a interpretar o versículo usando a sabedoria de Deus, e assim, o entendimento deste número deve ser realizado através da própria Escritura. Incluída no verso, está uma informação importante sobre o número dizendo que “é o número de um homem. A palavra grega para "homem" usada aqui é anthrōpos. Esta é a mesma palavra usada em Apocalipse 13:13, quando a besta fez com que fogo caísse na frente de todos os homens. A língua grega tem duas palavras para "homem": anēr, que se refere a um indivíduo humano masculino. A outra palavra é anthrōpos, que se refere à raça humana de maneira genérica, dando a ideia da humanidade. No Novo Testamento, o termo anthrōpos é usado com frequência, e nós o vemos quando Jesus é chamado o Filho do Homem. Com isto em mente, devemos entender o número da besta não como o número de um único indivíduo, mas como o número da humanidade. Assim como a imagem criada pelo homem na história de Nabucodonosor tinha medidas envolvendo o número seis, a besta da imagem em Apocalipse 13 tem um número envolvendo o número seis. E seis é um número que está relacionado com os seres humanos.

O número da besta foi na verdade escrito com palavras, como seiscentos e sessenta e seis, em vez de algarismos, 666. Os três números são dados separadamente e não em formato numérico. Eles estão escritos em uma representação cardinal: hexakosioi hexēkonta hex. Se isso fosse escrito como um número grego, teria sido χξϝ (chi xi digamma.). Como as medidas da imagem na história de Nabucodonosor, o número seiscentos e sessenta e seis da besta em Apocalipse 13:18, parece dar dimensão à besta e à sua imagem. Assim como a imagem na antiga Babilônia serviu para representar a história da humanidade, o número da besta é também um número da humanidade. O número é uma representação da humanidade - um tipo de medição da história humana. Como tal, não deve ser visto como um número místico, ou o número de um homem em específico, como muitos propuseram. O significado do número 666 parece estar ligado ao tempo de duração dos governos humanos, pois eles apoiam os planos do dragão. Esses governos são representados pelos 10 chifres da besta.

Os chifres da besta são muito parecidos com os segmentos da imagem no sonho, indicando a passagem do tempo em termos de reinos que governariam a Terra. Como dissemos, esses governos são representados pelos chifres da besta. A explicação sobre a besta com 10 chifres é encontrada no livro de Daniel, e também em Apocalipse 17. Em Apocalipse 17, vemos a forte conexão entre a besta que saiu do mar (10 governos da terra) e a mulher chamada Babilônia (um poder político-religioso). Eles são como uma unidade, trabalhando juntos para enganar o mundo inteiro com suas doutrinas cristãs modificadas, das quais a Bíblia fala que fizeram as pessoas ficarem “embebedadas com o vinho da sua fornicação” (Apocalipse 17:2; Apocalipse 14:8). Em outras palavras, eles fizeram com que as pessoas da terra cometessem adultério espiritual. Eles pregaram uma forma de adoração que era diferente da que foi estabelecida por Deus. Em Daniel, a descrição do pequeno chifre no topo da cabeça da besta corresponde à descrição da mulher no topo da besta em Apocalipse 17. Ambos são descritos como um reino que se eleva acima de 10 outros (Apocalipse 17:18; Daniel * 7:20), estão envolvidos em blasfêmia contra Deus (Apocalipse 17: 3; Daniel * 7:25), e são culpados de matar o povo de Deus (Apocalipse 17: 6; Daniel * 7:21, 22, 25).

*** Deus e Sua imagem ***: Há outra história na Bíblia que se assemelha à da besta e sua imagem. É a história da criação e queda do homem. A Bíblia diz que Deus criou o homem e a mulher à Sua imagem (Gênesis 1:26-27). Ele os formou a partir do pó da terra e lhes deu vida (Gênesis 2:7). Vimos que a besta que saiu da terra tem poder para dar vida à imagem da besta que saiu do mar (Apocalipse 13:15). A besta que saiu do mar representou 10 reinos governando na terra. Adão e Eva deveriam governar toda a terra (Gênesis 1:26-28). Agora observe como o comportamento da besta imita as ações de Deus. Deus deu um mandamento: Adão e Eva não deviam comer de uma determinada árvore, chamada árvore do conhecimento do bem e do mal. Se eles decidissem não obedecer a Deus, certamente morreriam. O comando da besta também veio com uma consequência de morte para aqueles que não seguissem suas ordens. A diferença aqui é que Deus deseja que Seus filhos estejam seguros e livres do pecado, enquanto a besta quer levar as pessoas ainda mais ao pecado. A humanidade, nas pessoas de Adão e Eva, foi criada no dia 6 da semana da criação. E assim o número 6 estava associado à humanidade desde o início.

*** O Julgamento de Deus ***: Estudaremos este tópico mais detalhadamente quando passarmos para os próximos capítulos de Apocalipse, mas precisamos apresentar os pontos no julgamento de Deus que correspondem aos comportamentos falsificados da besta que saiu do mar e de sua imagem. Às pessoas se depararem com o poder da besta que saiu da terra de dar vida à imagem da besta e ordenar que as pessoas a adorem, a mensagem de Deus em Apocalipse 14:7 chega como um lembrete ou aviso do Seu mandamento sobre a adoração verdadeira e o Seu domínio: “Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.” Enquanto a besta se prepara para matar qualquer um que não adore a sua imagem, Deus envia Sua segunda advertência, anunciando ao povo que Babilônia caiu, aquela que a todas as nações deu a beber do vinho da ira da sua fornicação. (Apocalipse 14:8). O terceiro aviso vem em conexão com o comportamento descrito no segundo aviso. O modo como a besta forçou o povo a adorar a imagem parece estar ligado ao modo como Babilônia fez as nações beberem o vinho de sua dominação. A terceira advertência diz: “Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal na sua testa, ou na sua mão, também este beberá do vinho da ira de Deus, que se deitou, não misturado, no cálice da sua ira; e será atormentado com fogo e enxofre diante dos santos anjos e diante do Cordeiro.” (Apocalipse 14: 9-10). O poder religioso-político do tempo do fim simboliza como a Babilônia faz as pessoas beberem da taça de seus falsos ensinos e faz com que elas pequem contra Deus (isso é simbolizado pelo vinho de sua fornicação). Por sua vez, as pessoas que permanecem nessa fornicação acabarão bebendo de outro copo: o vinho da ira de Deus (a morte). A besta diz que aqueles que desobedecerem aos seus mandamentos de adoração morrerão, mas Deus está dizendo que aqueles que seguem os comandos da besta serão, na realidade, os que sofrerão a morte eterna. A advertência de Deus em Apocalipse 14, na verdade, serve para esclarecer o que realmente está acontecendo em Apocalipse 13. Ela esclarece acerca dos enganos espalhados pela besta e sua imagem.

*** A sabedoria humana ***: O número 666 foi interpretado de diferentes maneiras usando formas humanas de cálculos. Uma maneira popular é através do uso da gematria. Gematria é um sistema de código alfanumérico usado pela primeira vez pelos assírios, babilônios e gregos. O sistema foi posteriormente adotado também na cultura judaica. Este método é usado para encontrar um significado diferente em várias palavras, pois as letras do alfabeto recebem um valor numérico. Com isso, as palavras podem ser calculadas e transformadas em um número. Os nomes e títulos de muitos indivíduos foram calculados e diziam ser 666. Não podemos negar que esses nomes e títulos podem chegar ao número 666. Mas chegar a um indivíduo como sendo o 666 por meio desse tipo de cálculo não tem nenhum significado espiritual como apresentado na Bíblia. Essa forma de cálculo era (e ainda é) usada em rituais pagãos de misticismo e adivinhação. A Bíblia nos diz para ficarmos longe de tais práticas (Deuteronômio 18:10-14)! Mesmo que certos nomes e títulos possam somar 666, não devemos usar isso como o exemplo do que está escrito na Bíblia. Por um lado, estaremos perdendo muito mais informações que Deus deseja que saibamos. Em segundo lugar, Deus nos chama à Sua própria forma de sabedoria, e não à sabedoria humana, “Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus” (1 Coríntios 3:19).

*** Visão Geral ***: Quando comparamos todas as passagens de Daniel 2 e 3, Apocalipse 14 e 17, com os comportamentos da besta descritos em Apocalipse 13, podemos ver mais claramente que o nome e número associado à besta e Sua imagem tem uma conotação espiritual sobre a história da raça humana e como ela foi manipulada pelas forças satânicas. Enquanto o dragão e seus agentes trabalham para confundir as pessoas ao longo da história, Deus trabalha para compartilhar Sua verdade. Em todos esses textos bíblicos que comparamos, o nome associado à besta ou imagem é o nome de um reino religioso-político humano que prometeu fidelidade ao dragão e se opõe ao reino de Deus: esse reino é chamado de Babilônia. O nome e o número do sistema da besta não são de um indivíduo. O poder do Anticristo é formado pelos falsos ensinos que existem desde a época de Paulo (2 Tessalonicenses 2:7). Uma pessoa viva nos dias de Paulo não estaria viva no tempo do fim. Uma pessoa não poderia estar viva, mas um sistema de crenças poderia. Se as bestas fossem identificadas como um indivíduo cada um, esses indivíduos estariam predestinados a serem perdidos. Isso não é um ensinamento bíblico. Cristo morreu por todas as pessoas do mundo. Todos têm a oportunidade de escolher e aceitar a Deus em seus corações. A participação de um indivíduo no sistema da besta não determina que ele ou ela estarão perdidos. Eles ainda têm a chance de serem salvos antes do final. O maior exemplo disso é o próprio rei Nabucodonosor. O rei da antiga Babilônia se arrependeu no final e reconheceu que o domínio de Deus é um domínio eterno, e seu reino é de geração em geração (Daniel 4:34). O próprio Deus chamará seu povo a sair da Babilônia do tempo do fim antes de ser destruída: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.” (Apocalipse 18:4). Além disso, a destruição da besta que saiu do mar e da besta que saiu da terra (chamada de falso profeta) acontece antes de qualquer outra pessoa ser enviada para o lago de fogo. Eles são os primeiros enviados para lá, no tempo da Segunda Vinda (Apocalipse 19:20). A Bíblia diz que a destruição eterna de pessoas e anjos caídos acontece somente após os 1000 anos do reinado de Cristo no Céu (Apocalipse 20:1-15). A Bíblia diz que somente naquele tempo, os seres perdidos serão julgados “segundo as suas obras” e “aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo”. (Apocalipse 20:12, 15) . Se as bestas fossem indivíduos, elas teriam que passar por este julgamento final e não poderiam ter sido sentenciadas antes do julgamento acontecer. Como um sistema de crenças que promove falsas doutrinas religiosas, seu lançamento no lago de fogo antes do julgamento é lógico, porque as bestas perderão completamente sua credibilidade na Segunda Vinda. Quando Jesus voltar cumprindo todas as promessas relacionadas ao Seu retorno, ficará claro para o universo que as afirmações das bestas eram falsas. E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda(2 Tessalonicenses 2:8).

O número triplo dá dimensão à besta e sua imagem, enquanto a falsa trindade trabalha por trás da propagação de falsos ensinamentos ao longo da história. O número da humanidade vem em oposição direta ao divino. Esse pensamento também nos leva a acreditar que o número seis é um reflexo não só da humanidade, mas também do Próprio Eu. A elevação do Eu como o centro da vida espiritual assumiu o lugar que deveria ser ocupado por Deus. Vimos no estudo #11 como o número 7 é um símbolo na Bíblia para completude e perfeição. Um número determinado por Deus. Uma vez que esta questão da imagem da besta é uma questão de adoração, como vimos no estudo #95, devemos ressaltar o contraste entre o número 6 e o número 7 presente no 4º Mandamento (Êxodo 20:8-11) e como ele nos lembra da semana da criação que lemos em Gênesis 1 e 2. No mandamento, vemos que seis dias são reservados para a humanidade, mas o sétimo é reservado para Deus (Êxodo 20:9-10). Durante os primeiros seis dias, Ele fez o mundo, e no sétimo dia ele fez um dia santo (Êxodo 20:11, veja também Gênesis 2:2-3). A referência ao número 6 no número da besta, como um número da humanidade, enfatiza como ela fica aquém da perfeição do número 7. Os seres humanos não são deuses. E com isso, estamos de volta ao primeiro engano da humanidade, estabelecido pela antiga serpente. Satanás enganou Eva com o argumento de que se desobedecessem a Deus, seus olhos seriam abertos e eles seriam “como Deus, conhecendo o bem e o mal” (Gênesis 3:5). Eva desejou esse tipo de sabedoria, e assim ela seguiu as palavras da serpente e foi contra os mandamentos de Deus. (Gênesis 3: 6). Naquele momento, a glória que Eva deveria ter reservado apenas para Deus, ela deu à serpente. Para evitar que sejamos enganados pelo inimigo, a primeira mensagem angélica em Apocalipse 14:7 é o que precisa ser gravado em nossos corações: “Temei a Deus, e dai-lhe glória; porque é vinda a hora do seu juízo. E adorai aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas.

Na tabela abaixo, podemos ver claramente o que as forças que se opõem ao domínio de Deus fizeram para imitar as atividades de Deus.

 

  Atos Divinos  Imitação aos Atos Divinos 
  Deus e Sua imagem - Genesis 1-3 Deus e Seu julgamento - Apocalipse 7, 14, 15,16,17 e 18 Nabucodonosor e a adoração à imagem de ouro - Daniel * 3 A besta que saiu da teraa e a adoração à imagem - Apocalipse 13:14-18
Imagem Deus criou home e mulher à Sua própria imagem. (Gênesis 1:26-17) Deus criou o céu e a terra. (Apocalipse 14:7) O rei da Babilônia ordenou que uma imagem fosse construida. (Daniel * 3:1) A besta que saiu da terra manda que uma imagem seja construída. (Apocalipse 13:14)
Poder Deus deu vida ao homem que Ele criou do pó da terra. (Gênesis 2:7) A hora do juizo de Deus chegou. (Apocalipse 14:7) O rei organizou a dedicação da imagem. (Daniel * 3:2) A besta que saiu da terra dá vida à imagem. (Apocalipse 13:15)
Domínio Deus deu ao homem e à mulher sobre toda a terra. (Gênsis 1:26-28) Deus alertou Seu povo a respeito da Babilônia do tempo do fim, que enganou todas as nações do mundo com suas falsas doutrinas (fez todas as nações beberem do vinho da ira de sua fornicação). (Apocalipse 14:8) A imagem foi toda feita de ouro (Daniel 3:1), que foi uma alteração à imagem que Deus mostrou em uma visão, para representar os diferentes reinos que dominariam a terra ao longo da História. (Daniel * 2:31-45)

A imagem é uma recriação da besta do mar, que era a besta com 7 cabeças e 10 chifres (Revelation 13:1)

Os 10 chifres são 10 reinos que teriam domínio sobre a terra ao longo da História. (Apocalipse 17:12) 

Obediência Deus emitiu um mandamento: obedecer a Deus e não pecar comendo da árvore do conhecimento do bem e do mal. (Gênesis 2:17) Deus lembra as pessoas do seu comando: adorar a Deus e dar-lhe glória. (Apocalipse 14:7) O rei emitiu um comando: obedecer ao rei e adorar a imagem de ouro. (Daniel * 3:4-5) A besta da terra emite um comando: obedecer a besta e adorar a imagem. (Apocalipse 13:15)
Marca O homem e a mulher deram ouvidos à serpente e com esse pecado trouxeram uma maldição pronunciada por Deus. As consequências do pecado marcaram a humanidade e a terra. (Gênesis 3:16-19) Aqueles que adoram a Deus e seguem a Jesus receberão o selo de Deus. (Apocalipse 14:1, 4; Apocalipse 7:2-3) Aqueles que não adorassem a imagem de ouro seriam identificados (para morte). (Daniel *3:6) Aqueles que não adorarem a imagem serão identificados (para morte). (Apocalipse 13:15)
Consequência Escolher o pecado traria a morte. (Gênesis 2:17) Aqueles que adorarem a besta e receberem a marca da besta serão enviados para o fogo. (Apocalipse 14:9-10) Aqueles que não adorassem a imagem de ouro seriam enviados para a fornalha ardente. (Daniel * 3:6) Aqueles que não adorarem a imagem devem morrer. (Apocalipse 13:15)
Número Homem e mulher foram criados no sexto dia. (Gênesis 1:27,31) Deus destrói o poder que instituiu a marca da besta através de 7 anjos que traziam 7 taças com as 7 pragas finais. (Apocalipse 15:1; Apocalipse 16:1; Apocalipse 18:2) A imagem de ouro tinha uma medida: 60 côvados de altura, 6 côvados de largura e profundidade. (Daniel * 3:1) A imagem tem um número: seiscentos, sessenta e seis. (Apocalipse 13:18)
 Nome  Deus permitiu que o homem desse nome a mulher, e ele a chamou Eva "porque ela era a mãe de todos os viventes". (Gênesis 3:20)  Deus alertou o povo sobre a mulher que estava sentada sobre a besta. Ela tem nome: Babilônia, "a mãe das prostituições e abominações da terra". (Apocalipse 17:5)  O reino onde a imagem de ouro foi assentada tem um nome: Babilônia. (Daniel * 3:1)  A besta cuja imagem foi criada tem um nome. (Apocalipse 13:17).

 

 

   
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